![Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Fortificação construída entre a segunda metade do séc. 17 e a primeira metade do séc. 18, com traçado abaluartado e de grande importância estratégica, já que, juntamente com a fortaleza de Viana, Caminha e Monção, constitui uma das quatro grandes fortalezas em que assentava a defesa do noroeste português.
Proteção: Monumento Nacional.
Início da construção: Séc. 13.
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3527](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/22794580.636bcbf8.JPEG) Fortificações da Praça de Valença do Minho Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Fortificação construída entre a segunda metade do séc. 17 e a primeira metade do séc. 18, com traçado abaluartado e de grande importância estratégica, já que, juntamente com a fortaleza de Viana, Caminha e Monção, constitui uma das quatro grandes fortalezas em que assentava a defesa do noroeste português.
Proteção: Monumento Nacional.
Início da construção: Séc. 13.
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3527
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![Autores: Arquiteto: Sebastião Pereira de Frias (séc. 17); Souto Moura (séc. 20). Engenheiros: Carlos Luís Ferreira da Cruz Amarante; Francisco Pedro Arbués Moreira; José Joaquim Champalimaud de Nussane (atr. - séc. 18); Manuel Pinto Vilalobos (séc. 17 / 18); Manuel Azevedo Fortes; Matias José Azedo; Maximiano José da Serra (séc. 18 / 19); Miguel de Lescole (séc. 17). Pedreiro: Domingos Álvares do Rego.
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3527](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/28527477.ad515ac1.JPEG) Fortificações da Praça de Valença do Minho Autores: Arquiteto: Sebastião Pereira de Frias (séc. 17); Souto Moura (séc. 20). Engenheiros: Carlos Luís Ferreira da Cruz Amarante; Francisco Pedro Arbués Moreira; José Joaquim Champalimaud de Nussane (atr. - séc. 18); Manuel Pinto Vilalobos (séc. 17 / 18); Manuel Azevedo Fortes; Matias José Azedo; Maximiano José da Serra (séc. 18 / 19); Miguel de Lescole (séc. 17). Pedreiro: Domingos Álvares do Rego.
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3527
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 Fortificações da Praça de Valença do Minho Cronologia:
ORIGENS E PERÍODO MEDIEVAL
Século XII (1128): D. Afonso Henriques manda povoar o local, inicialmente batizado de Contença, para defender a fronteira e fixar população na região do Minho.
1217: D. Afonso II remodela o povoado e altera o seu nome para Valença, como símbolo de valentia e praça de defesa contra as incursões do Reino de Leão.
Século XIV: D. Afonso III e D. Dinis ordenam a construção da primeira cintura de muralhas medievais, torres e fossos para proteger o burgo em crescimento.
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 Fortificações da Praça de Valença do Minho SÉCS. XVII - XVIII: A GRANDE REFORMA
1640: Início da Guerra da Restauração da independência de Portugal. Valença ganha um papel fulcral na linha defensiva do rio Minho face à Galiza.
1643: O engenheiro militar francês Miguel de l'Escole projeta a transformação da fortaleza medieval num moderno sistema abaluartado de estilo Vauban, adaptado à artilharia com pólvora. (...)
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 Fortificações da Praça de Valença do Minho (...) 1661: Iniciam-se as grandes obras de expansão, com o desenho dos polígonos da Magistral e da Coroada, unidas pela Porta do Meio.
1713: O arquiteto militar Manuel Pinto de Vilalobos assume e conclui as obras estruturais da fortaleza, estabelecendo o perímetro amuralhado de 5 quilómetros que hoje conhecemos.
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 Fortificações da Praça de Valença do Minho SÉC. XIX: INVASÕES E DECLÍNIO MILITAR
1809: Durante a segunda Invasão Napoleónica, as tropas francesas do Marechal Soult cercam, bombardeiam e ocupam a praça de Valença, provocando graves danos nas estruturas.
1828 - 1834: No decorrer das Lutas Liberais, a fortaleza é ocupada pelas forças absolutistas de D. Miguel, sendo cercada e bombardeada pelas tropas liberais até à sua rendição.
1886: Inauguração da Ponte Metálica Internacional projetada por Gustave Eiffel, ligando Valença a Tui. A fortaleza perde gradualmente o seu propósito estritamente militar e defensivo.
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 Fortificações da Praça de Valença do Minho SÉC. XX - Presente: PRESERVAÇÃO E TURISMO
1910: As Fortificações de Valença são oficialmente classificadas como Monumento Nacional de Portugal.
Século XXI: O espaço assume-se como um polo turístico transfronteiriço dinâmico, integrando a lista candidata a Património Mundial da UNESCO na categoria de Fortificações Abaluartadas da Raia.
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 Fortificações da Praça de Valença do Minho Antes de adotar o nome de Valença sob o reinado de D. Afonso III (1262), a povoação medieval era conhecida como Contrasta. O nome não era um acaso: significava literalmente a vila que ficava "fronteira a", "em contraste com" ou "de frente para" a cidade galega de Tui, ilustrando a sua natureza puramente geoestratégica.
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 Fortificações da Praça de Valença do Minho Muitos julgam que é a maior, mas Valença ocupa o segundo lugar em extensão no país, ficando apenas atrás do colossal conjunto fortificado de Elvas (que é Património Mundial). Ainda assim, as suas dimensões impressionam: o complexo estende-se por mais de 38 hectares de área.
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 Fortificações da Praça de Valença do Minho A fortaleza foi desenhada como um sistema de defesa duplo perfeito. Está dividida em dois grandes recintos (a Magistral e a Coroada) separados por um fosso profundo. A única ligação interior entre os dois lados é feita através de uma passagem estreita conhecida como Porta do Meio. Se um inimigo conseguisse quebrar as defesas do primeiro recinto, a guarnição militar podia retirar-se para o segundo e isolar-se completamente, encurralando os invasores no fosso.
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 Fortificações da Praça de Valença do Minho Para além do formato de estrela (estilo Vauban) que permitia cruzar linhas de fogo sem deixar ângulos mortos, a fortaleza é um autêntico mostruário de arquitetura militar barroca. O complexo defensivo conta com números impressionantes:
• 10 baluartes e 2 meios-baluartes
• 5 revelins (estruturas isoladas em V para proteger as cortinas)
• 34 guaritas de vigia e 214 canhoneiras prontas para disparar
• 10 casamatas (bunkers subterrâneos à prova de bomba).
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 Fortificações da Praça de Valença do Minho Durante a Segunda Invasão Francesa em 1809, a fortaleza foi cercada pelas tropas do Marechal Soult. Sabendo que a artilharia pesada francesa poderia arrasar por completo o património e a população civil, a praça-forte acabou por se render para evitar a destruição total. Infelizmente, a vila acabou por sofrer um saque impiedoso que durou sete dias.
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 Fortificações da Praça de Valença do Minho Embora as muralhas visíveis sejam maioritariamente dos séculos XVII e XVIII, as escavações arqueológicas provam que o local é estratégico desde tempos imemoriais. O topo destes outeiros guarda vestígios sobrepostos de um povoado da Idade do Ferro (castrejo), seguidos de estruturas de uma pequena vila e via romana, antes de se erguer o castelo medieval no século XIII.
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![Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
Escola primária construída no início da década de 30 do séc. 20.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Época Construção: Séc. 20
Autores: Arquiteto: Eugénio Correia (1930).
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=24626](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/171027011.b3f90f6d.JPEG) Escola Primária José Rodrigues / Serviços Técnicos Câmara Municipal de Valença Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
Escola primária construída no início da década de 30 do séc. 20.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Época Construção: Séc. 20
Autores: Arquiteto: Eugénio Correia (1930).
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=24626
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 Valença |
 Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Valença Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Igreja de misericórdia, construída no séc. 18, em estilo barroco, reformulada no séc. 19, em estilo neoclássico.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Início da construção: Séc. 18.
Autores - ENTALHADOR: João Facundes (1738). ESCULTOR: Teixeira Lopes (séc. 19/20). MESTRE: Gonçalves (1590). PINTOR: Francisco Álvares (1749).
Paulo Amaral e Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6231
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 Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Valença SÉC. XVI: A FUNDAÇÃO E PRIMITIVO TEMPLO
1568 (19 de Janeiro): É emitida uma licença oficial do Arcebispado de Braga que permite "sagrar e dizer missa" na primitiva capela da Misericórdia local.
1590 (17 de Janeiro): É assinada a escritura que obriga um mestre de obras a edificar a igreja e as casas da Misericórdia no local exato onde hoje se encontram.
1592: Criação da primeira bandeira oficial da Irmandade, pintada por Inácio Ferraz Figueiroa, um símbolo identitário marcante da instituição.
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 Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Valença SÉC. XVII: CONSOLIDAÇÃO INSTITUCIONAL
1625: É pintada a segunda bandeira oficial da Misericórdia de Valença, que viria a sofrer restauros e alterações estéticas posteriores.
SÉC. XVIII: A RECONSTRUÇÃO BARROCA
1749: Construção do templo atual em estilo Barroco. A data fica gravada de forma perene na arquitrave do portal da fachada sul (que hoje serve de entrada principal).
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 Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Valença SÉC. XIX: A MUTAÇÃO NEOCLÁSSICA
Final do Século XIX: O edifício sofre uma profunda reforma estrutural e estética. As fachadas são adaptadas ao gosto Neoclássico e Revivalista, reformulando-se a fachada axial (frontal) com a abertura de um portal em arco, um óculo e o remate em empena.
Séculos XX e XXI: Conservação Contemporânea2009: A igreja é alvo de uma extensa intervenção de conservação e restauro promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Valença. As obras reabilitam o teto de caixotões, os azulejos, a capela-mor e os retábulos de talha neoclássica.
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 Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Valença Ao olhar para a igreja de frente, vê-se um passeio estreito com guardas metálicas elevado sobre a rua. Mas reza a história que esta disposição urbana "empurrou" o projeto arquitetônico a usar a fachada lateral a sul como a verdadeira porta principal para quem a visita, uma característica transversal invulgar.
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 Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Valença Para conseguir erguer o edifício com as dimensões atuais no século XVIII, os construtores tiveram de invadir o antigo adro da vizinha Igreja de Santa Maria dos Anjos, onde antes existia apenas um pequeno oratório.
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 Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Valença Mesmo ao lado do templo, o antigo hospital que era gerido pela Santa Casa da Misericórdia funcionou, originalmente, como um Convento de Santa Clara no século XV. Ao longo do tempo mudou radicalmente de funções devido às necessidades da guerra: foi extinto, reconvertido em Quartel de Artilharia e Hospital Militar no século XVIII, antes de assumir as funções sociais da Misericórdia.
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 Igrejas Gémeas |
 Igreja de Santa Maria dos Anjos Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Igreja paroquial construída no séc. 13.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Início da construção: Séc. 13.
Alexandra Lima, Paulo Amaral e Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6437
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 Igreja de Santo Estêvão Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Igreja de reconstrução neoclássica, de fundação medieval.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Início da construção: Séc. 14.
PINTOR: Francisco Correia (1572-1574).
Alexandra Lima, Paulo Amaral e Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6230
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 Igreja de Santo Estêvão Cronologia:
Século XIII (1283): Primeira referência documental à sua fundação original em estilo românico.
1398: Elevação do templo a sede da prestigiada Colegiada de Santo Estêvão.
Século XV: Criação da Cátedra dos Bispos de Ceuta, a cadeira episcopal gótico-mudéjar que hoje é a mais antiga de Portugal.
1512: O Papa Júlio II anexa os bens da Colegiada à Mesa Episcopal de Ceuta, transformando a igreja na Sé do bispado. (...)
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 Igreja de Santo Estêvão (...) 1755: O Grande Terramoto de Lisboa abala a estrutura e provoca a queda da torre sineira medieval.
1792: Início da reconstrução total do templo, que adota a atual arquitetura neoclássica.
1925: A Irmã Lúcia (vidente de Fátima) ingressa no Asilo do Perpétuo Socorro em Valença e passa a frequentar o templo.
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 Igreja de Santo Estêvão A fundação da Colegiada de Santo Estêvão, em 1398, ocorreu devido a rivalidades papais. Cónegos vindos de Tui (Espanha) decidiram mudar-se para o lado de cá do Rio Minho e fixar-se nesta igreja por causa das profundas divisões religiosas da Europa da altura.
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 Igreja de Santo Estêvão Se olhar com atenção para o lado direito da fachada exterior da igreja, vai notar marcas e sulcos gravados na pedra. No passado, estas inscrições serviam como antigos padrões de medida oficiais da vila medieval, onde os comerciantes e habitantes locais iam aferir o tamanho correto das mercadorias vendidas na praça.
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 Igreja de Santo Estêvão A famosa cadeira episcopal (cátedra) gótico-mudéjar foi utilizada precisamente por oito bispos diferentes da Diocese de Ceuta. Feita em madeira de castanho entalhada e policromada por volta de 1480, tornou-se tão valiosa e rara que, além de passar pelo Vaticano, esteve recentemente em grandes exposições nacionais na Rota das Catedrais
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 Igreja de Santo Estêvão |
 Igreja de Santo Estêvão |
 Igreja de Santo Estêvão |
 Monumento a São Teotónio, por Vasco Pereira da Conceição (1966) São Teotónio nasceu em 1082 na freguesia valenciana de Ganfei, onde hoje também existe uma capela em sua memória. Faleceu em Coimbra em 1162.
Foi o principal conselheiro e confessor de D. Afonso Henriques. Teve um papel crucial no apoio político-religioso que levou à independência e consolidação do Reino de Portugal.
É considerado o protetor dos cristãos capturados, após ter acolhido e amparado cerca de 1000 moçárabes resgatados numa incursão militar na Andaluzia.
Foi elevado a santo em 1163, apenas um ano após a sua morte. É o padroeiro oficial de Valença e de Viseu.
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 Capela do Bom Jesus O "ERRO" ICONOGRÁFICO
Curiosamente, a imagem representa o santo de pé vestindo trajes crúzios e com uma mitra na cabeça. Especialistas apontam isto como um erro de iconografia, dado que São Teotónio é historicamente conhecido por ter recusado o cargo de bispo por duas vezes devido à sua enorme humildade. Por esse motivo, noutras representações religiosas, a mitra surge habitualmente pousada aos seus pés e não na cabeça.
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 Capela do Bom Jesus HISTORIAL E ARQUITETURA
Origem: A estrutura original foi fundada no século XVI por Pedro Saavedra. Contudo, acabou por ser reedificada no local atual e inaugurada no ano de 1700.
Traço Militar: O projeto arquitetónico foi desenhado pelo prestigiado engenheiro militar Manuel Pinto de Vilalobos.
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 Capela do Bom Jesus (...) Estilo: Apresenta uma marcante arquitetura religiosa de estilo barroco com elementos rococó, além de uma decoração interior de transição com detalhes neoclássicos.
Fachada: Destaca-se pelo imponente portal em arco de volta perfeita, encimado por cantarias que exibem a cruz, a coroa real e o brasão de Portugal.
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 Capela do Bom Jesus |
 Capela do Bom Jesus (...) 1758: O Pe. Avelino de Almeida regista nas Memórias Paroquiais que a capela enfrenta grandes dificuldades financeiras. Sobrevive exclusivamente de esmolas e não possui rendas fixas próprias.
Década de 1760: Avança a execução dos retábulos artísticos do interior e da talha dourada.1767: O templo é formalmente cedido à Irmandade de Nossa Senhora do Carmo, corporação religiosa restrita aos oficiais e soldados do Regimento de Infantaria de Valença. Assume-se em pleno a sua função de Capela Militar.
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 Capela do Bom Jesus SÉCS. XIX e XX
Campanhas Militares: A imagem de Nossa Senhora do Carmo é integrada na rotina de combate do Regimento (mais tarde designado Regimento de Infantaria n.º 21). Passa a ser transportada para as frentes de batalha dentro da mochila de um soldado destacado.
1996–1999: O edifício beneficia de uma profunda intervenção de restauro e conservação estrutural. Os trabalhos incluem a recuperação integral dos altares, da talha policromada e da icónica tela pictórica da "Descida da Cruz".
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![Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Monumento comemorativo da participação portuguesa da I Guerra Mundial, construído na década de trinta do século 20, constituindo um dos poucos dessa época com figura humana e, sobretudo, com a representação da deusa da Vitória.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Época Construção: Séc. 20.
Autores: Canteiro: José Pereira Gomes (1938). Escultor: João da Silva (1938).
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=23838](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/171027073.95d6c15a.JPEG) Monumento aos Combatentes da Grande Guerra em Valença Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Monumento comemorativo da participação portuguesa da I Guerra Mundial, construído na década de trinta do século 20, constituindo um dos poucos dessa época com figura humana e, sobretudo, com a representação da deusa da Vitória.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Época Construção: Séc. 20.
Autores: Canteiro: José Pereira Gomes (1938). Escultor: João da Silva (1938).
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=23838
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![Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Marco miliário de construção romana, adaptado a pelourinho durante o séc. 17.
Proteção: Monumento Nacional.
Cronologia: 43, 21 janeiro / 44, 24 janeiro - construção do marco miliário junto à via romana, quando o imperador Cláudio ordenou o seu restauro.
Observações: Em linhas muito gerais a IV Via tinha o seguinte trajeto: saía de Braga dirigindo-se diretamente para Prado, onde passava a ponte, seguia para Ponte de Lima, atravessava a ponte, subia a serra da Labruja, passava a Romarigães, Ponte dos Caniços, Fontoura e, já dentro da vila de Valença, fletia para a zona conhecida de Arinhos, onde atravessava o rio Minho para Tuy.
Paula Noé [excertos], http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=413](https://a4.pbase.com/g10/21/4921/3/29065734.neBwU4Oi.jpg) Marco Miliário em Valença Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Marco miliário de construção romana, adaptado a pelourinho durante o séc. 17.
Proteção: Monumento Nacional.
Cronologia: 43, 21 janeiro / 44, 24 janeiro - construção do marco miliário junto à via romana, quando o imperador Cláudio ordenou o seu restauro.
Observações: Em linhas muito gerais a IV Via tinha o seguinte trajeto: saía de Braga dirigindo-se diretamente para Prado, onde passava a ponte, seguia para Ponte de Lima, atravessava a ponte, subia a serra da Labruja, passava a Romarigães, Ponte dos Caniços, Fontoura e, já dentro da vila de Valença, fletia para a zona conhecida de Arinhos, onde atravessava o rio Minho para Tuy.
Paula Noé [excertos], http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=413
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 Marco Miliário em Valença |
![Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Núcleo urbano sede municipal.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações de Valença do Minho.
Início da construção: Séc. 13.
ENGENHEIROS MILITARES: Miguel de Lescole (séc. 17); Manuel Pinto Vilalobos (séc. 17-18); José Joaquim Champalimaud de Nussane (séc. 18); Maximiano José da Serra (séc. 18).
Anouk Costa, Margarida Tavares, Teresa Ferreira e Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6727](https://a4.pbase.com/g12/21/4921/3/31312573.hRHAVFF9.jpg) Núcleo Urbano da Cidade de Valença Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Núcleo urbano sede municipal.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações de Valença do Minho.
Início da construção: Séc. 13.
ENGENHEIROS MILITARES: Miguel de Lescole (séc. 17); Manuel Pinto Vilalobos (séc. 17-18); José Joaquim Champalimaud de Nussane (séc. 18); Maximiano José da Serra (séc. 18).
Anouk Costa, Margarida Tavares, Teresa Ferreira e Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6727
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![Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Câmara Municipal construída em finais do séc. 19.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Época de construção: Sécs. 19 e 20.
Autores: Arquiteto: José Pereira Viana (1881). Empreiteiro: Luís Monteiro Viana (1883). Pedreiro: Manuel Góis de Melo (1854). Relojoeiro: Domingos Nunes de Matos (1854).
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9009](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/171027033.e5e5093b.JPEG) Câmara Municipal de Valença Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Câmara Municipal construída em finais do séc. 19.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Época de construção: Sécs. 19 e 20.
Autores: Arquiteto: José Pereira Viana (1881). Empreiteiro: Luís Monteiro Viana (1883). Pedreiro: Manuel Góis de Melo (1854). Relojoeiro: Domingos Nunes de Matos (1854).
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9009
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 Câmara Municipal de Valença |
 Valença |
![Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
Edifício bancário construído no séc. 20 em linguagem nacionalista.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Cronologia: 1928, novembro - assalto à antiga agência da Caixa Geral na vila, tendo sido roubados cerca de 40$00 que, em cédulas velhas, ali existiam guardadas no cofre; 2000, junho - adquirido pela Câmara Municipal de Valença ao Grupo Caixa Geral de Depósitos.
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20142](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/171027010.4dc29637.JPEG) Edifício de Serviços da Câmara Municipal de Valença Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
Edifício bancário construído no séc. 20 em linguagem nacionalista.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Cronologia: 1928, novembro - assalto à antiga agência da Caixa Geral na vila, tendo sido roubados cerca de 40$00 que, em cédulas velhas, ali existiam guardadas no cofre; 2000, junho - adquirido pela Câmara Municipal de Valença ao Grupo Caixa Geral de Depósitos.
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20142
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![União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
Casa nobre de construção seiscentista, mas com existência documentada desde o séc. 16.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Época de construção: Sécs. 17 e 19.
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=16739](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/171027044.f2c0811a.JPEG) Casa do Poço União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
Casa nobre de construção seiscentista, mas com existência documentada desde o séc. 16.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Época de construção: Sécs. 17 e 19.
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=16739
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![Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
Casa unifamiliar de provável construção oitocentista, alteada posteriormente, com as fachadas revestidas a azulejos relevados.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Cronologia: Séc. 19 - Provável construção da casa; séc. 19, finais - séc. 20, inícios - alteamento do edifício com construção de um quarto piso sobre o remate da fachada e revestimento das fachadas a azulejos relevados.
Paula Noé {excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25027](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/171027034.0b9d0a1d.JPEG) Casa na Rua Conselheiro Lopes da Silva, n.º 20 a 24 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
Casa unifamiliar de provável construção oitocentista, alteada posteriormente, com as fachadas revestidas a azulejos relevados.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Cronologia: Séc. 19 - Provável construção da casa; séc. 19, finais - séc. 20, inícios - alteamento do edifício com construção de um quarto piso sobre o remate da fachada e revestimento das fachadas a azulejos relevados.
Paula Noé {excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25027
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 Casa na Rua Conselheiro Lopes da Silva, n.º 20 a 24 |
![Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Casa unifamiliar construída no séc. 16, em estilo manuelino, de lote estreito e dois pisos, encimado por um terceiro piso, provavelmente construído no séc. 20, com sacada corrida.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Cronologia: Séc. 16 - Construção da casa; séc. 20 - provável construção do terceiro piso.
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25026](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/171027032.f2228301.JPEG) Rua José Rodrigues, nº 46 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
Casa unifamiliar construída no séc. 16, em estilo manuelino, de lote estreito e dois pisos, encimado por um terceiro piso, provavelmente construído no séc. 20, com sacada corrida.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.
Cronologia: Séc. 16 - Construção da casa; séc. 20 - provável construção do terceiro piso.
Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25026
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 Casa da Vila |
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