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Santa Maria Maior - Mouraria

Dias dos Reis

 A Mouraria é um dos bairros mais antigos, castiços e multiculturais de Lisboa, famoso mundialmente por ser o verdadeiro berço do Fado. Situado logo abaixo do Castelo de São Jorge e vizinho de Alfama, o bairro deve o seu nome aos mouros que ali foram reinstalados após a reconquista cristã da cidade por D. Afonso Henriques em 1147. 
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O Socorro, Entre o
Castelo e Santa Justa

A Mouraria é um dos bairros mais antigos, castiços e multiculturais de Lisboa, famoso mundialmente por ser o verdadeiro berço do Fado. Situado logo abaixo do Castelo de São Jorge e vizinho de Alfama, o bairro deve o seu nome aos mouros que ali foram reinstalados após a reconquista cristã da cidade por D. Afonso Henriques em 1147.


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 Cronologia:

1147 — Fundação e Segregação: Após a reconquista de Lisboa aos muçulmanos por D. Afonso Henriques, a população islâmica é expulsa do perímetro amuralhado do castelo. É criado o arrabalde da Mouraria além muros, funcionando como um gueto onde os mouros (e mais tarde também a comunidade judaica) são confinados para viver e trabalhar. 
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A Rua da Mouraria

Cronologia:

1147 — Fundação e Segregação: Após a reconquista de Lisboa aos muçulmanos por D. Afonso Henriques, a população islâmica é expulsa do perímetro amuralhado do castelo. É criado o arrabalde da "Mouraria" além muros, funcionando como um gueto onde os mouros (e mais tarde também a comunidade judaica) são confinados para viver e trabalhar.


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 1375 — Exclusão da Cerca Fernandina: O rei D. Fernando manda construir as novas muralhas da cidade (a Cerca Fernandina). A Mouraria permanece do lado de fora desta grande cerca, consolidando-se como um bairro periférico, ruralizado e habitado pelas classes mais baixas. 
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Rua da Mouraria

1375 — Exclusão da Cerca Fernandina: O rei D. Fernando manda construir as novas muralhas da cidade (a Cerca Fernandina). A Mouraria permanece do lado de fora desta grande cerca, consolidando-se como um bairro periférico, ruralizado e habitado pelas classes mais baixas.


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  1496 — Expulsão e Integração Urbana: D. Manuel I assina o decreto de expulsão dos mouros e judeus do país (ou conversão forçada). A Mouraria perde a sua exclusividade muçulmana e passa a integrar progressivamente a malha urbana geral de Lisboa. 
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Rua da Mouraria

1496 — Expulsão e Integração Urbana: D. Manuel I assina o decreto de expulsão dos mouros e judeus do país (ou conversão forçada). A Mouraria perde a sua exclusividade muçulmana e passa a integrar progressivamente a malha urbana geral de Lisboa.


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 1755 — O Grande Terramoto: A catástrofe destrói grande parte de Lisboa, mas a Mouraria, devido à sua implantação nas encostas rochosas do Castelo de São Jorge, é um dos poucos bairros medievais a sobreviver quase intacto. O traçado labiríntico e estreito mantém-se até aos dias de hoje. 
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Rua da Mouraria

1755 — O Grande Terramoto: A catástrofe destrói grande parte de Lisboa, mas a Mouraria, devido à sua implantação nas encostas rochosas do Castelo de São Jorge, é um dos poucos bairros medievais a sobreviver quase intacto. O traçado labiríntico e estreito mantém-se até aos dias de hoje.


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  Século XIX (Década de 1830-1840) — O Nascimento do Fado: O fado desenvolve-se nas tabernas e bordéis da Mouraria. A icónica cantora Maria Severa Onofriana vive na Rua do Capelão e dita o nascimento do fado como símbolo nacional ao cruzar a música popular com a aristocracia. 
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Mouraria

Século XIX (Década de 1830-1840) — O Nascimento do Fado: O fado desenvolve-se nas tabernas e bordéis da Mouraria. A icónica cantora Maria Severa Onofriana vive na Rua do Capelão e dita o nascimento do fado como símbolo nacional ao cruzar a música popular com a aristocracia.


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 Século XX (Estado Novo) — Demolições e Pobreza: Sob a ditadura de Salazar, o bairro sofre profundas demolições — incluindo a destruição da antiga igreja do Socorro para a abertura da atual Praça do Martim Moniz. O bairro cai em esquecimento e profunda pobreza, o que paradoxalmente acabou por protegê-lo da gentrificação precoce. 
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O Fado na Rua do Capelão

Século XX (Estado Novo) — Demolições e Pobreza: Sob a ditadura de Salazar, o bairro sofre profundas demolições — incluindo a destruição da antiga igreja do Socorro para a abertura da atual Praça do Martim Moniz. O bairro cai em esquecimento e profunda pobreza, o que paradoxalmente acabou por protegê-lo da gentrificação precoce.


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  Século XXI (2009–Presente) — Reabilitação e Turismo: O município inicia projetos estruturais de requalificação urbana e social. A Praça do Martim Moniz e o Intendente são renovados, e surgem associações locais que dinamizam a cultura. Hoje, a Mouraria equilibra-se entre a sua essência bairrista, o turismo cultural e o estatuto de bairro mais multicultural da capital. 
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Rua do Capelão

Século XXI (2009–Presente) — Reabilitação e Turismo: O município inicia projetos estruturais de requalificação urbana e social. A Praça do Martim Moniz e o Intendente são renovados, e surgem associações locais que dinamizam a cultura. Hoje, a Mouraria equilibra-se entre a sua essência bairrista, o turismo cultural e o estatuto de bairro mais multicultural da capital.


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Mouraria
Mouraria
Calçada da Mouraria
Calçada da Mouraria
Mouraria
Mouraria
 Marquês de Ponte de Lima foi um título nobiliárquico português criado em 17 de dezembro de 1790 pela rainha D. Maria I de Portugal. O título foi atribuído a D. Tomás Xavier de Lima Teles da Silva, que já detinha o título de 13.º visconde de Vila Nova de Cerveira. 
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Rua do Marquês
de Ponte de Lima

Marquês de Ponte de Lima foi um título nobiliárquico português criado em 17 de dezembro de 1790 pela rainha D. Maria I de Portugal. O título foi atribuído a D. Tomás Xavier de Lima Teles da Silva, que já detinha o título de 13.º visconde de Vila Nova de Cerveira.


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 A partir da criação do marquesado, os herdeiros presuntivos da Casa de Ponte de Lima passaram a utilizar tradicionalmente o título secundário de Visconde de Vila Nova de Cerveira. 
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Escadinhas do Marquês
de Ponte de Lima

A partir da criação do marquesado, os herdeiros presuntivos da Casa de Ponte de Lima passaram a utilizar tradicionalmente o título secundário de Visconde de Vila Nova de Cerveira.


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Mouraria
Mouraria

Rua do Marquês de
Ponte de Lima

 O arruamento aparece pela primeira vez com esta designação na toponímia oficial de Lisboa a 1 de setembro de 1859. Antes disso, era conhecido como Beco da Amoreira.

O nome atual é de cariz religioso e foi herdado da contígua Rua da Guia. Segundo os registos do prestigiado olisipógrafo Norberto de Araújo, a escolha prende-se com um pequeno oratório do século XVIII dedicado a Nossa Senhora da Guia. Este oratório ficava instalado num muro da zona, servindo como ponto de encontro onde a população local se reunia ao final da tarde para rezar em conjunto. 
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Beco da Guia

O arruamento aparece pela primeira vez com esta designação na toponímia oficial de Lisboa a 1 de setembro de 1859. Antes disso, era conhecido como "Beco da Amoreira".

O nome atual é de cariz religioso e foi herdado da contígua Rua da Guia. Segundo os registos do prestigiado olisipógrafo Norberto de Araújo, a escolha prende-se com um pequeno oratório do século XVIII dedicado a Nossa Senhora da Guia. Este oratório ficava instalado num muro da zona, servindo como ponto de encontro onde a população local se reunia ao final da tarde para rezar em conjunto.


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 NON EXCLUSIVE LICENSE GRANTED TO SOFOTO (PT)
Mouraria

NON EXCLUSIVE LICENSE
GRANTED TO "SOFOTO" (PT)

Mouraria
Mouraria
Largo dos Trigueiros
Largo dos Trigueiros
Mouraria
Mouraria
Rua João do Outeiro
Rua João do Outeiro

Mouraria


Rua do Benformoso
Rua do Benformoso
 O Centro Escolar Republicano Almirante Reis (CERAR) é uma emblemática associação fundada em 1 de março de 1911, localizada no coração histórico de Lisboa. Criado no rescaldo da Implantação da República com o principal propósito de combater o analfabetismo e elevar a consciência cívica e democrática da população trabalhadora, destaca-se por ser uma das raras instituições deste género que ainda preserva a sua estrutura arquitetónica e o seu funcionamento original em Portugal 
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Centro Republicano
Almirante Reis

O Centro Escolar Republicano Almirante Reis (CERAR) é uma emblemática associação fundada em 1 de março de 1911, localizada no coração histórico de Lisboa. Criado no rescaldo da Implantação da República com o principal propósito de combater o analfabetismo e elevar a consciência cívica e democrática da população trabalhadora, destaca-se por ser uma das raras instituições deste género que ainda preserva a sua estrutura arquitetónica e o seu funcionamento original em Portugal


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Rua do Benformoso
Rua do Benformoso
Natal, Mouraria e Tejo
Natal, Mouraria e Tejo
Portas da Mouraria
Portas da Mouraria
Mouraria
Mouraria
 O nome Achada surge em crónicas históricas (como as de Norberto de Araújo) que remontam pelo menos a 1544, indicando que esta zona era um subúrbio da antiga cidade muçulmana. A palavra achada deriva do antigo termo achaada, que significa um patamar plano ou terraço numa encosta — uma descrição perfeita para este pequeno pouso plano na subida íngreme em direção ao Castelo de São Jorge. 
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Beco da Achada

O nome "Achada" surge em crónicas históricas (como as de Norberto de Araújo) que remontam pelo menos a 1544, indicando que esta zona era um subúrbio da antiga cidade muçulmana. A palavra achada deriva do antigo termo achaada, que significa um patamar plano ou terraço numa encosta — uma descrição perfeita para este pequeno "pouso" plano na subida íngreme em direção ao Castelo de São Jorge.


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Beco do Castelo
Beco do Castelo
 São Cristóvão é um dos santos mais populares e venerados do cristianismo, amplamente reconhecido como o padroeiro dos viajantes, motoristas, peregrinos e transportadores. De acordo com a tradição da Igreja Católica, ele foi um mártir do século III que viveu na região da Lícia (atual Turquia), tendo sido executado por volta do ano 251 d.C. durante as perseguições do imperador romano Décio. 
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Largo de São Cristóvão

São Cristóvão é um dos santos mais populares e venerados do cristianismo, amplamente reconhecido como o padroeiro dos viajantes, motoristas, peregrinos e transportadores. De acordo com a tradição da Igreja Católica, ele foi um mártir do século III que viveu na região da Lícia (atual Turquia), tendo sido executado por volta do ano 251 d.C. durante as perseguições do imperador romano Décio.


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 O seu nome original seria Reprobus (Réprobo). A famosa narrativa medieval contada na Legenda Áurea descreve-o como um gigante de força incomensurável que procurava servir o rei mais poderoso do mundo.

• Inicialmente, serviu a um rei local, mas percebeu que este temia o diabo.
• Procurou então o diabo, mas notou que este tremia e fugia diante do sinal da cruz.
• Compreendendo que Jesus Cristo era o verdadeiro soberano supremo, converteu-se e passou a viver junto a um rio caudaloso e perigoso, usando a sua estatura para ajudar os viajantes a fazer a travessia em segurança 
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Escadinhas de São Cristóvão

O seu nome original seria Reprobus (Réprobo). A famosa narrativa medieval contada na Legenda Áurea descreve-o como um gigante de força incomensurável que procurava servir o rei mais poderoso do mundo.

• Inicialmente, serviu a um rei local, mas percebeu que este temia o diabo.
• Procurou então o diabo, mas notou que este tremia e fugia diante do sinal da cruz.
• Compreendendo que Jesus Cristo era o verdadeiro soberano supremo, converteu-se e passou a viver junto a um rio caudaloso e perigoso, usando a sua estatura para ajudar os viajantes a fazer a travessia em segurança


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Escadinhas de São Cristóvão

Escadinhas de São Cristóvão
Escadinhas de São Cristóvão
Mouraria's Sreet Lamp
Mouraria's Sreet Lamp

R. das Farinhas

As Escadinhas da Saúde
As Escadinhas da Saúde
Mouraria
Mouraria
 Maria Severa Onofriana, conhecida apenas como A Severa, foi a primeira grande lenda do Fado e a figura que transformou este género musical num símbolo nacional. Nascida em Lisboa a 26 de julho de 1820, teve uma vida breve e trágica, falecendo com apenas 26 anos a 30 de novembro de 1846. 
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Os Amigos da Severa,
ao lado da casa
onde viveu a fadista

Maria Severa Onofriana, conhecida apenas como A Severa, foi a primeira grande lenda do Fado e a figura que transformou este género musical num símbolo nacional. Nascida em Lisboa a 26 de julho de 1820, teve uma vida breve e trágica, falecendo com apenas 26 anos a 30 de novembro de 1846.


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   Nasceu na Madragoa e viveu grande parte da sua vida na Mouraria. A sua mãe, Ana Gertrudes Severa (conhecida como A Barbuda), era proprietária de uma taberna.

Embora a lenda popular sempre tenha associado a Severa a origens ciganas, investigações históricas recentes revelaram que tinha ascendência africana por via de antepassados escravizados.

Sobreviveu como prostituta e cortesã nas zonas mais marginalizadas de Lisboa, onde cantava e tocava guitarra portuguesa em tabernas e rasteirinhos.

O Romance Aristocrático: O seu nome ficou eternamente ligado ao conde de Vimioso, D. Francisco de Paula de Portugal e Castro. Esta relação amorosa e escandalosa levou o Fado dos becos da Mouraria para os salões da alta aristocracia. 
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A Casa da Severa

Nasceu na Madragoa e viveu grande parte da sua vida na Mouraria. A sua mãe, Ana Gertrudes Severa (conhecida como A Barbuda), era proprietária de uma taberna.

Embora a lenda popular sempre tenha associado a Severa a origens ciganas, investigações históricas recentes revelaram que tinha ascendência africana por via de antepassados escravizados.

Sobreviveu como prostituta e cortesã nas zonas mais marginalizadas de Lisboa, onde cantava e tocava guitarra portuguesa em tabernas e rasteirinhos.

O Romance Aristocrático: O seu nome ficou eternamente ligado ao conde de Vimioso, D. Francisco de Paula de Portugal e Castro. Esta relação amorosa e escandalosa levou o Fado dos becos da Mouraria para os salões da alta aristocracia.


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 A Severa não era apenas uma cantora; ela personificava a essência do fado: a melancolia, o destino e a improvisação. A sua forma expressiva de cantar moldou a identidade do género. É devido à Severa que, ainda hoje, as fadistas tradicionais usam o xaile preto sobre os ombros durante as atuações, uma homenagem direta às roupas que ela vestia nas tabernas.  
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O n.º 2 do Lg. da Severa

A Severa não era apenas uma cantora; ela personificava a essência do fado: a melancolia, o destino e a improvisação. A sua forma expressiva de cantar moldou a identidade do género. É devido à Severa que, ainda hoje, as fadistas tradicionais usam o xaile preto sobre os ombros durante as atuações, uma homenagem direta às roupas que ela vestia nas tabernas.


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Portal Junto ao Largo da Severa
Portal Junto ao Largo da Severa
Rua João do Outeiro
Rua João do Outeiro
Rua João do Outeiro
Rua João do Outeiro
Rua João do Outeiro
Rua João do Outeiro
Rua João do Outeiro
Rua João do Outeiro
Rua João do Outeiro
Rua João do Outeiro
Beco do Jasmim
Beco do Jasmim
 Argentina Santos (nascida Maria Argentina Pinto dos Santos) foi uma das mais marcantes e respeitadas fadistas portuguesas, considerada uma lenda viva do fado castiço. Conhecida pela sua voz poderosa, autêntica e profundamente emocional, representava a alma bairrista de Lisboa.
Nasceu a 6 de fevereiro de 1924 (ou 1926) no bairro da Mouraria, em Lisboa. Cresceu num ambiente de grande pobreza e apenas aprendeu a ler e a escrever já em idade adulta.
Em 1950, assumiu a gestão da Parreirinha de Alfama. Inicialmente focada na cozinha, começou a cantar para os clientes e transformou o espaço numa das casas de fado mais icónicas de Lisboa, por onde passaram nomes como Celeste Rodrigues e Lucília do Carmo.
O seu fado combinava uma força crua com uma enorme contenção emocional. Ficou conhecida por cantar à antiga, recusando-se a modernizar ou a estilizar excessivamente as suas interpretações.
 Afastou-se dos palcos em 2015 e faleceu a 18 de novembro de 2019, em Lisboa, aos 95 anos. 
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Prédio onde nasceu
Argentina Santos

Argentina Santos (nascida Maria Argentina Pinto dos Santos) foi uma das mais marcantes e respeitadas fadistas portuguesas, considerada uma lenda viva do fado castiço. Conhecida pela sua voz poderosa, autêntica e profundamente emocional, representava a alma bairrista de Lisboa.
Nasceu a 6 de fevereiro de 1924 (ou 1926) no bairro da Mouraria, em Lisboa. Cresceu num ambiente de grande pobreza e apenas aprendeu a ler e a escrever já em idade adulta.
Em 1950, assumiu a gestão da Parreirinha de Alfama. Inicialmente focada na cozinha, começou a cantar para os clientes e transformou o espaço numa das casas de fado mais icónicas de Lisboa, por onde passaram nomes como Celeste Rodrigues e Lucília do Carmo.
O seu fado combinava uma força crua com uma enorme contenção emocional. Ficou conhecida por cantar "à antiga", recusando-se a modernizar ou a estilizar excessivamente as suas interpretações.
Afastou-se dos palcos em 2015 e faleceu a 18 de novembro de 2019, em Lisboa, aos 95 anos.


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Mouraria
Mouraria
Mouraria
Mouraria
Calçada de Santo André
Calçada de Santo André
Rua do Benformoso
Rua do Benformoso
Rua do Benformoso
Rua do Benformoso
Rua do Benformoso
Rua do Benformoso
Rua do Terreirinho
Rua do Terreirinho
 Esta calçada típica do bairro da Mouraria estabelece a ligação entre a Rua das Olarias e a Rua do Terreirinho. O seu nome é uma homenagem a Agostinho de Carvalho, um importante industrial de cerâmica (oleiro) do século XVII que ali viveu por volta de 1618, tendo a rua assumido esta designação toponímica logo em 1637. 
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Cç. Agostinho de Carvalho

Esta calçada típica do bairro da Mouraria estabelece a ligação entre a Rua das Olarias e a Rua do Terreirinho. O seu nome é uma homenagem a Agostinho de Carvalho, um importante industrial de cerâmica (oleiro) do século XVII que ali viveu por volta de 1618, tendo a rua assumido esta designação toponímica logo em 1637.


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  O nome do beco deriva da sua proximidade ao antigo Palácio dos Marqueses de Alegrete, uma importante referência aristocrática da Lisboa pré-pombalina.
 O traçado do beco já constava na Cartografia Histórica de Guilherme Menezes em 1761. O seu topónimo atual foi formalizado no Atlas da Carta Topográfica de Lisboa de Filipe Folque, em 1858. Vários dos edifícios no local contam com construções anteriores ao século XVIII. 
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Beco do Alegrete

O nome do beco deriva da sua proximidade ao antigo Palácio dos Marqueses de Alegrete, uma importante referência aristocrática da Lisboa pré-pombalina.
O traçado do beco já constava na Cartografia Histórica de Guilherme Menezes em 1761. O seu topónimo atual foi formalizado no Atlas da Carta Topográfica de Lisboa de Filipe Folque, em 1858. Vários dos edifícios no local contam com construções anteriores ao século XVIII.


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Beco do Alegrete
Beco do Alegrete
Mouraria
Mouraria
Largo das Olarias
Largo das Olarias
Rua das Olarias
Rua das Olarias
Rua das Olarias
Rua das Olarias
Uma Vista Colorida
Uma Vista Colorida
Praça Martim Moniz
Praça Martim Moniz
Calçada de Agostinho de Carvalho
Calçada de Agostinho de Carvalho
Santa Justa, Socorro e Castelo
Santa Justa, Socorro e Castelo
Martim Moniz
Martim Moniz
Martim Moniz
Martim Moniz
Monumento a Martim Moniz
Monumento a Martim Moniz
Monumento a Martim Moniz
Monumento a Martim Moniz
Martim Moniz
Martim Moniz
Martim Moniz
Martim Moniz
Martim Moniz
Martim Moniz
Martim Moniz
Martim Moniz
Martim Moniz
Martim Moniz
Mouraria
Mouraria
Mouraria
Mouraria
Mouraria
Mouraria
Tv. do Terreirinho
Tv. do Terreirinho
Mouraria
Mouraria
Rua da Amendoeira
Rua da Amendoeira
Forte Fervor por Fracos Feitos
Forte Fervor por Fracos Feitos
Escadinhas do Marquês de Ponte de Lima
Escadinhas do Marquês
de Ponte de Lima
Escadinhas do Marquês de Ponte de Lima
Escadinhas do Marquês de Ponte de Lima
Os Regressos de Setembro
Os Regressos de Setembro
Escadinhas do Marquês de Ponte de Lima
Escadinhas do Marquês
de Ponte de Lima
Escadinhas do Marquês de Ponte de Lima
Escadinhas do Marquês
de Ponte de Lima
Achada - Paratissima Lisboa
Achada - Paratissima Lisboa
Mural por Andrea Tarli
Mural por Andrea Tarli
Largo da Achada
Largo da Achada
Mouraria - Paratissima Lisboa
Mouraria - Paratissima Lisboa
Escadinhas da Achada
Escadinhas da Achada
Mouraria - Paratissima Lisboa
Mouraria - Paratissima Lisboa
As Raposas, por Larissa dos Anjos e Priscilla Ballarin
"As Raposas", por Larissa
dos Anjos e Priscilla Ballarin
Beco da Achada
Beco da Achada
Beco das Flores
Beco das Flores
Beco das Flores
Beco das Flores
Beco do Castelo
Beco do Castelo
Escadinhas da Rua das Farinhas
Escadinhas da Rua das Farinhas
Escadinhas da Rua das Farinhas - Paratissima Lisboa
Escadinhas da Rua das
Farinhas - Paratissima Lisboa
Os Maios
Os Maios
Rua de São Lourenço - Dona Antónia e Dona Egilda
Rua de São Lourenço -
Dona Antónia e Dona Egilda
Largo dos Trigueiros
Largo dos Trigueiros
Largo dos Trigueiros
Largo dos Trigueiros
Nós somos luz, nós somos fogo, feroz, nós somos criação, por C'Marie
"Nós somos luz, nós somos
fogo, feroz, nós somos
criação", por C'Marie
Largo dos Trigueiros
Largo dos Trigueiros
Who Am I? - A Bridge Between Different Cultures
"Who Am I? - A Bridge Between
Different Cultures"
Por Takoua Ben Mohamed
Por Takoua Ben Mohamed
Rua do Mq. de Ponte de Lima
Rua do Mq. de Ponte de Lima
Beco da Guia
Beco da Guia
Trabalho de Andrea Tarli
Trabalho de Andrea Tarli
Rua do Mq. de Ponte de Lima
Rua do Mq. de Ponte de Lima
 Jelvis, por Camille Aboudaram
"Jelvis", por Camille Aboudaram
Mouraria - Paratissima Lisboa
Mouraria - Paratissima Lisboa
Lisboa, por TrüSka Design
Lisboa, por TrüSka Design
Rua do Capelão
Rua do Capelão
Jelvis por Camille Aboudaram
"Jelvis" por Camille Aboudaram
Rua do Capelão
Rua do Capelão
Casa Onde Nasceu o Fadista Fernando Maurício
Casa Onde Nasceu o
Fadista Fernando Maurício
Fadista com bigode de sardinha,  por Coletivo CESAH
"Fadista com bigode de
sardinha", por Coletivo CESAH
Retratos do Fado, por Camilla Watson - Amália, Fernanda Maria e Francisco Martinho
"Retratos do Fado", por Camilla
Watson - Amália, Fernanda
Maria e Francisco Martinho
Mouraria - Paratissima Lisboa
Mouraria - Paratissima Lisboa
largo do Terreirinho
largo do Terreirinho
Rua do Benformoso
Rua do Benformoso
Rua da Palma
Rua da Palma
Rua da Palma
Rua da Palma
Uma Janela para a Mouraria
Uma Janela para a Mouraria