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Dias dos Reis | profile | all galleries >> PATRIMÓNIO EM PORTUGAL CONTINENTAL >> Património no Distrito de Viana do Castelo >> Património no Concelho de Valença tree view | thumbnails | slideshow

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Património no Concelho de Valença

 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
 
Fortificação construída entre a segunda metade do séc. 17 e a primeira metade do séc. 18, com traçado abaluartado e de grande importância estratégica, já que, juntamente com a fortaleza de Viana, Caminha e Monção, constitui uma das quatro grandes fortalezas em que assentava a defesa do noroeste português.

Proteção: Monumento Nacional.

Início da construção: Séc. 13.

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3527
Fortificações da Praça
de Valença do Minho

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.

Fortificação construída entre a segunda metade do séc. 17 e a primeira metade do séc. 18, com traçado abaluartado e de grande importância estratégica, já que, juntamente com a fortaleza de Viana, Caminha e Monção, constitui uma das quatro grandes fortalezas em que assentava a defesa do noroeste português.

Proteção: Monumento Nacional.

Início da construção: Séc. 13.

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3527

 Autores: Arquiteto: Sebastião Pereira de Frias (séc. 17); Souto Moura (séc. 20). Engenheiros: Carlos Luís Ferreira da Cruz Amarante; Francisco Pedro Arbués Moreira; José Joaquim Champalimaud de Nussane (atr. - séc. 18); Manuel Pinto Vilalobos (séc. 17 / 18); Manuel Azevedo Fortes; Matias José Azedo; Maximiano José da Serra (séc. 18 / 19); Miguel de Lescole (séc. 17). Pedreiro: Domingos Álvares do Rego.

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3527
Fortificações da Praça
de Valença do Minho

Autores: Arquiteto: Sebastião Pereira de Frias (séc. 17); Souto Moura (séc. 20). Engenheiros: Carlos Luís Ferreira da Cruz Amarante; Francisco Pedro Arbués Moreira; José Joaquim Champalimaud de Nussane (atr. - séc. 18); Manuel Pinto Vilalobos (séc. 17 / 18); Manuel Azevedo Fortes; Matias José Azedo; Maximiano José da Serra (séc. 18 / 19); Miguel de Lescole (séc. 17). Pedreiro: Domingos Álvares do Rego.

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3527

 Cronologia: 

ORIGENS E PERÍODO MEDIEVAL

Século XII (1128): D. Afonso Henriques manda povoar o local, inicialmente batizado de Contença, para defender a fronteira e fixar população na região do Minho.

1217: D. Afonso II remodela o povoado e altera o seu nome para Valença, como símbolo de valentia e praça de defesa contra as incursões do Reino de Leão.

Século XIV: D. Afonso III e D. Dinis ordenam a construção da primeira cintura de muralhas medievais, torres e fossos para proteger o burgo em crescimento.

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Fortificações da Praça
de Valença do Minho

Cronologia:

ORIGENS E PERÍODO MEDIEVAL

Século XII (1128): D. Afonso Henriques manda povoar o local, inicialmente batizado de Contença, para defender a fronteira e fixar população na região do Minho.

1217: D. Afonso II remodela o povoado e altera o seu nome para Valença, como símbolo de valentia e praça de defesa contra as incursões do Reino de Leão.

Século XIV: D. Afonso III e D. Dinis ordenam a construção da primeira cintura de muralhas medievais, torres e fossos para proteger o burgo em crescimento.

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 SÉCS. XVII - XVIII: A GRANDE REFORMA

1640: Início da Guerra da Restauração da independência de Portugal. Valença ganha um papel fulcral na linha defensiva do rio Minho face à Galiza.

1643: O engenheiro militar francês Miguel de l'Escole projeta a transformação da fortaleza medieval num moderno sistema abaluartado de estilo Vauban, adaptado à artilharia com pólvora. (...)

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Fortificações da Praça
de Valença do Minho

SÉCS. XVII - XVIII: A GRANDE REFORMA

1640: Início da Guerra da Restauração da independência de Portugal. Valença ganha um papel fulcral na linha defensiva do rio Minho face à Galiza.

1643: O engenheiro militar francês Miguel de l'Escole projeta a transformação da fortaleza medieval num moderno sistema abaluartado de estilo Vauban, adaptado à artilharia com pólvora. (...)

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   (...)  1661: Iniciam-se as grandes obras de expansão, com o desenho dos polígonos da Magistral e da Coroada, unidas pela Porta do Meio.

1713: O arquiteto militar Manuel Pinto de Vilalobos assume e conclui as obras estruturais da fortaleza, estabelecendo o perímetro amuralhado de 5 quilómetros que hoje conhecemos.

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Fortificações da Praça
de Valença do Minho

(...) 1661: Iniciam-se as grandes obras de expansão, com o desenho dos polígonos da Magistral e da Coroada, unidas pela Porta do Meio.

1713: O arquiteto militar Manuel Pinto de Vilalobos assume e conclui as obras estruturais da fortaleza, estabelecendo o perímetro amuralhado de 5 quilómetros que hoje conhecemos.

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 SÉC. XIX: INVASÕES E DECLÍNIO MILITAR

1809: Durante a segunda Invasão Napoleónica, as tropas francesas do Marechal Soult cercam, bombardeiam e ocupam a praça de Valença, provocando graves danos nas estruturas.

1828 - 1834: No decorrer das Lutas Liberais, a fortaleza é ocupada pelas forças absolutistas de D. Miguel, sendo cercada e bombardeada pelas tropas liberais até à sua rendição.

1886: Inauguração da Ponte Metálica Internacional projetada por Gustave Eiffel, ligando Valença a Tui. A fortaleza perde gradualmente o seu propósito estritamente militar e defensivo.

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Fortificações da Praça
de Valença do Minho

SÉC. XIX: INVASÕES E DECLÍNIO MILITAR

1809: Durante a segunda Invasão Napoleónica, as tropas francesas do Marechal Soult cercam, bombardeiam e ocupam a praça de Valença, provocando graves danos nas estruturas.

1828 - 1834: No decorrer das Lutas Liberais, a fortaleza é ocupada pelas forças absolutistas de D. Miguel, sendo cercada e bombardeada pelas tropas liberais até à sua rendição.

1886: Inauguração da Ponte Metálica Internacional projetada por Gustave Eiffel, ligando Valença a Tui. A fortaleza perde gradualmente o seu propósito estritamente militar e defensivo.

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 SÉC. XX - Presente: PRESERVAÇÃO E TURISMO
 
1910: As Fortificações de Valença são oficialmente classificadas como Monumento Nacional de Portugal.

Século XXI: O espaço assume-se como um polo turístico transfronteiriço dinâmico, integrando a lista candidata a Património Mundial da UNESCO na categoria de Fortificações Abaluartadas da Raia.

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Fortificações da Praça
de Valença do Minho

SÉC. XX - Presente: PRESERVAÇÃO E TURISMO

1910: As Fortificações de Valença são oficialmente classificadas como Monumento Nacional de Portugal.

Século XXI: O espaço assume-se como um polo turístico transfronteiriço dinâmico, integrando a lista candidata a Património Mundial da UNESCO na categoria de Fortificações Abaluartadas da Raia.

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Fortificações da Praça  de Valença do Minho
Fortificações da Praça
de Valença do Minho
Fortificações da Praça  de Valença do Minho
Fortificações da Praça
de Valença do Minho
Fortificações da Praça  de Valença do Minho
Fortificações da Praça
de Valença do Minho
Fortificações da Praça  de Valença do Minho
Fortificações da Praça
de Valença do Minho
Fortificações da Praça  de Valença do Minho
Fortificações da Praça
de Valença do Minho
Fortificações da Praça  de Valença do Minho
Fortificações da Praça
de Valença do Minho
 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
 
Escola primária construída no início da década de 30 do séc. 20.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Época Construção: Séc. 20

Autores: Arquiteto: Eugénio Correia (1930).

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=24626
Escola Primária José Rodrigues /
Serviços Técnicos Câmara
Municipal de Valença

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão

Escola primária construída no início da década de 30 do séc. 20.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Época Construção: Séc. 20

Autores: Arquiteto: Eugénio Correia (1930).

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=24626

Valença
Valença
 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
 
Igreja de misericórdia, construída no séc. 18, em estilo barroco, reformulada no séc. 19, em estilo neoclássico.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho. 

Início da construção: Séc. 18.

Autores - ENTALHADOR: João Facundes (1738). ESCULTOR: Teixeira Lopes (séc. 19/20). MESTRE: Gonçalves (1590). PINTOR: Francisco Álvares (1749).

Paulo Amaral e Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6231
Igreja da Santa Casa da
Misericórdia de Valença

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.

Igreja de misericórdia, construída no séc. 18, em estilo barroco, reformulada no séc. 19, em estilo neoclássico.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Início da construção: Séc. 18.

Autores - ENTALHADOR: João Facundes (1738). ESCULTOR: Teixeira Lopes (séc. 19/20). MESTRE: Gonçalves (1590). PINTOR: Francisco Álvares (1749).

Paulo Amaral e Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6231

 SÉC. XVI: A FUNDAÇÃO E PRIMITIVO TEMPLO

1568 (19 de Janeiro): É emitida uma licença oficial do Arcebispado de Braga que permite sagrar e dizer missa na primitiva capela da Misericórdia local.

1590 (17 de Janeiro): É assinada a escritura que obriga um mestre de obras a edificar a igreja e as casas da Misericórdia no local exato onde hoje se encontram.

1592: Criação da primeira bandeira oficial da Irmandade, pintada por Inácio Ferraz Figueiroa, um símbolo identitário marcante da instituição.

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Igreja da Santa Casa da
Misericórdia de Valença

SÉC. XVI: A FUNDAÇÃO E PRIMITIVO TEMPLO

1568 (19 de Janeiro): É emitida uma licença oficial do Arcebispado de Braga que permite "sagrar e dizer missa" na primitiva capela da Misericórdia local.

1590 (17 de Janeiro): É assinada a escritura que obriga um mestre de obras a edificar a igreja e as casas da Misericórdia no local exato onde hoje se encontram.

1592: Criação da primeira bandeira oficial da Irmandade, pintada por Inácio Ferraz Figueiroa, um símbolo identitário marcante da instituição.

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  SÉC. XVII: CONSOLIDAÇÃO INSTITUCIONAL

1625: É pintada a segunda bandeira oficial da Misericórdia de Valença, que viria a sofrer restauros e alterações estéticas posteriores.

SÉC. XVIII: A RECONSTRUÇÃO BARROCA 

1749: Construção do templo atual em estilo Barroco. A data fica gravada de forma perene na arquitrave do portal da fachada sul (que hoje serve de entrada principal).

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Igreja da Santa Casa da
Misericórdia de Valença

SÉC. XVII: CONSOLIDAÇÃO INSTITUCIONAL

1625: É pintada a segunda bandeira oficial da Misericórdia de Valença, que viria a sofrer restauros e alterações estéticas posteriores.

SÉC. XVIII: A RECONSTRUÇÃO BARROCA

1749: Construção do templo atual em estilo Barroco. A data fica gravada de forma perene na arquitrave do portal da fachada sul (que hoje serve de entrada principal).

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 SÉC. XIX: A MUTAÇÃO NEOCLÁSSICA 

Final do Século XIX: O edifício sofre uma profunda reforma estrutural e estética. As fachadas são adaptadas ao gosto Neoclássico e Revivalista, reformulando-se a fachada axial (frontal) com a abertura de um portal em arco, um óculo e o remate em empena.

Séculos XX e XXI: Conservação Contemporânea2009: A igreja é alvo de uma extensa intervenção de conservação e restauro promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Valença. As obras reabilitam o teto de caixotões, os azulejos, a capela-mor e os retábulos de talha neoclássica.

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Igreja da Santa Casa da
Misericórdia de Valença

SÉC. XIX: A MUTAÇÃO NEOCLÁSSICA

Final do Século XIX: O edifício sofre uma profunda reforma estrutural e estética. As fachadas são adaptadas ao gosto Neoclássico e Revivalista, reformulando-se a fachada axial (frontal) com a abertura de um portal em arco, um óculo e o remate em empena.

Séculos XX e XXI: Conservação Contemporânea2009: A igreja é alvo de uma extensa intervenção de conservação e restauro promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Valença. As obras reabilitam o teto de caixotões, os azulejos, a capela-mor e os retábulos de talha neoclássica.

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Igreja da Santa Casa da  Misericórdia de Valença
Igreja da Santa Casa da
Misericórdia de Valença
Igreja da Santa Casa da  Misericórdia de Valença
Igreja da Santa Casa da
Misericórdia de Valença
Igreja da Santa Casa da  Misericórdia de Valença
Igreja da Santa Casa da
Misericórdia de Valença
Igrejas Gémeas
Igrejas Gémeas
 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
 
Igreja paroquial construída no séc. 13.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Início da construção: Séc. 13.

Alexandra Lima, Paulo Amaral e Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6437
Igreja de Santa Maria dos Anjos

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.

Igreja paroquial construída no séc. 13.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Início da construção: Séc. 13.

Alexandra Lima, Paulo Amaral e Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6437

 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
 
Igreja de reconstrução neoclássica, de fundação medieval.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Início da construção: Séc. 14.

PINTOR: Francisco Correia (1572-1574).

Alexandra Lima, Paulo Amaral e Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6230
Igreja de Santo Estêvão

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.

Igreja de reconstrução neoclássica, de fundação medieval.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Início da construção: Séc. 14.

PINTOR: Francisco Correia (1572-1574).

Alexandra Lima, Paulo Amaral e Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6230

 Cronologia:

Século XIII (1283): Primeira referência documental à sua fundação original em estilo românico.

1398: Elevação do templo a sede da prestigiada Colegiada de Santo Estêvão.

Século XV: Criação da Cátedra dos Bispos de Ceuta, a cadeira episcopal gótico-mudéjar que hoje é a mais antiga de Portugal.

1512: O Papa Júlio II anexa os bens da Colegiada à Mesa Episcopal de Ceuta, transformando a igreja na Sé do bispado. (...)

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Igreja de Santo Estêvão

Cronologia:

Século XIII (1283): Primeira referência documental à sua fundação original em estilo românico.

1398: Elevação do templo a sede da prestigiada Colegiada de Santo Estêvão.

Século XV: Criação da Cátedra dos Bispos de Ceuta, a cadeira episcopal gótico-mudéjar que hoje é a mais antiga de Portugal.

1512: O Papa Júlio II anexa os bens da Colegiada à Mesa Episcopal de Ceuta, transformando a igreja na Sé do bispado. (...)

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 (...) 1755: O Grande Terramoto de Lisboa abala a estrutura e provoca a queda da torre sineira medieval.

1792: Início da reconstrução total do templo, que adota a atual arquitetura neoclássica.

1925: A Irmã Lúcia (vidente de Fátima) ingressa no Asilo do Perpétuo Socorro em Valença e passa a frequentar o templo.

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Igreja de Santo Estêvão

(...) 1755: O Grande Terramoto de Lisboa abala a estrutura e provoca a queda da torre sineira medieval.

1792: Início da reconstrução total do templo, que adota a atual arquitetura neoclássica.

1925: A Irmã Lúcia (vidente de Fátima) ingressa no Asilo do Perpétuo Socorro em Valença e passa a frequentar o templo.

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Igreja de Santo Estêvão
Igreja de Santo Estêvão
Igreja de Santo Estêvão
Igreja de Santo Estêvão
Igreja de Santo Estêvão
Igreja de Santo Estêvão
Igreja de Santo Estêvão
Igreja de Santo Estêvão
Igreja de Santo Estêvão
Igreja de Santo Estêvão
Igreja de Santo Estêvão
Igreja de Santo Estêvão
 São Teotónio nasceu em 1082 na freguesia valenciana de Ganfei, onde hoje também existe uma capela em sua memória. Faleceu em Coimbra em 1162.

Foi o principal conselheiro e confessor de D. Afonso Henriques. Teve um papel crucial no apoio político-religioso que levou à independência e consolidação do Reino de Portugal.

É considerado o protetor dos cristãos capturados, após ter acolhido e amparado cerca de 1000 moçárabes resgatados numa incursão militar na Andaluzia.

Foi elevado a santo em 1163, apenas um ano após a sua morte. É o padroeiro oficial de Valença e de Viseu.

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Monumento a São Teotónio,
por Vasco Pereira
da Conceição (1966)

São Teotónio nasceu em 1082 na freguesia valenciana de Ganfei, onde hoje também existe uma capela em sua memória. Faleceu em Coimbra em 1162.

Foi o principal conselheiro e confessor de D. Afonso Henriques. Teve um papel crucial no apoio político-religioso que levou à independência e consolidação do Reino de Portugal.

É considerado o protetor dos cristãos capturados, após ter acolhido e amparado cerca de 1000 moçárabes resgatados numa incursão militar na Andaluzia.

Foi elevado a santo em 1163, apenas um ano após a sua morte. É o padroeiro oficial de Valença e de Viseu.

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 O ERRO ICONOGRÁFICO 

Curiosamente, a imagem representa o santo de pé vestindo trajes crúzios e com uma mitra na cabeça. Especialistas apontam isto como um erro de iconografia, dado que São Teotónio é historicamente conhecido por ter recusado o cargo de bispo por duas vezes devido à sua enorme humildade. Por esse motivo, noutras representações religiosas, a mitra surge habitualmente pousada aos seus pés e não na cabeça.

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Capela do Bom Jesus

O "ERRO" ICONOGRÁFICO

Curiosamente, a imagem representa o santo de pé vestindo trajes crúzios e com uma mitra na cabeça. Especialistas apontam isto como um erro de iconografia, dado que São Teotónio é historicamente conhecido por ter recusado o cargo de bispo por duas vezes devido à sua enorme humildade. Por esse motivo, noutras representações religiosas, a mitra surge habitualmente pousada aos seus pés e não na cabeça.

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 HISTORIAL E ARQUITETURA

Origem: A estrutura original foi fundada no século XVI por Pedro Saavedra. Contudo, acabou por ser reedificada no local atual e inaugurada no ano de 1700.

Traço Militar: O projeto arquitetónico foi desenhado pelo prestigiado engenheiro militar Manuel Pinto de Vilalobos.

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Capela do Bom Jesus

HISTORIAL E ARQUITETURA

Origem: A estrutura original foi fundada no século XVI por Pedro Saavedra. Contudo, acabou por ser reedificada no local atual e inaugurada no ano de 1700.

Traço Militar: O projeto arquitetónico foi desenhado pelo prestigiado engenheiro militar Manuel Pinto de Vilalobos.

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 (...) Estilo: Apresenta uma marcante arquitetura religiosa de estilo barroco com elementos rococó, além de uma decoração interior de transição com detalhes neoclássicos.

Fachada: Destaca-se pelo imponente portal em arco de volta perfeita, encimado por cantarias que exibem a cruz, a coroa real e o brasão de Portugal.

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Capela do Bom Jesus

(...) Estilo: Apresenta uma marcante arquitetura religiosa de estilo barroco com elementos rococó, além de uma decoração interior de transição com detalhes neoclássicos.

Fachada: Destaca-se pelo imponente portal em arco de volta perfeita, encimado por cantarias que exibem a cruz, a coroa real e o brasão de Portugal.

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Capela do Bom Jesus
Capela do Bom Jesus
 (...) 1758: O Pe. Avelino de Almeida regista nas Memórias Paroquiais que a capela enfrenta grandes dificuldades financeiras. Sobrevive exclusivamente de esmolas e não possui rendas fixas próprias.

Década de 1760: Avança a execução dos retábulos artísticos do interior e da talha dourada.1767: O templo é formalmente cedido à Irmandade de Nossa Senhora do Carmo, corporação religiosa restrita aos oficiais e soldados do Regimento de Infantaria de Valença. Assume-se em pleno a sua função de Capela Militar. 

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Capela do Bom Jesus

(...) 1758: O Pe. Avelino de Almeida regista nas Memórias Paroquiais que a capela enfrenta grandes dificuldades financeiras. Sobrevive exclusivamente de esmolas e não possui rendas fixas próprias.

Década de 1760: Avança a execução dos retábulos artísticos do interior e da talha dourada.1767: O templo é formalmente cedido à Irmandade de Nossa Senhora do Carmo, corporação religiosa restrita aos oficiais e soldados do Regimento de Infantaria de Valença. Assume-se em pleno a sua função de Capela Militar.

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 SÉCS. XIX e XX

Campanhas Militares: A imagem de Nossa Senhora do Carmo é integrada na rotina de combate do Regimento (mais tarde designado Regimento de Infantaria n.º 21). Passa a ser transportada para as frentes de batalha dentro da mochila de um soldado destacado.

1996–1999: O edifício beneficia de uma profunda intervenção de restauro e conservação estrutural. Os trabalhos incluem a recuperação integral dos altares, da talha policromada e da icónica tela pictórica da Descida da Cruz.

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Capela do Bom Jesus

SÉCS. XIX e XX

Campanhas Militares: A imagem de Nossa Senhora do Carmo é integrada na rotina de combate do Regimento (mais tarde designado Regimento de Infantaria n.º 21). Passa a ser transportada para as frentes de batalha dentro da mochila de um soldado destacado.

1996–1999: O edifício beneficia de uma profunda intervenção de restauro e conservação estrutural. Os trabalhos incluem a recuperação integral dos altares, da talha policromada e da icónica tela pictórica da "Descida da Cruz".

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 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
 
Monumento comemorativo da participação portuguesa da I Guerra Mundial, construído na década de trinta do século 20, constituindo um dos poucos dessa época com figura humana e, sobretudo, com a representação da deusa da Vitória. 

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Época Construção: Séc. 20.

Autores: Canteiro: José Pereira Gomes (1938). Escultor: João da Silva (1938).

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=23838
Monumento aos Combatentes
da Grande Guerra em Valença

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.

Monumento comemorativo da participação portuguesa da I Guerra Mundial, construído na década de trinta do século 20, constituindo um dos poucos dessa época com figura humana e, sobretudo, com a representação da deusa da Vitória.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Época Construção: Séc. 20.

Autores: Canteiro: José Pereira Gomes (1938). Escultor: João da Silva (1938).

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=23838

 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
 
Marco miliário de construção romana, adaptado a pelourinho durante o séc. 17.

Proteção: Monumento Nacional.

Cronologia: 43, 21 janeiro / 44, 24 janeiro - construção do marco miliário junto à via romana, quando o imperador Cláudio ordenou o seu restauro.

Observações: Em linhas muito gerais a IV Via tinha o seguinte trajeto: saía de Braga dirigindo-se diretamente para Prado, onde passava a ponte, seguia para Ponte de Lima, atravessava a ponte, subia a serra da Labruja, passava a Romarigães, Ponte dos Caniços, Fontoura e, já dentro da vila de Valença, fletia para a zona conhecida de Arinhos, onde atravessava o rio Minho para Tuy.

Paula Noé [excertos], http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=413
Marco Miliário em Valença

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.

Marco miliário de construção romana, adaptado a pelourinho durante o séc. 17.

Proteção: Monumento Nacional.

Cronologia: 43, 21 janeiro / 44, 24 janeiro - construção do marco miliário junto à via romana, quando o imperador Cláudio ordenou o seu restauro.

Observações: Em linhas muito gerais a IV Via tinha o seguinte trajeto: saía de Braga dirigindo-se diretamente para Prado, onde passava a ponte, seguia para Ponte de Lima, atravessava a ponte, subia a serra da Labruja, passava a Romarigães, Ponte dos Caniços, Fontoura e, já dentro da vila de Valença, fletia para a zona conhecida de Arinhos, onde atravessava o rio Minho para Tuy.

Paula Noé [excertos], http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=413

Marco Miliário em Valença
Marco Miliário em Valença
 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
 
Núcleo urbano sede municipal.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações de Valença do Minho.

Início da construção: Séc. 13.

ENGENHEIROS MILITARES: Miguel de Lescole (séc. 17); Manuel Pinto Vilalobos (séc. 17-18); José Joaquim Champalimaud de Nussane (séc. 18); Maximiano José da Serra (séc. 18).

Anouk Costa, Margarida Tavares, Teresa Ferreira e Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6727
Núcleo Urbano
da Cidade de Valença

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.

Núcleo urbano sede municipal.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações de Valença do Minho.

Início da construção: Séc. 13.

ENGENHEIROS MILITARES: Miguel de Lescole (séc. 17); Manuel Pinto Vilalobos (séc. 17-18); José Joaquim Champalimaud de Nussane (séc. 18); Maximiano José da Serra (séc. 18).

Anouk Costa, Margarida Tavares, Teresa Ferreira e Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6727

  Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
 
Câmara Municipal construída em finais do séc. 19.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Época de construção: Sécs. 19 e 20.

Autores: Arquiteto: José Pereira Viana (1881). Empreiteiro: Luís Monteiro Viana (1883). Pedreiro: Manuel Góis de Melo (1854). Relojoeiro: Domingos Nunes de Matos (1854).

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9009
Câmara Municipal de Valença

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.

Câmara Municipal construída em finais do séc. 19.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Época de construção: Sécs. 19 e 20.

Autores: Arquiteto: José Pereira Viana (1881). Empreiteiro: Luís Monteiro Viana (1883). Pedreiro: Manuel Góis de Melo (1854). Relojoeiro: Domingos Nunes de Matos (1854).

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9009

Câmara Municipal de Valença
Câmara Municipal de Valença
Valença
Valença
 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
 
Edifício bancário construído no séc. 20 em linguagem nacionalista.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Cronologia: 1928, novembro - assalto à antiga agência da Caixa Geral na vila, tendo sido roubados cerca de 40$00 que, em cédulas velhas, ali existiam guardadas no cofre; 2000, junho - adquirido pela Câmara Municipal de Valença ao Grupo Caixa Geral de Depósitos.

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20142
Edifício de Serviços
da Câmara Municipal de Valença

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão

Edifício bancário construído no séc. 20 em linguagem nacionalista.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Cronologia: 1928, novembro - assalto à antiga agência da Caixa Geral na vila, tendo sido roubados cerca de 40$00 que, em cédulas velhas, ali existiam guardadas no cofre; 2000, junho - adquirido pela Câmara Municipal de Valença ao Grupo Caixa Geral de Depósitos.

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20142

 União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
 
Casa nobre de construção seiscentista, mas com existência documentada desde o séc. 16.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Época de construção: Sécs. 17 e 19.

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=16739
Casa do Poço

União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão

Casa nobre de construção seiscentista, mas com existência documentada desde o séc. 16.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Época de construção: Sécs. 17 e 19.

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=16739

 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão
 
Casa unifamiliar de provável construção oitocentista, alteada posteriormente, com as fachadas revestidas a azulejos relevados.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Cronologia: Séc. 19 - Provável construção da casa; séc. 19, finais - séc. 20, inícios - alteamento do edifício com construção de um quarto piso sobre o remate da fachada e revestimento das fachadas a azulejos relevados.

Paula Noé {excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25027
Casa na Rua Conselheiro
Lopes da Silva, n.º 20 a 24

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão

Casa unifamiliar de provável construção oitocentista, alteada posteriormente, com as fachadas revestidas a azulejos relevados.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Cronologia: Séc. 19 - Provável construção da casa; séc. 19, finais - séc. 20, inícios - alteamento do edifício com construção de um quarto piso sobre o remate da fachada e revestimento das fachadas a azulejos relevados.

Paula Noé {excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25027

Casa na Rua Conselheiro  Lopes da Silva, n.º 20 a 24
Casa na Rua Conselheiro
Lopes da Silva, n.º 20 a 24
 Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.
 
Casa unifamiliar construída no séc. 16, em estilo manuelino, de lote estreito e dois pisos, encimado por um terceiro piso, provavelmente construído no séc. 20, com sacada corrida.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Cronologia: Séc. 16 - Construção da casa; séc. 20 - provável construção do terceiro piso.

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25026
Rua José Rodrigues, nº 46

Valença, União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão.

Casa unifamiliar construída no séc. 16, em estilo manuelino, de lote estreito e dois pisos, encimado por um terceiro piso, provavelmente construído no séc. 20, com sacada corrida.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção das Fortificações da Praça de Valença do Minho.

Cronologia: Séc. 16 - Construção da casa; séc. 20 - provável construção do terceiro piso.

Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25026

Casa da Vila
Casa da Vila
Valença
Valença