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Património na Freguesia de Alcântara

Dias dos Reis

Alcântara - Ponte 25 de Abril
<< Alcântara - Ponte 25 de Abril >>
 Lisboa, Alcântara.
 
Setor urbano.

Proteção: Incluí a Zona Especial de Proteção do Palacete da Rua Jau, Capela de Santo Amaro, Palácio da Ega, Palácio Burnay, Jardim do Palácio Burnay, Escola Industrial do Marquês de Pombal, Instalações da Standard Elétrica, Palácio Vale-Flor, Conjunto arquitetónico da Tapada da Ajuda, Palácio Sabugosa e Ponte 25 de Abril.

Época de construção: Séc. 17. 

ENGENHEIRO URBANISTA: Frederico Ressano Garcia.

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138
Área Urbana de Alcântara

Lisboa, Alcântara.

Setor urbano.

Proteção: Incluí a Zona Especial de Proteção do Palacete da Rua Jau, Capela de Santo Amaro, Palácio da Ega, Palácio Burnay, Jardim do Palácio Burnay, Escola Industrial do Marquês de Pombal, Instalações da Standard Elétrica, Palácio Vale-Flor, Conjunto arquitetónico da Tapada da Ajuda, Palácio Sabugosa e Ponte 25 de Abril.

Época de construção: Séc. 17.

ENGENHEIRO URBANISTA: Frederico Ressano Garcia.

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138

 Cronologia: Época islâmica - ocupação deixou vestígios na toponímia de lugares como Alcântara, que significa ponte; época medieval - Alcântara pertencia à paróquia de Santa Maria dos Mártires e ao reguengo régio de Ribamar; doação de D. Pedro do Casal do Roldão (Alto de Santo Amaro) a Rui Pais; 1549 - construção da ermida de Santo Amaro pelos frades da ordem de Cristo; 1554 / 1591 - o território de Alcântara pertencia à freguesia da Ajuda; 1580 - batalha de Alcântara entre D. António Prior do Crato e Filipe II de Espanha; (...)

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138
Alvito

Cronologia: Época islâmica - ocupação deixou vestígios na toponímia de lugares como Alcântara, que significa "ponte"; época medieval - Alcântara pertencia à paróquia de Santa Maria dos Mártires e ao reguengo régio de Ribamar; doação de D. Pedro do Casal do Roldão (Alto de Santo Amaro) a Rui Pais; 1549 - construção da ermida de Santo Amaro pelos frades da ordem de Cristo; 1554 / 1591 - o território de Alcântara pertencia à freguesia da Ajuda; 1580 - batalha de Alcântara entre D. António Prior do Crato e Filipe II de Espanha; (...)

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138

(...) 1662 - mudança de residência D. Afonso VI do paço da Ribeira para o paço de Alcântara (FREITAS, 1946); 1690 - construção da fábrica da pólvora junto à ribeira de Alcântara, na quinta do Cabrinha, que tinha pertencido a Francisco Manuel de Melo; 1701, 15 janeiro - alvará de D. Pedro II autorizando João Saldanha, presidente do senado da Câmara de Lisboa, a aforar umas tantas braças de terreno à face da estrada que liga a escadinhas de Santo Amaro até Belém, proporcionando o aparecimento de alguns edifícios ao longo da estrada depois denominada Rua da Junqueira; 1701 / 1734 - construção do palácio Burnay; 1706, 9 dezembro - morte de D. Pedro II em Alcântara, último monarca que habitou o paço;  (...)

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138
Alcântara com a Ponte às Costas

(...) 1662 - mudança de residência D. Afonso VI do paço da Ribeira para o paço de Alcântara (FREITAS, 1946); 1690 - construção da fábrica da pólvora junto à ribeira de Alcântara, na quinta do Cabrinha, que tinha pertencido a Francisco Manuel de Melo; 1701, 15 janeiro - alvará de D. Pedro II autorizando João Saldanha, presidente do senado da Câmara de Lisboa, a "aforar umas tantas braças de terreno à face da estrada que liga a escadinhas de Santo Amaro até Belém", proporcionando o aparecimento de alguns edifícios ao longo da estrada depois denominada Rua da Junqueira; 1701 / 1734 - construção do palácio Burnay; 1706, 9 dezembro - morte de D. Pedro II em Alcântara, último monarca que habitou o paço; (...)

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138

(...) 1852, 11 setembro - extinção do termo de Lisboa; criação do concelho de Belém, englobando parte da freguesia de São Pedro de Alcântara; 1861 - autorização de D. Pedro V para instalação do observatório astronómico na Real Tapada da Ajuda; 1864 - 1870 - a Companhia de Carruagens Lisbonense tinha uma filial em Alcântara, em terrenos dos condes da Ponte, sendo inauguradas as primeiras carreiras de ónibus, os populares Americanos; 1865 - fundação da Companhia de União Fabril - CUF; pelo visconde da Junqueira; 1873 - construção do primeiro bairro operário (do tipo vila), nos terrenos da Fábrica de Tecidos Lisbonense, para albergar os funcionários e família; 1876 - demolição do paço real de Alcântara; (...)

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138
Escadinhas de Santo Amaro

(...) 1852, 11 setembro - extinção do termo de Lisboa; criação do concelho de Belém, englobando parte da freguesia de São Pedro de Alcântara; 1861 - autorização de D. Pedro V para instalação do observatório astronómico na Real Tapada da Ajuda; 1864 - 1870 - a Companhia de Carruagens Lisbonense tinha uma filial em Alcântara, em terrenos dos condes da Ponte, sendo inauguradas as primeiras carreiras de ónibus, os populares Americanos; 1865 - fundação da Companhia de União Fabril - CUF; pelo visconde da Junqueira; 1873 - construção do primeiro bairro operário (do tipo vila), nos terrenos da Fábrica de Tecidos Lisbonense, para albergar os funcionários e família; 1876 - demolição do paço real de Alcântara; (...)

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138

(...)  1885, 18 julho - os territórios da Ajuda, Belém e Alcântara passaram a fazer parte da cidade de Lisboa; 1887, 2 abril - inauguração da linha de caminho-de-ferro que ligava Alcântara a Sintra; 31 outubro - inauguração do novo edifício da primeira Escola Industrial de Lisboa, Marquês de Pombal, atual Escola Fonseca Benevides, criada por Emídio Navarro, Ministro das Obras Públicas, segundo projeto de Luís Caetano Pedro de Ávila; projeto para a extensão do Bairro do Calvário até ao Casal Roldão e Santo Amaro; (...)

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138
Alto de Santo Amaro

(...) 1885, 18 julho - os territórios da Ajuda, Belém e Alcântara passaram a fazer parte da cidade de Lisboa; 1887, 2 abril - inauguração da linha de caminho-de-ferro que ligava Alcântara a Sintra; 31 outubro - inauguração do novo edifício da primeira Escola Industrial de Lisboa, Marquês de Pombal, atual Escola Fonseca Benevides, criada por Emídio Navarro, Ministro das Obras Públicas, segundo projeto de Luís Caetano Pedro de Ávila; projeto para a extensão do Bairro do Calvário até ao Casal Roldão e Santo Amaro; (...)

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138

(...) 1917 - construção do edifício do Instituto Agrícola de Lisboa com projeto dos arquitetos Adães Bermudes e L. Pedro de Ávila; 1925 - instalação da 28.ª esquadra da PSP na igreja do Mosteiro do Monte Calvário; 1937 - construção do Bairro do Alvito com projeto de Paulino Pereira Montez; 1944 - conclusão da construção do viaduto Duarte Pacheco no vale de Alcântara; 1945-1948 - construção da Standard Elétrica com projeto do arquiteto Cottinelli Telmo; 1946, 10 março - criação da Academia de Santo Amaro; início da construção do Bairro para Famílias Pobres, o atual bairro da Quinta do Jacinto; (...)

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138
Três Eras Arquitetónicas

(...) 1917 - construção do edifício do Instituto Agrícola de Lisboa com projeto dos arquitetos Adães Bermudes e L. Pedro de Ávila; 1925 - instalação da 28.ª esquadra da PSP na igreja do Mosteiro do Monte Calvário; 1937 - construção do Bairro do Alvito com projeto de Paulino Pereira Montez; 1944 - conclusão da construção do viaduto Duarte Pacheco no vale de Alcântara; 1945-1948 - construção da Standard Elétrica com projeto do arquiteto Cottinelli Telmo; 1946, 10 março - criação da Academia de Santo Amaro; início da construção do Bairro para Famílias Pobres, o atual bairro da Quinta do Jacinto; (...)

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138

(...)  1949 - inauguração do liceu D. João de Castro com projeto de Cottinelli Telmo; 1956 - inauguração do edifício da Escola Técnica Industrial Marquês de Pombal, hoje Escola C+S Francisco de Arruda com projeto do arquiteto António José Pedroso; 1957 - inauguração do recinto da Feira das Indústrias Portuguesas com projeto de Francisco Keil do Amaral e Alberto Cruz; 1958, 12 dezembro - inauguração do Instituto de Medicina Tropical; 1966, 6 agosto - abertura ao tráfego rodoviário da ponte sobre o Tejo construída pela United States Steel Export Company; 2008 - inauguração do espaço LxFactory, com cerca de 2 ha, na antiga Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense, pela empresa Mainside Investments.

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138
Rua Rodrigues de Faria

(...) 1949 - inauguração do liceu D. João de Castro com projeto de Cottinelli Telmo; 1956 - inauguração do edifício da Escola Técnica Industrial Marquês de Pombal, hoje Escola C+S Francisco de Arruda com projeto do arquiteto António José Pedroso; 1957 - inauguração do recinto da Feira das Indústrias Portuguesas com projeto de Francisco Keil do Amaral e Alberto Cruz; 1958, 12 dezembro - inauguração do Instituto de Medicina Tropical; 1966, 6 agosto - abertura ao tráfego rodoviário da ponte sobre o Tejo construída pela United States Steel Export Company; 2008 - inauguração do espaço LxFactory, com cerca de 2 ha, na antiga Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense, pela empresa Mainside Investments.

Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34138

 Lisboa, Alcântara.
 
Arquitetura residencial, eclética.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 18.

Autores - ARQUITETO: António Pio dos Santos (obra de restauro 1897), Francisco Conceição e Silva (1942), José Luís Amorim (1979), Mateus Vicente (1758), Nicola Bigaglia (séc. 19). DECORADOR Carlo Grossi (1857 1931) e Paolo Sozzi (1862 1937) (1895). ESTUCADOR: António de Amorim (séc.19), José Moreira (séc. 19), Rodrigues Pita (séc. 19). PINTORES: José Malhoa (1886); Emílio Ordoñez (séc. 19 teto do teatro), Pierre Bordes atr. (1825 1884) e Eugénio Cotrim atr. (1849?1937) (1882 - 1884)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535
Palácio Burnay

Lisboa, Alcântara.

Arquitetura residencial, eclética.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 18.

Autores - ARQUITETO: António Pio dos Santos (obra de restauro 1897), Francisco Conceição e Silva (1942), José Luís Amorim (1979), Mateus Vicente (1758), Nicola Bigaglia (séc. 19). DECORADOR Carlo Grossi (1857 1931) e Paolo Sozzi (1862 1937) (1895). ESTUCADOR: António de Amorim (séc.19), José Moreira (séc. 19), Rodrigues Pita (séc. 19). PINTORES: José Malhoa (1886); Emílio Ordoñez (séc. 19 teto do teatro), Pierre Bordes atr. (1825 1884) e Eugénio Cotrim atr. (1849?1937) (1882 - 1884)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535

 Cronologia: Séc. 18, início - construção do palácio, visível numa gravura datada de 1727, com um corpo central e quatro torreões nos ângulos, rematados com coruchéus; 1737 - pertencia a D. José César de Meneses, principal da Sé de Lisboa; 1755 - após o terramoto de 1 de Novembro, foi comprado pela Mitra, passando a funcionar com palácio de Verão dos patriarcas de Lisboa, constituindo-se o o primitivo núcleo do edifício que subsiste; 1758, 24 outubro - contrato entre vários mestres para a construção de um quarto para o cardeal patriarca de Lisboa segundo os desenhos de Mateus Vicente, o mesmo documento indica a autoria pelo mesmo arquiteto das cocheiras e cavalariças anexas ao palácio a poente bem como acomodações para criados junto ao muro da quinta; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535
Instituto Superior de Ciências
Sociais e Políticas da
Universidade Técnica de Lisboa

Cronologia: Séc. 18, início - construção do palácio, visível numa gravura datada de 1727, com um corpo central e quatro torreões nos ângulos, rematados com coruchéus; 1737 - pertencia a D. José César de Meneses, principal da Sé de Lisboa; 1755 - após o terramoto de 1 de Novembro, foi comprado pela Mitra, passando a funcionar com palácio de Verão dos patriarcas de Lisboa, constituindo-se o o primitivo núcleo do edifício que subsiste; 1758, 24 outubro - contrato entre vários mestres para a construção de um quarto para o cardeal patriarca de Lisboa segundo os desenhos de Mateus Vicente, o mesmo documento indica a autoria pelo mesmo arquiteto das cocheiras e cavalariças anexas ao palácio a poente bem como acomodações para criados junto ao muro da quinta; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535

 (...) 1818 - no palácio funciona o Seminário de São João Baptista; 1853 - o palácio passa para a posse do negociante Manuel António Pinto da Fonseca, apelidado de Montecristo, que alterou e ampliou o edifício, demolindo uma série de dependências tendo provavelmente alterado a configuração das torres e acrescentado um zimbório à cúpula central. Por outro lado, terá sido no seu tempo que foram construídas as duas alas laterais do lado Norte, onde foram edificadas estufas, formando dois jardins interiores a este e oeste do corpo central - como se pode ver numa planta do palácio figurada no mapa de Lisboa de Filipe Folque (1800 1874), datado de 1856 1858. Mas, no essencial, continuaram a existir quatro torres e dois jardins, um a poente e outro a nascente, existindo a norte uma porção de terra com um lago (ELIAS: 22);  (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535
Palácio Burnay

(...) 1818 - no palácio funciona o Seminário de São João Baptista; 1853 - o palácio passa para a posse do negociante Manuel António Pinto da Fonseca, apelidado de Montecristo, que alterou e ampliou o edifício, demolindo uma série de dependências tendo provavelmente alterado a configuração das torres e acrescentado um zimbório à cúpula central. "Por outro lado, terá sido no seu tempo que foram construídas as duas alas laterais do lado Norte, onde foram edificadas estufas, formando dois jardins interiores a este e oeste do corpo central - como se pode ver numa planta do palácio figurada no mapa de Lisboa de Filipe Folque (1800 1874), datado de 1856 1858. Mas, no essencial, continuaram a existir "quatro torres e dois jardins", um a poente e outro a nascente, existindo a norte uma "porção de terra" com um lago" (ELIAS: 22); (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535

 (...) 1865 - aquisição do palácio por D. Sebastião de Bourbon, filho da princesa da Beira, D. Maria Teresa, e neto de D. João VI; 1865 a 1868 - vive no local o embaixador de Espanha, D. Alejandro de Castro; 1879 - o edifício é leiloado pelos descendentes de D. Sebastião de Bourbon (1811 1875) sem comprador; 1880 - aquisição do edifício pelo banqueiro Henrique Burnay, posteriormente 1º conde de Burnay, o qual empreendeu uma significativa campanha de obras e enriquecimento artístico do palácio, conforme projeto de Nicola Bigaglia; estuques elaborados por Rodrigues Pita, sendo o teto do teatro pintado por Ordoñez; 1886 - pintura da Sala de Jantar por José Malhoa; 1909 - morte do conde de Burnay e passagem do palácio para os seus herdeiros; 1931, 9 Junho - criação da Comissão Liquidatária da Herança da Condessa de Burnay, instituída por escritura pública; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535
Instituto Superior de Ciências
Sociais e Políticas da
Universidade Técnica de Lisboa

(...) 1865 - aquisição do palácio por D. Sebastião de Bourbon, filho da princesa da Beira, D. Maria Teresa, e neto de D. João VI; 1865 a 1868 - vive no local o embaixador de Espanha, D. Alejandro de Castro; 1879 - o edifício é leiloado pelos descendentes de D. Sebastião de Bourbon (1811 1875) sem comprador; 1880 - aquisição do edifício pelo banqueiro Henrique Burnay, posteriormente 1º conde de Burnay, o qual empreendeu uma significativa campanha de obras e enriquecimento artístico do palácio, conforme projeto de Nicola Bigaglia; estuques elaborados por Rodrigues Pita, sendo o teto do teatro pintado por Ordoñez; 1886 - pintura da Sala de Jantar por José Malhoa; 1909 - morte do conde de Burnay e passagem do palácio para os seus herdeiros; 1931, 9 Junho - criação da Comissão Liquidatária da Herança da Condessa de Burnay, instituída por escritura pública; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535

 (...) 1934 - publicação do Catálogo das peças a leiloar, sendo várias adquiridas pelo Estado e enviadas para o Museu Nacional de Arte Antiga, nomeadamente pintura, cerâmica oriental, uma mesa em mármore e mobiliário variado; 1940 - aquisição do palácio pelo Ministério das Colónias, que empreende obras de restauro, faz demolir a capela na ala oriental e é substituída a moldura de uma janela na galeria da mesma ala, tornando-a igual às existentes no restante edifício; 1942 - restauro do imóvel pelas OP; o palácio é utilizado para a instalação do general Conde de Jordana, ministro dos Estrangeiros do Governo espanhol; 1944 - instalação no palácio do Conselho Superior do Império Colonial, Conselho Técnico de Fomento Colonial, Junta das Missões Geográficas e Inspeção Superior de Administração Colonial; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535
Instituto Superior de Ciências
Sociais e Políticas da
Universidade Técnica de Lisboa

(...) 1934 - publicação do Catálogo das peças a leiloar, sendo várias adquiridas pelo Estado e enviadas para o Museu Nacional de Arte Antiga, nomeadamente pintura, cerâmica oriental, uma mesa em mármore e mobiliário variado; 1940 - aquisição do palácio pelo Ministério das Colónias, que empreende obras de restauro, faz demolir a capela na ala oriental e é substituída a moldura de uma janela na galeria da mesma ala, tornando-a igual às existentes no restante edifício; 1942 - restauro do imóvel pelas OP; o palácio é utilizado para a instalação do general Conde de Jordana, ministro dos Estrangeiros do Governo espanhol; 1944 - instalação no palácio do Conselho Superior do Império Colonial, Conselho Técnico de Fomento Colonial, Junta das Missões Geográficas e Inspeção Superior de Administração Colonial; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535

 (...)  1956, 14 Janeiro - pedido do Secretariado Nacional de Informação - Cultura Popular e Turismo ao Ministro das Obras Públicas, para que lhe fosse devolvido uma lanterna de metal e cristal, que saíra do Palácio Foz, para adornar o Palácio Burnay, aquando da visita do Ministro dos Negócios Estrangeiros Espanhol, General Jordana; 1962 - recebe, vindo do Príncipe Real, temporariamente durante esse ano, o espólio do embrionário Museu do Ultramar (futuro Museu de Etnologia do Ultramar criado oficialmente em 1965), agosto - transferência do Instituto de Estudos Ultramarinos das suas instalações na Praça do Príncipe Real para o Palácio Burnay; 1974 - após muitas vicissitudes ficou no pavimento térreo o ISCPS; no andar nobre ficaram os serviços do Instituto de Investigação Científica Tropical; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535
Palácio Burnay

(...) 1956, 14 Janeiro - pedido do Secretariado Nacional de Informação - Cultura Popular e Turismo ao Ministro das Obras Públicas, para que lhe fosse devolvido uma lanterna de metal e cristal, que saíra do Palácio Foz, para adornar o Palácio Burnay, aquando da visita do Ministro dos Negócios Estrangeiros Espanhol, General Jordana; 1962 - recebe, vindo do Príncipe Real, temporariamente durante esse ano, o espólio do embrionário Museu do Ultramar (futuro Museu de Etnologia do Ultramar criado oficialmente em 1965), agosto - transferência do Instituto de Estudos Ultramarinos das suas instalações na Praça do Príncipe Real para o Palácio Burnay; 1974 - após muitas vicissitudes ficou no pavimento térreo o ISCPS; no andar nobre ficaram os serviços do Instituto de Investigação Científica Tropical; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535

 (...) 1977 - projeto de construção de duas torres envidraçadas nos pátios das alas laterais, pelo arquiteto José Luís Amorim; Dezembro - projeto do mesmo arquiteto para construção de um corpo novo adossado à ala E.; 1978, 21 Dezembro - parecer favorável da Secretaria de Estado da Cultura sobre o projeto da DGEMN de ampliar o imóvel; 1979 - início da ampliação do imóvel, com adaptação dos pátios ajardinados a dois pátios funcionais no piso inferior, da autoria do arquiteto José Luís Amorim; 1980 - instalação de alarme contra incêndios nos anexos; 1982 - instalação do ar condicionado e torres de refrigeração; 1983 - construção da central telefónica; 1988, Maio - plano para dividir uma das salas em seis gabinetes, mantendo um corredor central, utilizando estruturas de madeira; 1995 - remodelação da instalação eléctrica no teatrinho e anexos; instalação de aquecimento no teatrinho e de detector de incêndios; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535
Palácio Burnay

(...) 1977 - projeto de construção de duas torres envidraçadas nos pátios das alas laterais, pelo arquiteto José Luís Amorim; Dezembro - projeto do mesmo arquiteto para construção de um corpo novo adossado à ala E.; 1978, 21 Dezembro - parecer favorável da Secretaria de Estado da Cultura sobre o projeto da DGEMN de ampliar o imóvel; 1979 - início da ampliação do imóvel, com adaptação dos pátios ajardinados a dois pátios funcionais no piso inferior, da autoria do arquiteto José Luís Amorim; 1980 - instalação de alarme contra incêndios nos anexos; 1982 - instalação do ar condicionado e torres de refrigeração; 1983 - construção da central telefónica; 1988, Maio - plano para dividir uma das salas em seis gabinetes, mantendo um corredor central, utilizando estruturas de madeira; 1995 - remodelação da instalação eléctrica no teatrinho e anexos; instalação de aquecimento no teatrinho e de detector de incêndios; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535

 (...) 1995, 11 Setembro - cedência de duas salas do piso inferior ao Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas; os alunos do ISCSP mostraram interesse em recuperar o teatro; 1998 - instalação de tomadas para sistema informático; Outubro - elaboração da Carta de Risco do imóvel pela DGEMN; 1999 - remodelação do anexo; 2008 a 2011 -instalação da Universidade Aberta; 2018 - a Secretaria Geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros abandona as instalações ficando o imóvel devoluto; 2020 - o Fórum Cidadania Lisboa alerta para o abandono e vandalismo a que o imóvel se encontra sujeito; 2022 - o Fórum Cidadania Lisboa avança com providência cautelar contra o Estado o que resulta no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa exigir aos Ministérios da Cultura e das Finanças que travem a degradação do Palácio; 2024, janeiro - é anunciado a reabilitação do imóvel para instalação dos Museus e Monumentos de Portugal E.P.E.

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535
As Estatuetas do Palácio Burnay

(...) 1995, 11 Setembro - cedência de duas salas do piso inferior ao Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas; os alunos do ISCSP mostraram interesse em recuperar o teatro; 1998 - instalação de tomadas para sistema informático; Outubro - elaboração da Carta de Risco do imóvel pela DGEMN; 1999 - remodelação do anexo; 2008 a 2011 -instalação da Universidade Aberta; 2018 - a Secretaria Geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros abandona as instalações ficando o imóvel devoluto; 2020 - o Fórum Cidadania Lisboa alerta para o abandono e vandalismo a que o imóvel se encontra sujeito; 2022 - o Fórum Cidadania Lisboa avança com providência cautelar contra o Estado o que resulta no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa exigir aos Ministérios da Cultura e das Finanças que travem a degradação do Palácio; 2024, janeiro - é anunciado a reabilitação do imóvel para instalação dos Museus e Monumentos de Portugal E.P.E.

Teresa Vale, Carlos Gomes, Paula Figueiredo e Josina Almeida (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6535

 Lisboa, Alcântara.
 
Capela renascentista.

Proteção: Monumento Nacional.

Época de construção: Séc. 16 (conjetural).

Autores - ARQUITETO: Diogo Torralva (1549). PINTOR: André Gonçalves (1710).

Paula Noé, Paula Correia, Laura Figueirinhas e Lobo de Carvalho (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6224
Capela de Santo Amaro

Lisboa, Alcântara.

Capela renascentista.

Proteção: Monumento Nacional.

Época de construção: Séc. 16 (conjetural).

Autores - ARQUITETO: Diogo Torralva (1549). PINTOR: André Gonçalves (1710).

Paula Noé, Paula Correia, Laura Figueirinhas e Lobo de Carvalho (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6224

  Cronologia: 1549 - construção da atual ermida pelos frades da Ordem de Cristo sobre uma outra mais pequena; 1551 - segundo Cristóvão Roiz de Oliveira, tinha por esta altura uma grande romagem, tendo confraria e valendo 400 cruzados de esmolas; (...)

Paula Noé, Paula Correia, Laura Figueirinhas e Lobo de Carvalho (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6224
Capela de Santo Amaro

Cronologia: 1549 - construção da atual ermida pelos frades da Ordem de Cristo sobre uma outra mais pequena; 1551 - segundo Cristóvão Roiz de Oliveira, tinha por esta altura uma grande romagem, tendo confraria e valendo 400 cruzados de esmolas; (...)

Paula Noé, Paula Correia, Laura Figueirinhas e Lobo de Carvalho (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6224

 (...) c. 1670 - 1680 - decoração azulejar do nártex, fechando-se dois vãos da arcada com altares; séc. 17 (finais) / séc. 18 (quarto quartel) - feitura e colocação dos altares de talha; c. 1710 - pintura de um milagre de Santo Amaro para a sacristia, por André Gonçalves;  (...)

Paula Noé, Paula Correia, Laura Figueirinhas e Lobo de Carvalho (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6224
Capela de Santo Amaro

(...) c. 1670 - 1680 - decoração azulejar do nártex, fechando-se dois vãos da arcada com altares; séc. 17 (finais) / séc. 18 (quarto quartel) - feitura e colocação dos altares de talha; c. 1710 - pintura de um milagre de Santo Amaro para a sacristia, por André Gonçalves; (...)

Paula Noé, Paula Correia, Laura Figueirinhas e Lobo de Carvalho (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6224

 (...) 1836 - extinção da confraria; 1910 - foi despojada de muitos valores e deixada ao abandono, sendo o vestíbulo aproveitado para depósito de carvão; 1928 - reinício do culto; 1998, outubro - elaboração da Carta de Risco do imóvel pela DGEMN.

Paula Noé, Paula Correia, Laura Figueirinhas e Lobo de Carvalho (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6224
Capela de Santo Amaro

(...) 1836 - extinção da confraria; 1910 - foi despojada de muitos valores e deixada ao abandono, sendo o vestíbulo aproveitado para depósito de carvão; 1928 - reinício do culto; 1998, outubro - elaboração da Carta de Risco do imóvel pela DGEMN.

Paula Noé, Paula Correia, Laura Figueirinhas e Lobo de Carvalho (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6224

Capela de Santo Amaro
Capela de Santo Amaro
 Lisboa, Alcântara.
 
Arquitetura industrial, modernista.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 20.

ARQUITETO: José Ângelo Cottinelli Telmo (1897-1948).

João Silva, JPaulo Martins, Lobo de Carvalho e Laura Figueirinhas (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2618
Standard Eléctrica

Lisboa, Alcântara.

Arquitetura industrial, modernista.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 20.

ARQUITETO: José Ângelo Cottinelli Telmo (1897-1948).

João Silva, JPaulo Martins, Lobo de Carvalho e Laura Figueirinhas (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2618

 Cronologia:

FUNDAÇÃO E ERA INDUSTRIAL

1932: Fundação da Standard Eléctrica, SARL em Portugal pela multinacional norte-americana ITT Corporation, operando inicialmente com escritórios na Rua Augusta e fábricas em Cabo Ruivo.

1944: O prestigiado arquiteto Cottinelli Telmo inicia o projeto da nova e imponente unidade fabril na Avenida da Índia, em Alcântara. (...) 

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Standard Eléctrica

Cronologia:

FUNDAÇÃO E ERA INDUSTRIAL

1932: Fundação da Standard Eléctrica, SARL em Portugal pela multinacional norte-americana ITT Corporation, operando inicialmente com escritórios na Rua Augusta e fábricas em Cabo Ruivo.

1944: O prestigiado arquiteto Cottinelli Telmo inicia o projeto da nova e imponente unidade fabril na Avenida da Índia, em Alcântara. (...)

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  (...) 1945: Arrancam formalmente os trabalhos de construção civil do emblemático complexo industrial de traço modernista.

1948: Conclusão das obras e inauguração do edifício. A fábrica torna-se o motor nacional na produção de equipamentos de rádio e telecomunicações para os CTT e as Forças Armadas

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Orquestra Metropolitana
de Lisboa

(...) 1945: Arrancam formalmente os trabalhos de construção civil do emblemático complexo industrial de traço modernista.

1948: Conclusão das obras e inauguração do edifício. A fábrica torna-se o motor nacional na produção de equipamentos de rádio e telecomunicações para os CTT e as Forças Armadas

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 DECLÍNIO, ABANDONO E POLÉMICA

Anos 1970: Desativação do uso industrial da fábrica (meados da década), seguindo-se um período de abandono, degradação e atos de vandalismo.

1977: A Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprova um polémico plano para demolir o edifício e construir torres habitacionais, ideia travada devido à forte contestação pública.

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Standard Eléctrica

DECLÍNIO, ABANDONO E POLÉMICA

Anos 1970: Desativação do uso industrial da fábrica (meados da década), seguindo-se um período de abandono, degradação e atos de vandalismo.

1977: A Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprova um polémico plano para demolir o edifício e construir torres habitacionais, ideia travada devido à forte contestação pública.

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 TRANSIÇÃO E REABILITAÇÃO CULTURAL

Década de 1980: A CML adquire o imóvel e inicia a sua progressiva recuperação. O espaço passa a acolher temporariamente valências como uma extensão da Escola Secundária Rainha D. Amélia e exposições municipais.

1991: Instalação da Escola de Comércio de Lisboa no piso térreo do edifício.

Século XXI: Consolidação total do espaço como um polo de cariz cultural, servindo de sede permanente à Orquestra Metropolitana de Lisboa e à sua academia de ensino de música académica.

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Orquestra Metropolitana
de Lisboa

TRANSIÇÃO E REABILITAÇÃO CULTURAL

Década de 1980: A CML adquire o imóvel e inicia a sua progressiva recuperação. O espaço passa a acolher temporariamente valências como uma extensão da Escola Secundária Rainha D. Amélia e exposições municipais.

1991: Instalação da Escola de Comércio de Lisboa no piso térreo do edifício.

Século XXI: Consolidação total do espaço como um polo de cariz cultural, servindo de sede permanente à Orquestra Metropolitana de Lisboa e à sua academia de ensino de música académica.

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Standard Elétrica
Standard Elétrica
Lisboa, Alcântara.
 
Arquitetura residencial, setecentista.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 18.

ARQUITETO: Fortunato Lodi. ENGENHEIRO: Carlos Mardel (atr.).

Teresa Vale, Carlos Gomes, João Marques e Ricardo Porfírio (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4072
Palácio da Quinta das Águias

Lisboa, Alcântara.

Arquitetura residencial, setecentista.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 18.

ARQUITETO: Fortunato Lodi. ENGENHEIRO: Carlos Mardel (atr.).

Teresa Vale, Carlos Gomes, João Marques e Ricardo Porfírio (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4072

 Lisboa, Alcântara.
 
Arquitetura residencial, eclética.

Proteção: Monumento Nacional.

Época de construção: Séc. 20.

Autores - ARQUITETO: José Cristiano de Paula Ferreira da Costa (1908-1945); Miguel Ventura Terra (1908); Nicola Bigaglia (1904-1907). CONSTRUTOR: Manuel Fernandes Calatroca. DECORADORES: Carlos Reis (1910-1915); Constantino Fernandes (1910-1915). PINTOR: Eugénio Cotrim (1910-1915).

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624
Palácio Vale Flor

Lisboa, Alcântara.

Arquitetura residencial, eclética.

Proteção: Monumento Nacional.

Época de construção: Séc. 20.

Autores - ARQUITETO: José Cristiano de Paula Ferreira da Costa (1908-1945); Miguel Ventura Terra (1908); Nicola Bigaglia (1904-1907). CONSTRUTOR: Manuel Fernandes Calatroca. DECORADORES: Carlos Reis (1910-1915); Constantino Fernandes (1910-1915). PINTOR: Eugénio Cotrim (1910-1915).

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624

 Cronologia: 1904 / 1907 - edificação do palacete por José Constantino Dias, marquês de Vale-Flor (1855 - 1932), demolindo-se para o efeito uma casa pré-existente nos terrenos que o titular adquirira a um capitalista de apelido Rica (e já haviam sido pertença do morgado Saldanha e do conde da Folgosa) - segundo projeto do italiano Nicol Bigaglia (m. 1908); 1908 - alterações substanciais ao projeto inicial do palacete por parte do arquiteto José Cristiano de Paula Ferreira da Costa, às quais se juntam ainda detalhes da autoria de Ventura Terra (1866 - 1919), construção das cocheiras, com projeto de Ferreira da Costa; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624
Pestana Palace Hotel

Cronologia: 1904 / 1907 - edificação do palacete por José Constantino Dias, marquês de Vale-Flor (1855 - 1932), demolindo-se para o efeito uma casa pré-existente nos terrenos que o titular adquirira a um capitalista de apelido Rica (e já haviam sido pertença do morgado Saldanha e do conde da Folgosa) - segundo projeto do italiano Nicol Bigaglia (m. 1908); 1908 - alterações substanciais ao projeto inicial do palacete por parte do arquiteto José Cristiano de Paula Ferreira da Costa, às quais se juntam ainda detalhes da autoria de Ventura Terra (1866 - 1919), construção das cocheiras, com projeto de Ferreira da Costa; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624

 (...) 1908 / 1909 - construção de 2 grandes pavilhões (em ferro e vidro) no jardim da propriedade; 1910 - construção do muro que evolve toda a propriedade; c. 1910 / 1915 - decoração interior do palácio, a cargo designadamente de Constantino Fernandes, Carlos Reis e Eugénio Cotrim; 1938 - a Sociedade Agrícola Vale-Flor Lda. é proprietária do edifício e terrenos envolventes;  (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624
Palácio Vale Flor

(...) 1908 / 1909 - construção de 2 grandes pavilhões (em ferro e vidro) no jardim da propriedade; 1910 - construção do muro que evolve toda a propriedade; c. 1910 / 1915 - decoração interior do palácio, a cargo designadamente de Constantino Fernandes, Carlos Reis e Eugénio Cotrim; 1938 - a Sociedade Agrícola Vale-Flor Lda. é proprietária do edifício e terrenos envolventes; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624

 (...)  década de 40 - D. Maria do Carmo Constantino Ferreira Pinto, marquesa viúva de Vale-Flor, cede o palacete para sede do Instituto Marquês de Vale-Flor (destinado a apoiar e premiar estudos acerca das então colónias ultramarinas portuguesas), instalando-se no edifício um pequeno museu ultramarino; 1945 - construção de uma nova estufa no jardim, segundo projeto do arquiteto Ferreira da Costa;  (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624
Palácio Vale Flor

(...) década de 40 - D. Maria do Carmo Constantino Ferreira Pinto, marquesa viúva de Vale-Flor, cede o palacete para sede do Instituto Marquês de Vale-Flor (destinado a apoiar e premiar estudos acerca das então colónias ultramarinas portuguesas), instalando-se no edifício um pequeno museu ultramarino; 1945 - construção de uma nova estufa no jardim, segundo projeto do arquiteto Ferreira da Costa; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624

 (...)  1965/1974 - recebe, vindo do Rua Rodrigo da Fonseca (onde esteve entre 1963 e 1965) o espólio do embrionário Museu do Ultramar, futuro Museu de Etnologia do Ultramar criado oficialmente em 1965; década de 90 - aquisição da propriedade pelo grupo Pestana, proprietário do edifício das antigas cocheiras, Sociedade Agrícola Valle-Flor; 1992 - constituição da sociedade Carlton Palace SA, que pretende construir uma unidade hoteleira (de 240 quartos) nos jardins, segundo projeto do arquiteto Manuel Taínha; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624
Pestana Palace Hotel

(...) 1965/1974 - recebe, vindo do Rua Rodrigo da Fonseca (onde esteve entre 1963 e 1965) o espólio do embrionário Museu do Ultramar, futuro Museu de Etnologia do Ultramar criado oficialmente em 1965; década de 90 - aquisição da propriedade pelo grupo Pestana, proprietário do edifício das antigas cocheiras, Sociedade Agrícola Valle-Flor; 1992 - constituição da sociedade Carlton Palace SA, que pretende construir uma unidade hoteleira (de 240 quartos) nos jardins, segundo projeto do arquiteto Manuel Taínha; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624

 (...) 1994 - emissão de parecer desfavorável ao projeto pela Comissão de Coordenação da Região de Lisboa e Vale do Tejo (o qual surge após parecer favorável do Instituto Português do Património Cultural); 1995 - reformulação do projeto inicial pelo Grupo Pestana / Carlton Palace SA.; 1996, Abril - Despacho que determina a classificação do imóvel; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624
Palácio Vale Flor

(...) 1994 - emissão de parecer desfavorável ao projeto pela Comissão de Coordenação da Região de Lisboa e Vale do Tejo (o qual surge após parecer favorável do Instituto Português do Património Cultural); 1995 - reformulação do projeto inicial pelo Grupo Pestana / Carlton Palace SA.; 1996, Abril - Despacho que determina a classificação do imóvel; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624

 (...) 1997-1998 - projeto de arranjos exteriores, por exigência do IPPAR, que teve por base um levantamento do estado sanitário das árvores e arbustos do jardim, pelo Laboratório de Patologia Vegetal de Veríssimo de Almeida, do Instituto Superior de Agronomia; 1998, Outubro - elaboração da Carta de Risco do imóvel pela DGEMN.

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624
Pestana Palace Hotel

(...) 1997-1998 - projeto de arranjos exteriores, por exigência do IPPAR, que teve por base um levantamento do estado sanitário das árvores e arbustos do jardim, pelo Laboratório de Patologia Vegetal de Veríssimo de Almeida, do Instituto Superior de Agronomia; 1998, Outubro - elaboração da Carta de Risco do imóvel pela DGEMN.

Teresa Vale, Carlos Gomes e Paula Correia (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2624

 Lisboa, Alcântara.
 
Espaço verde de recreio.

Proteção: Monumento Nacional.

Época Construção: Séc. 20.

Autores - ARQUITETO: Nicola Bigaglia (1904-1908); José Ferreira da Costa (1908); Ventura Terra (1908); Manuel Taínha (1996-2000). ARQUITETO PAISAGISTA: Júlio Moreira (2000).

Mafalda Jacôme (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35301
Jardim do Palácio Vale Flor

Lisboa, Alcântara.

Espaço verde de recreio.

Proteção: Monumento Nacional.

Época Construção: Séc. 20.

Autores - ARQUITETO: Nicola Bigaglia (1904-1908); José Ferreira da Costa (1908); Ventura Terra (1908); Manuel Taínha (1996-2000). ARQUITETO PAISAGISTA: Júlio Moreira (2000).

Mafalda Jacôme (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35301

  Cronologia: 1904 - José Constantino Dias, ordenado Marquês Valle-Flôr pelo Rei D. Carlos I, manda edificar o palácio com um projeto de autoria de Nicola Bigaglia; 1908 - com a morte de Nicola Bigaglia o projeto é entregue ao arquiteto José Ferreira da Costa que conta com a colaboração do arquiteto Ventura Terra; (...)

Mafalda Jacôme (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35301
Pestana Palace Hotel

Cronologia: 1904 - José Constantino Dias, ordenado Marquês Valle-Flôr pelo Rei D. Carlos I, manda edificar o palácio com um projeto de autoria de Nicola Bigaglia; 1908 - com a morte de Nicola Bigaglia o projeto é entregue ao arquiteto José Ferreira da Costa que conta com a colaboração do arquiteto Ventura Terra; (...)

Mafalda Jacôme (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35301

 (...) 1992 - o palácio é adquirido pelo Grupo Pestana com o intuito de o transformar numa unidade hoteleira; 1997, 31 abril - o Palácio Vale Flor é classificado como Monumento Nacional;  (...)

Mafalda Jacôme (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35301
Palácio Vale Flor

(...) 1992 - o palácio é adquirido pelo Grupo Pestana com o intuito de o transformar numa unidade hoteleira; 1997, 31 abril - o Palácio Vale Flor é classificado como Monumento Nacional; (...)

Mafalda Jacôme (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35301

 (...)  2000 - depois de um moroso processo de aprovação do projeto, da autoria de Manuel Taínha, o palácio é recuperado para ser convertido em hotel, sendo construídos dois novos edifícios destinados a quartos, um a E. e outro a O. do jardim que também foi recuperado pelo arquiteto paisagista Júlio Moreira.

Mafalda Jacôme (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35301
Pestana Palace Hotel

(...) 2000 - depois de um moroso processo de aprovação do projeto, da autoria de Manuel Taínha, o palácio é recuperado para ser convertido em hotel, sendo construídos dois novos edifícios destinados a quartos, um a E. e outro a O. do jardim que também foi recuperado pelo arquiteto paisagista Júlio Moreira.

Mafalda Jacôme (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35301

Lisboa, Alcântara.
 
Arquitetura recreativa.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 17.

Pereira de Lima (excertos); in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=23337
Tapada da Ajuda

Lisboa, Alcântara.

Arquitetura recreativa.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 17.

Pereira de Lima (excertos); in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=23337

Autores - ARQUITETOS: Arnaldo Redondo Adães Bermudes (1917); Jean François Gille Colson (1861-1865); José da Costa Sequeira (1861-1865); José Toscano (1983); Luís Caetano Pedro de Ávila (1884); Luís Chaves (1983). ARQUITETO PAISAGISTA: Francisco Caldeira Cabral (1950-1984); Jorge Ferreira (1983); Rebelo de Andrade (1984). ENGENHEIRO: Frederico Augusto Oom (1861-1865). ENGENHEIRO AGRÓNOMO: João Caldeira Cabral (1983).

Pereira de Lima (excertos); in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=23337
Tapada Real de Alcântara

Autores - ARQUITETOS: Arnaldo Redondo Adães Bermudes (1917); Jean François Gille Colson (1861-1865); José da Costa Sequeira (1861-1865); José Toscano (1983); Luís Caetano Pedro de Ávila (1884); Luís Chaves (1983). ARQUITETO PAISAGISTA: Francisco Caldeira Cabral (1950-1984); Jorge Ferreira (1983); Rebelo de Andrade (1984). ENGENHEIRO: Frederico Augusto Oom (1861-1865). ENGENHEIRO AGRÓNOMO: João Caldeira Cabral (1983).

Pereira de Lima (excertos); in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=23337

 Lisboa, Alcântara.
 
Arquitetura recreativa e científica, neoclássica e eclética.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 18.

Autores - ARQUITETOS: Arnaldo Redondo Adães Bermudes (1917); Jean François Gille Colson (1861-1865); José da Costa Sequeira (1861-1865); José Toscano (1983); Luís Caetano Pedro de Ávila (1884); Luís Chaves (1983). ARQUITETO PAISAGISTA: Francisco Caldeira Cabral (1950-1984); Jorge Ferreira (1983); Rebelo de Andrade (1984). ENGENHEIRO: Frederico Augusto Oom (1861-1865). ENGENHEIRO AGRÓNOMO: João Caldeira Cabral (1983).

Teresa Vale, Carlos Gomes e Nascimento Dias (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6105
Instituto Superior de Agronomia

Lisboa, Alcântara.

Arquitetura recreativa e científica, neoclássica e eclética.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 18.

Autores - ARQUITETOS: Arnaldo Redondo Adães Bermudes (1917); Jean François Gille Colson (1861-1865); José da Costa Sequeira (1861-1865); José Toscano (1983); Luís Caetano Pedro de Ávila (1884); Luís Chaves (1983). ARQUITETO PAISAGISTA: Francisco Caldeira Cabral (1950-1984); Jorge Ferreira (1983); Rebelo de Andrade (1984). ENGENHEIRO: Frederico Augusto Oom (1861-1865). ENGENHEIRO AGRÓNOMO: João Caldeira Cabral (1983).

Teresa Vale, Carlos Gomes e Nascimento Dias (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6105

 Cronologia: 1645 - aquisição pela coroa da Quinta da Ninfa e do Casal do Rio Seco e sua anexação aos terrenos do antigo Paço do Calvário, o que permite a constituição da Real Tapada de Alcântara: desta primeira época restam o pombal e a denominada Porta da Água; 1812 - numa planta de 1812, existiria no Alto da Casa Branca, na Tapada, um antigo observatório; 1841 - reparações gerais dos muros e aquedutos e plantio de 600 a 700 pés de oliveira;1849 - a propriedade é avaliada em 50.000$000 reis; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Nascimento Dias (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6105
Pavilhão da Exposição
Agrícola de Lisboa

Cronologia: 1645 - aquisição pela coroa da Quinta da Ninfa e do Casal do Rio Seco e sua anexação aos terrenos do antigo Paço do Calvário, o que permite a constituição da Real Tapada de Alcântara: desta primeira época restam o pombal e a denominada Porta da Água; 1812 - numa planta de 1812, existiria no "Alto da Casa Branca", na Tapada, um antigo observatório; 1841 - reparações gerais dos muros e aquedutos e plantio de 600 a 700 pés de oliveira;1849 - a propriedade é avaliada em 50.000$000 reis; (...)

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(...) 1846 / 1847 - a tapada tem um rendimento líquido anual de 3.240$195 reis; 1850 - o astrónomo francês Faye propõe que se faça observações astronómicas em Lisboa, que segundo ele é o único local em todo o continente europeu em que a luneta zenital pode encontrar a maravilhosa estrela de Argelander; Março - o Conde do Lavradio propõe à Câmara dos Pares que o Governo adquirisse a luneta zenital criada por Faye; o Governo nomeia uma comissão, onde se encontrava Filipe Folque, para a construção de um novo observatório, pois o Observatório Real da Marinha, não possui as condições necessárias para as observações pretendidas;  (...)

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Pavilhão da Exposição
Agrícola de Lisboa

(...) 1846 / 1847 - a tapada tem um rendimento líquido anual de 3.240$195 reis; 1850 - o astrónomo francês Faye propõe que se faça observações astronómicas em Lisboa, que segundo ele é o "único local em todo o continente europeu em que a luneta zenital pode encontrar a maravilhosa estrela de Argelander"; Março - o Conde do Lavradio propõe à Câmara dos Pares que o Governo adquirisse a luneta zenital criada por Faye; o Governo nomeia uma comissão, onde se encontrava Filipe Folque, para a construção de um novo observatório, pois o Observatório Real da Marinha, não possui as condições necessárias para as observações pretendidas; (...)

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(...) 1857, Janeiro - D. Pedro V destina 30 contos de réis para a construção do observatório e decreta uma nova comissão, mantendo Filipe Folque; a comissão pensou inicialmente no jardim do Príncipe Real como local para a edificação do observatório, seguindo-se a ideia do Parque Eduardo VII, e só depois a Tapada da Ajuda; 1861 - autorização régia de D. Pedro V para a instalação de um observatório astronómico na Tapada, similar ao Observatório de Poulkova, segundo o projecto do engenheiro Frederico Augusto Oom e dos arquitetos Jean François Gille Colson e José da Costa Sequeira; o observatório seria edificado no Alto da Casa Branca, local onde já existiria um observatório; início da construção do observatório, mas no Alto da Eira Velha; (...)

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Tapada da Ajuda

(...) 1857, Janeiro - D. Pedro V destina 30 contos de réis para a construção do observatório e decreta uma nova comissão, mantendo Filipe Folque; a comissão pensou inicialmente no jardim do Príncipe Real como local para a edificação do observatório, seguindo-se a ideia do Parque Eduardo VII, e só depois a Tapada da Ajuda; 1861 - autorização régia de D. Pedro V para a instalação de um observatório astronómico na Tapada, similar ao Observatório de Poulkova, segundo o projecto do engenheiro Frederico Augusto Oom e dos arquitetos Jean François Gille Colson e José da Costa Sequeira; o observatório seria edificado no "Alto da Casa Branca", local onde já existiria um observatório; início da construção do observatório, mas no "Alto da Eira Velha"; (...)

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(...) 1865 - data provável para a conclusão do observatório; 1884 - construção do pavilhão da 3ª Exposição Agrícola de Lisboa por Luís Caetano Pedro de Ávila (1840-1904) e arranjo do jardim da Parada e melhorias gerais da arborização; 1898 - realização de nova exposição agrícola na Tapada; 1910 - separação do ensino superior de agronomia e veterinária, resultando na criação do Instituto Superior de Agronomia, para o qual se deveria construir edifício próprio: a escolha do local recai na Tapada, antes Real, e que o novo regime republicano converterá em complexo educativo agronómico;  (...)

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Pavilhão da Exposição
Agrícola de Lisboa

(...) 1865 - data provável para a conclusão do observatório; 1884 - construção do pavilhão da 3ª Exposição Agrícola de Lisboa por Luís Caetano Pedro de Ávila (1840-1904) e arranjo do jardim da Parada e melhorias gerais da arborização; 1898 - realização de nova exposição agrícola na Tapada; 1910 - separação do ensino superior de agronomia e veterinária, resultando na criação do Instituto Superior de Agronomia, para o qual se deveria construir edifício próprio: a escolha do local recai na Tapada, antes Real, e que o novo regime republicano converterá em complexo educativo agronómico; (...)

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(...) 1911 - a antiga tapada régia é cedida ao Instituto Superior de Agronomia; 1917 - concluída a construção do edifício principal do Instituto Superior de Agronomia, conforme projeto de Arnaldo Redondo Adães Bermudes (1864 -1948); 1950 - construção de auditório ao ar livre (junto do edifício principal) segundo projeto de Francisco Caldeira Cabral; 1956 - constituição da reserva botânica natural D. António Xavier Pereira Coutinho;  (...)

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Tapada da Ajuda

(...) 1911 - a antiga tapada régia é cedida ao Instituto Superior de Agronomia; 1917 - concluída a construção do edifício principal do Instituto Superior de Agronomia, conforme projeto de Arnaldo Redondo Adães Bermudes (1864 -1948); 1950 - construção de auditório ao ar livre (junto do edifício principal) segundo projeto de Francisco Caldeira Cabral; 1956 - constituição da reserva botânica natural D. António Xavier Pereira Coutinho; (...)

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(...)  1968, Julho - proposta, pelo Professor Caldeira Cabral, para a recuperação da estrutura do auditório e da vegetação circundante de modo a funcionar como barreira acústica; c. 1966 - destruição parcial do muro e denominada Porta Real devido às obras de construção da ponte 25 de Abril; 1982 - descoberta de jazida do período final da Idade do Bronze, num ponto alto, junto do Rio Seco; (...)

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Tapada da Ajuda

(...) 1968, Julho - proposta, pelo Professor Caldeira Cabral, para a recuperação da estrutura do auditório e da vegetação circundante de modo a funcionar como barreira acústica; c. 1966 - destruição parcial do muro e denominada Porta Real devido às obras de construção da ponte 25 de Abril; 1982 - descoberta de jazida do período final da Idade do Bronze, num ponto alto, junto do Rio Seco; (...)

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(...)  1983, Novembro - projeto de execução dos arranjos exteriores do Departamento Florestal em que, segundo o Prof. Caldeira Cabral era primordial a Manutenção e valorização do espaço verde já existente, evitando na medida do possível a perda irremediável de inúmeros exemplares valiosos e o enquadramento valorizador do edifício segundo o ponto de vista estético, científico e pedagógico, conforme projeto dos arquitetos Luís Chaves e José Toscano, pelos Arquitetos Paisagistas Francisco Caldeira Cabral, e Jorge Ferreira (estagiário) e pelo Engenheiro Agrónomo João Caldeira Cabral;  (...)

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Pavilhão da Exposição
Agrícola de Lisboa

(...) 1983, Novembro - projeto de execução dos arranjos exteriores do Departamento Florestal em que, segundo o Prof. Caldeira Cabral era primordial a" Manutenção e valorização do espaço verde já existente, evitando na medida do possível a perda irremediável de inúmeros exemplares valiosos e o enquadramento valorizador do edifício segundo o ponto de vista estético, científico e pedagógico", conforme projeto dos arquitetos Luís Chaves e José Toscano, pelos Arquitetos Paisagistas Francisco Caldeira Cabral, e Jorge Ferreira (estagiário) e pelo Engenheiro Agrónomo João Caldeira Cabral; (...)

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(...)  1983 - Plano Director das Instalações do Instituto Superior de Agronomia, projectado em três fases, sendo na ultima definido um zonamento geral em: zona de ensino e investigação, zona de exposições e zona de experimentação e exploração agrícola. São delimitadas áreas agrícolas, reserva botânica, viveiros e áreas sociais;  (...)

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Pavilhão da Exposição
Agrícola de Lisboa

(...) 1983 -" Plano Director das Instalações do Instituto Superior de Agronomia", projectado em três fases, sendo na ultima definido um zonamento geral em: zona de ensino e investigação, zona de exposições e zona de experimentação e exploração agrícola. São delimitadas áreas agrícolas, reserva botânica, viveiros e áreas sociais; (...)

Teresa Vale, Carlos Gomes e Nascimento Dias (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6105

(...)  1984, Outubro - Plano geral pelo Prof. Caldeira Cabral do projeto Reformulação de edifícios visando o seu ajustamento a novos conceitos e novas necessidades de ensino e investigação, pelo gabinete de Arquitetura Rebelo de Andrade e Espírito Santo, Arquitetos Associados e pelo gabinete de Arquitetura Paisagista Professor Caldeira Cabral, Associados. Estudos e projetos; 1990 - confirmação da existência de uma necrópole romana no interior da Tapada; 1999 - construção de um edifício para armazém e laboratórios de resíduos, pela DGEMN; 2001-2003 - construção do edifício de laboratórios de resíduos de pesticidas, com 2 pisos.

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Pavilhão da Exposição
Agrícola de Lisboa

(...) 1984, Outubro - Plano geral pelo Prof. Caldeira Cabral do projeto "Reformulação de edifícios visando o seu ajustamento a novos conceitos e novas necessidades de ensino e investigação", pelo gabinete de Arquitetura "Rebelo de Andrade e Espírito Santo, Arquitetos Associados" e pelo gabinete de Arquitetura Paisagista "Professor Caldeira Cabral, Associados. Estudos e projetos"; 1990 - confirmação da existência de uma necrópole romana no interior da Tapada; 1999 - construção de um edifício para armazém e laboratórios de resíduos, pela DGEMN; 2001-2003 - construção do edifício de laboratórios de resíduos de pesticidas, com 2 pisos.

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 Lisboa, Alcântara
 
Arquitetura comercial, do séc. 20.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época de construção: Séc. 20.

ARQUITETOS: Alberto Cruz (1951-1958); Francisco Caetano Keil do Amaral (1951-1958).

Helena Rodrigues e Sofia Diniz (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=14406 
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Feira Internacional de Lisboa

Lisboa, Alcântara

Arquitetura comercial, do séc. 20.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época de construção: Séc. 20.

ARQUITETOS: Alberto Cruz (1951-1958); Francisco Caetano Keil do Amaral (1951-1958).

Helena Rodrigues e Sofia Diniz (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=14406


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"TURISMO DE LISBOA"

  Cronologia: 1951/1958 - data do projeto, da autoria de Francisco Caetano Keil (1910-1975) do Amaral e Alberto Cruz; 1957 - inauguração do recinto (Pavilhão Keil do Amaral) com a Feira das Indústrias Portuguesas, certame de grande afluência e popularidade; (...)

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Turismo de Lisboa -
Centro de Congressos de Lisboa

Cronologia: 1951/1958 - data do projeto, da autoria de Francisco Caetano Keil (1910-1975) do Amaral e Alberto Cruz; 1957 - inauguração do recinto (Pavilhão Keil do Amaral) com a Feira das Indústrias Portuguesas, certame de grande afluência e popularidade; (...)

Helena Rodrigues e Sofia Diniz (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=14406


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 (...) 1960 - realização da 1ª Feira Internacional de Lisboa, que passaria a ter lugar todos os anos; 1967 - começam a ser realizadas feiras monográficas e temáticas, com periodicidade anual ou bienal, dado que até então apenas se realizava a Feira Internacional, que era anual;  (...)

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Turismo de Lisboa -
Centro de Congressos de Lisboa

(...) 1960 - realização da 1ª Feira Internacional de Lisboa, que passaria a ter lugar todos os anos; 1967 - começam a ser realizadas feiras monográficas e temáticas, com periodicidade anual ou bienal, dado que até então apenas se realizava a Feira Internacional, que era anual; (...)

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 (...)  1999 - a Associação Industrial Portuguesa mudou os serviços para o novo recinto no Parque das Nações; contudo, o antigo pavilhão permaneceu sob a direcção da AIP, que o adaptou a centro de congressos.

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(...) 1999 - a Associação Industrial Portuguesa mudou os serviços para o novo recinto no Parque das Nações; contudo, o antigo pavilhão permaneceu sob a direcção da AIP, que o adaptou a centro de congressos.

Helena Rodrigues e Sofia Diniz (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=14406


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 Lisboa, Alcântara.
 
Palácio barroco e eclético.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época de construção: Séc. 18.

Teresa Vale, Carlos Gomes, João Marques, Ricardo Porfírio e Lobo de Carvalho (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5007
Palacete da Ribeira Grande

Lisboa, Alcântara.

Palácio barroco e eclético.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época de construção: Séc. 18.

Teresa Vale, Carlos Gomes, João Marques, Ricardo Porfírio e Lobo de Carvalho (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5007

 CRONOLOGIA:

SÉC. XVIII: FUNDAÇÃO E SOBREVIVÊNCIA

1701: Francisco Baltazar da Câmara (Marquês de Nisa) manda iniciar a construção do palácio barroco na Rua da Junqueira.

1752: O palácio é adquirido por José da Câmara Telles, Conde da Ribeira Grande, ligando definitivamente o edifício ao título da família.

1755: O Grande Terramoto de Lisboa devasta a capital, mas a estrutura do palácio resiste com danos mínimos, mantendo a sua fachada monumental intacta.

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Palacete da Ribeira Grande

CRONOLOGIA:

SÉC. XVIII: FUNDAÇÃO E SOBREVIVÊNCIA

1701: Francisco Baltazar da Câmara (Marquês de Nisa) manda iniciar a construção do palácio barroco na Rua da Junqueira.

1752: O palácio é adquirido por José da Câmara Telles, Conde da Ribeira Grande, ligando definitivamente o edifício ao título da família.

1755: O Grande Terramoto de Lisboa devasta a capital, mas a estrutura do palácio resiste com danos mínimos, mantendo a sua fachada monumental intacta.

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 SÉCS. XIX e XX: BERÇO LITERÁRIIO E ENSINO

1852: Nasce no palácio D. João da Câmara, aclamado dramaturgo e o primeiro português nomeado para o Prémio Nobel da Literatura (em 1901).

Finais do Séc. XIX: A família aristocrática deixa de habitar permanentemente o espaço, que passa a acolher instituições privadas como o Colégio Arriaga e o Colégio Novo de Portugal. (...)

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Brasão da Família Câmara

SÉCS. XIX e XX: BERÇO LITERÁRIIO E ENSINO

1852: Nasce no palácio D. João da Câmara, aclamado dramaturgo e o primeiro português nomeado para o Prémio Nobel da Literatura (em 1901).

Finais do Séc. XIX: A família aristocrática deixa de habitar permanentemente o espaço, que passa a acolher instituições privadas como o Colégio Arriaga e o Colégio Novo de Portugal. (...)

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  (...) 1939–1947: O Estado arrenda o edifício e instala o Liceu D. João de Castro.

1947–1960: O espaço é temporariamente adaptado para o Liceu Rainha D. Leonor.

1960–2022: Instala-se o Liceu / Escola Secundária Rainha D. Amélia, que funcionou durante mais de 60 anos como uma das escolas públicas mais emblemáticas da zona.

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Homenagem a João
Gonçalves Zarco da Câmara

(...) 1939–1947: O Estado arrenda o edifício e instala o Liceu D. João de Castro.

1947–1960: O espaço é temporariamente adaptado para o Liceu Rainha D. Leonor.

1960–2022: Instala-se o Liceu / Escola Secundária Rainha D. Amélia, que funcionou durante mais de 60 anos como uma das escolas públicas mais emblemáticas da zona.

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 SÉC. XXI: ABANDONO E O PROJETO MACAM

2022: A escola encerra definitivamente as suas portas. O edifício, que já mostrava sinais severos de degradação, é totalmente desocupado.

Atualidade: O palácio foi adquirido pelo colecionador Armando Martins para uma reabilitação profunda. O espaço renasce como o MACAM (Museu de Arte Contemporânea Armando Martins), integrando um hotel-museu de 5 estrelas e devolvendo o património à cidade.

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Palacete da Ribeira Grande

SÉC. XXI: ABANDONO E O PROJETO MACAM

2022: A escola encerra definitivamente as suas portas. O edifício, que já mostrava sinais severos de degradação, é totalmente desocupado.

Atualidade: O palácio foi adquirido pelo colecionador Armando Martins para uma reabilitação profunda. O espaço renasce como o MACAM (Museu de Arte Contemporânea Armando Martins), integrando um hotel-museu de 5 estrelas e devolvendo o património à cidade.

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 Lisboa, Alcântara.
 
Palacete eclético.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época Construção: Séc. 19.

Autores - ARQUITETO: Orlando Avelino (1966-1971). PINTOR DE AZULEJO: Fábrica Viúva Lamego (1905); Jorge Colaço (1905).

Teresa Vale, Carlos Gomes e Laura Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4071
Palacete dos Condes da Ponte

Lisboa, Alcântara.

Palacete eclético.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época Construção: Séc. 19.

Autores - ARQUITETO: Orlando Avelino (1966-1971). PINTOR DE AZULEJO: Fábrica Viúva Lamego (1905); Jorge Colaço (1905).

Teresa Vale, Carlos Gomes e Laura Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4071

Edifício da Administração do Porto de Lisboa
Edifício da Administração
do Porto de Lisboa
 Lisboa, Alcântara.
 
Arquitetura científica.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época de construção: Séc. 20.

Ricardo Porfírio e João Marques (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7802
Instituto de Investigação
Científica Tropical

Lisboa, Alcântara.

Arquitetura científica.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época de construção: Séc. 20.

Ricardo Porfírio e João Marques (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7802

 Autores - ARQUITETOS: Lucínio Cruz (1942); Luís Cristino da Silva (1942). ARQUITETO PAISAGISTA (Gonçalo Ribeiro Telles (1942). CERAMISTA: Jorge Barradas (1958). ENGENHEIRO: Arthur Bonneville Franco (1942). ESCULTORES: Euclides Vaz (1958); Joaquim Martins Correia (1958). PINTOR: Lino António (1958).

Ricardo Porfírio e João Marques (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7802
Instituto de Investigação
Científica Tropical

Autores - ARQUITETOS: Lucínio Cruz (1942); Luís Cristino da Silva (1942). ARQUITETO PAISAGISTA (Gonçalo Ribeiro Telles (1942). CERAMISTA: Jorge Barradas (1958). ENGENHEIRO: Arthur Bonneville Franco (1942). ESCULTORES: Euclides Vaz (1958); Joaquim Martins Correia (1958). PINTOR: Lino António (1958).

Ricardo Porfírio e João Marques (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7802

Garcia de Orta
Garcia de Orta
 Lisboa, Alcântara.
 
Arquitetura infraestrutural, tardo-barroca.

Proteção: Em vias de classificação / Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha / Incluído na Zona de Proteção da Cordoaria Nacional / Parcialmente incluído na Zona de Proteção da Quinta das Águias.

Época de construção: Séc. 19.

Autores - ARQUITECTO: Honorato José Correia de Macedo e Sá (1821); Raul Lino (séc. 20). PINTURA DE AZULEJO: Fábrica Viúva Lamego (séc. 20); Mário Reis (séc. 20).

Teresa Vale, Maria Ferreira, Sandra Costa e Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9598
Chafariz da Junqueira

Lisboa, Alcântara.

Arquitetura infraestrutural, tardo-barroca.

Proteção: Em vias de classificação / Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha / Incluído na Zona de Proteção da Cordoaria Nacional / Parcialmente incluído na Zona de Proteção da Quinta das Águias.

Época de construção: Séc. 19.

Autores - ARQUITECTO: Honorato José Correia de Macedo e Sá (1821); Raul Lino (séc. 20). PINTURA DE AZULEJO: Fábrica Viúva Lamego (séc. 20); Mário Reis (séc. 20).

Teresa Vale, Maria Ferreira, Sandra Costa e Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9598

  Cronologia: 1821 - construção do chafariz, da autoria do arquiteto da Junta das Águas Livres Honorato José Correia de Macedo e Sá (1754 - 1827) ; 1821, 4 Abril - um aviso determinava à Junta das Águas Livres que não empreendesse qualquer outra obra antes da conclusão do chafariz da Junqueira; 1822, 24 Junho - corre pela primeira vez a água no chafariz, mas em pequena quantidade, porque as minas que a abasteciam só davam duas penas de água ; 1828 - a obra estava concluída ; (...)

Teresa Vale, Maria Ferreira, Sandra Costa e Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9598
Chafariz da Junqueira

Cronologia: 1821 - construção do chafariz, da autoria do arquiteto da Junta das Águas Livres Honorato José Correia de Macedo e Sá (1754 - 1827) ; 1821, 4 Abril - um aviso determinava à Junta das Águas Livres que não empreendesse qualquer outra obra antes da conclusão do chafariz da Junqueira; 1822, 24 Junho - corre pela primeira vez a água no chafariz, mas em pequena quantidade, porque as minas que a abasteciam só davam duas penas de água ; 1828 - a obra estava concluída ; (...)

Teresa Vale, Maria Ferreira, Sandra Costa e Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9598

   (...) 1838, 11 Agosto - acrescentado o caudal descoberto na proximidade de Rio Seco, para serventia do chafariz, até então abastecido por uma mina de água situada no Alto de Santo Amaro, passando a dar quatro penas de águas; 1851 - segundo Sérgio Veloso de Andrade, os sobejos iam para o mar; séc. 20, década de 40 - arranjo urbanístico da envolvente, segundo projeto do arquiteto Raul Lino (1879 - 1974); 1946 - o chafariz possuía um silhar de azulejos de padrão; era abastecida pelas águas livres e passou a ser da rede camarária; séc. 20, 2.ª metade - pintura dos azulejos das ilhargas do chafariz na Fábrica Viúva Lamego, executados por Mário Reis, com atelier na R. da Bempostinha, n.º 23, em Lisboa.

Teresa Vale, Maria Ferreira, Sandra Costa e Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9598
Azulejos da Fábrica
Viúva Lamego

(...) 1838, 11 Agosto - acrescentado o caudal descoberto na proximidade de Rio Seco, para serventia do chafariz, até então abastecido por uma mina de água situada no Alto de Santo Amaro, passando a dar quatro penas de águas; 1851 - segundo Sérgio Veloso de Andrade, os sobejos iam para o mar; séc. 20, década de 40 - arranjo urbanístico da envolvente, segundo projeto do arquiteto Raul Lino (1879 - 1974); 1946 - o chafariz possuía um silhar de azulejos de padrão; era abastecida pelas águas livres e passou a ser da rede camarária; séc. 20, 2.ª metade - pintura dos azulejos das ilhargas do chafariz na Fábrica Viúva Lamego, executados por Mário Reis, com atelier na R. da Bempostinha, n.º 23, em Lisboa.

Teresa Vale, Maria Ferreira, Sandra Costa e Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9598

 Lisboa, Alcântara.
 
Arquitetura residencial, eclética.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época de construção: Séc. 18.

Helena Rodrigues e Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=17302
Palácio Pessanha

Lisboa, Alcântara.

Arquitetura residencial, eclética.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época de construção: Séc. 18.

Helena Rodrigues e Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=17302

Palácio Pessanha
Palácio Pessanha
 Lisboa, Alcântara.
 
Arquitetura de saúde.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay,  Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época de construção: Séc. 20.

ESCULTOR: Anjos Teixeira, Filho (1956).

Patrícia Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=17509
Hospital Egas Moniz

Lisboa, Alcântara.

Arquitetura de saúde.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha.

Época de construção: Séc. 20.

ESCULTOR: Anjos Teixeira, Filho (1956).

Patrícia Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=17509

 Lisboa, Alcântara.
 
Arquitetura residencial, oitocentista.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha e na Zona de Proteção da Cordoaria Nacional.

Cronologia: 1852 - construção do imóvel, apenas com dois pisos; 1862 - construção do terceiro piso, como consta numa data da chaminé; 2007 - retificação do número de polícia.

Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25575
Casa na Rua da Junqueira, 166

Lisboa, Alcântara.

Arquitetura residencial, oitocentista.

Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta da Capela de Santo Amaro, Palácio Burnay, Salão Pompeia e Casa Nobre de Lázaro Leitão Aranha e na Zona de Proteção da Cordoaria Nacional.

Cronologia: 1852 - construção do imóvel, apenas com dois pisos; 1862 - construção do terceiro piso, como consta numa data da chaminé; 2007 - retificação do número de polícia.

Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25575

 O Alto de Santo Amaro é uma colina e um bairro residencial histórico situado na freguesia de Alcântara, em Lisboa, Portugal. O local destaca-se pelos seus miradouros sossegados com vistas sobre o Rio Tejo e pela sua emblemática capela renascentista do século XVI.

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Alto de Santo Amaro

O Alto de Santo Amaro é uma colina e um bairro residencial histórico situado na freguesia de Alcântara, em Lisboa, Portugal. O local destaca-se pelos seus miradouros sossegados com vistas sobre o Rio Tejo e pela sua emblemática capela renascentista do século XVI.

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Hotel Vila Galé Ópera  (Arq. Manuel Salgado)
Hotel Vila Galé Ópera
(Arq. Manuel Salgado)
Hotel Vila Galé Ópera
Hotel Vila Galé Ópera
 . O projeto foi desenhado pelo arquiteto Frederico Valsassina e resulta da reconversão urbana do quarteirão da antiga Fábrica da União, tendo recebido uma Menção Honrosa do Prémio Valmor em 2003 pela harmonia criada entre o edificado residencial e o espaço público envolvente.

 É composto por oito edifícios implantados numa ampla área de intervenção com espaços verdes e jardins privativos.

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Condomínio Alcântara-Rio

. O projeto foi desenhado pelo arquiteto Frederico Valsassina e resulta da reconversão urbana do quarteirão da antiga Fábrica da União, tendo recebido uma Menção Honrosa do Prémio Valmor em 2003 pela harmonia criada entre o edificado residencial e o espaço público envolvente.

É composto por oito edifícios implantados numa ampla área de intervenção com espaços verdes e jardins privativos.

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 Cronologia:

SÉC. XIX a XX: O PASSADO INDUSTRIAL

1865: O Visconde da Junqueira funda a Companhia União Fabril (CUF). Instala no Largo das Fontainhas, em Alcântara, uma importante fábrica voltada para a produção de sabões, velas de estearina e óleos vegetais.

Finais do Séc. XX: Com a progressiva desindustrialização de Lisboa e a transferência ou desativação das linhas de laboração (muitas das quais migraram para o Barreiro), o quarteirão industrial das Fontainhas fica obsoleto e degradado.

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A Chaminé da Antiga
Fábrica União Fontaínhas

Cronologia:

SÉC. XIX a XX: O PASSADO INDUSTRIAL

1865: O Visconde da Junqueira funda a Companhia União Fabril (CUF). Instala no Largo das Fontainhas, em Alcântara, uma importante fábrica voltada para a produção de sabões, velas de estearina e óleos vegetais.

Finais do Séc. XX: Com a progressiva desindustrialização de Lisboa e a transferência ou desativação das linhas de laboração (muitas das quais migraram para o Barreiro), o quarteirão industrial das Fontainhas fica obsoleto e degradado.

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 TRANSIÇÃO E CONSTRUIÇÃO (ANOS 90 – 2003)

1990: Arrancam os primeiros estudos e desenhos da autoria do atelier do reputado arquiteto Frederico Valsassina para a requalificação integral da zona. O projeto de arquitetura paisagística fica a cargo da PROAP.

2003: Conclusão da obra do condomínio pela promotora Alcântara Rio - Empreendimentos Imobiliários S.A.. O projeto preservou a icónica chaminé de tijolo e a fachada principal na Rua Fradesso da Silveira, integrando o passado industrial numa malha residencial contemporânea com oito edifícios.

2003: O complexo recebe a Menção Honrosa do Prémio Valmor pelo seu exemplar equilíbrio entre o aproveitamento imobiliário privado e a valorização do espaço público pedonal envolvente.

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Prémio Valmor 2003

TRANSIÇÃO E CONSTRUIÇÃO (ANOS 90 – 2003)

1990: Arrancam os primeiros estudos e desenhos da autoria do atelier do reputado arquiteto Frederico Valsassina para a requalificação integral da zona. O projeto de arquitetura paisagística fica a cargo da PROAP.

2003: Conclusão da obra do condomínio pela promotora Alcântara Rio - Empreendimentos Imobiliários S.A.. O projeto preservou a icónica chaminé de tijolo e a fachada principal na Rua Fradesso da Silveira, integrando o passado industrial numa malha residencial contemporânea com oito edifícios.

2003: O complexo recebe a Menção Honrosa do Prémio Valmor pelo seu exemplar equilíbrio entre o aproveitamento imobiliário privado e a valorização do espaço público pedonal envolvente.

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  CONSOLIDAÇÃO E RESILIÊNCIA (PÓS-2004)

2004: O plano do condomínio é integrado numa visão urbana mais ampla chamada estudo Alcântara XXI, que visava ligar o rejuvenescimento residencial desta zona a novas infraestruturas de transportes e acessos ribeirinhos.

2008: A Câmara Municipal de Lisboa oficializa os novos nomes dos arruamentos adjacentes à Urbanização Alcântara Nascente, atribuindo designações como Praceta Teófilo Ferreira e Praceta CUF para homenagear a história local. (...)

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Arq. Frederico Valsassina

CONSOLIDAÇÃO E RESILIÊNCIA (PÓS-2004)

2004: O plano do condomínio é integrado numa visão urbana mais ampla chamada estudo "Alcântara XXI", que visava ligar o rejuvenescimento residencial desta zona a novas infraestruturas de transportes e acessos ribeirinhos.

2008: A Câmara Municipal de Lisboa oficializa os novos nomes dos arruamentos adjacentes à Urbanização Alcântara Nascente, atribuindo designações como Praceta Teófilo Ferreira e Praceta CUF para homenagear a história local. (...)

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 (...) Década de 2010: O condomínio passa por obras de modernização e mitigação ambiental na sua envolvente subterrânea, instalando comportas hidráulicas automáticas para proteger as suas amplas garagens e reforçar a segurança do edificado contra as cheias históricas da bacia de Alcântara.

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Prémio Valmor 2003

(...) Década de 2010: O condomínio passa por obras de modernização e mitigação ambiental na sua envolvente subterrânea, instalando comportas hidráulicas automáticas para proteger as suas amplas garagens e reforçar a segurança do edificado contra as cheias históricas da bacia de Alcântara.

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 Lisboa, Alcântara.
 
Setor urbano.

Proteção: não atribuída.

Época de construção: Séc. 20 (déc. 30).

ARQUITETO: Paulino António Pereira Montez (1897 - 1988).

Filomena Bandeira e Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=12686
Bairro do Alvito

Lisboa, Alcântara.

Setor urbano.

Proteção: não atribuída.

Época de construção: Séc. 20 (déc. 30).

ARQUITETO: Paulino António Pereira Montez (1897 - 1988).

Filomena Bandeira e Rita Vale (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=12686

Teatro Lanterna Mágica
Teatro Lanterna Mágica
 O Chafariz da Travessa Teixeira Júnior, também conhecido historicamente como Chafariz do Largo do Calvário ou do Largo da Casca, é um fontanário histórico construído em 1852 na freguesia de Alcântara, em Lisboa.

Feito de calcário branco, a sua estrutura original conta com dois tanques (um para a população e outro para o gado) e uma decoração com conchas de moluscos. Após passar décadas realocado na Travessa Teixeira Júnior, o monumento foi devolvido à sua localização original no Largo do Calvário em 2017.

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Chafariz da Travessa
Teixeira Júnior

O Chafariz da Travessa Teixeira Júnior, também conhecido historicamente como Chafariz do Largo do Calvário ou do Largo da Casca, é um fontanário histórico construído em 1852 na freguesia de Alcântara, em Lisboa.

Feito de calcário branco, a sua estrutura original conta com dois tanques (um para a população e outro para o gado) e uma decoração com conchas de moluscos. Após passar décadas realocado na Travessa Teixeira Júnior, o monumento foi devolvido à sua localização original no Largo do Calvário em 2017.

https://share.google/aimode/JQtPazc7wb7UD1yMe <(H3>

 Cronologia:

1851 – Início da construção sob o traço do arquiteto Malaquias Ferreira Leal.
1852 – Inauguração oficial do chafariz no Largo do Calvário, em Alcântara.
1938 – Desmontagem do monumento devido a obras de reurbanização da praça.
1940 – Reinstalação na Travessa Teixeira Júnior para abastecer a comunidade local.
1960s – Desativação do sistema de água corrente com a expansão da rede pública.
2017 – Desmontagem, restauro e retorno definitivo ao recuperado Largo do Calvário.

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Chafariz da Travessa
Teixeira Júnior

Cronologia:

1851 – Início da construção sob o traço do arquiteto Malaquias Ferreira Leal.
1852 – Inauguração oficial do chafariz no Largo do Calvário, em Alcântara.
1938 – Desmontagem do monumento devido a obras de reurbanização da praça.
1940 – Reinstalação na Travessa Teixeira Júnior para abastecer a comunidade local.
1960s – Desativação do sistema de água corrente com a expansão da rede pública.
2017 – Desmontagem, restauro e retorno definitivo ao recuperado Largo do Calvário.

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 As Docas de Santo Amaro (conhecidas simplesmente como As Docas) são um dos principais centros de lazer, restauração e vida noturna de Lisboa. 

Localizadas em Alcântara, mesmo por baixo da imponente Ponte 25 de Abril, combinam uma marina ativa com antigos armazéns portuários convertidos em esplanadas animadas.

https://share.google/aimode/x2a0JQKUCXSw19eKb
Docas

As Docas de Santo Amaro (conhecidas simplesmente como "As Docas") são um dos principais centros de lazer, restauração e vida noturna de Lisboa.

Localizadas em Alcântara, mesmo por baixo da imponente Ponte 25 de Abril, combinam uma marina ativa com antigos armazéns portuários convertidos em esplanadas animadas.

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 CRONOLOGIA:

1887: Inauguração do Porto Moderno por D. Luís I. Iniciam-se as grandes obras de requalificação ribeirinha para modernizar a atividade comercial e acostável.

Início do Século XX: As Docas de Santo Amaro e de Alcântara serviam primariamente para o abrigo de embarcações comerciais, costeiras, de pesca e industriais. Curiosamente, a Doca de Santo Amaro era então apelidada de Doca do Pinho e Alcântara de Doca do Espanhol.

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Doca de Santo Amaro

CRONOLOGIA:

1887: Inauguração do Porto Moderno por D. Luís I. Iniciam-se as grandes obras de requalificação ribeirinha para modernizar a atividade comercial e acostável.

Início do Século XX: As Docas de Santo Amaro e de Alcântara serviam primariamente para o abrigo de embarcações comerciais, costeiras, de pesca e industriais. Curiosamente, a Doca de Santo Amaro era então apelidada de "Doca do Pinho" e Alcântara de "Doca do Espanhol".

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(...) 1943: É inaugurada a Gare Marítima de Alcântara. Desenhada pelo arquiteto Pardal Monteiro, torna-se o principal ponto de chegada dos grandes paquetes atlânticos e destaca-se pelos célebres frescos de Almada Negreiros.

1995: A Grande Conversão. Os antigos armazéns portuários de Santo Amaro são totalmente reabilitados. O espaço industrial converte-se no complexo de lazer, restaurantes e vida noturna que existe hoje.

Atualidade: A Marina de Lisboa faz a gestão integrada das quatro docas de recreio da margem norte (Alcântara, Santo Amaro, Belém e Bom Sucesso), servindo centenas de embarcações e turistas.

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Doca de Santo Amaro

(...) 1943: É inaugurada a Gare Marítima de Alcântara. Desenhada pelo arquiteto Pardal Monteiro, torna-se o principal ponto de chegada dos grandes paquetes atlânticos e destaca-se pelos célebres frescos de Almada Negreiros.

1995: A Grande Conversão. Os antigos armazéns portuários de Santo Amaro são totalmente reabilitados. O espaço industrial converte-se no complexo de lazer, restaurantes e vida noturna que existe hoje.

Atualidade: A Marina de Lisboa faz a gestão integrada das quatro docas de recreio da margem norte (Alcântara, Santo Amaro, Belém e Bom Sucesso), servindo centenas de embarcações e turistas.

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Docas
Docas
Docas
Docas
Docas
Docas
 NON EXCLUSIVE LICENSE GRANTED TO OCEÂNICO GROUP (PT)
Lisbn Docks

NON EXCLUSIVE LICENSE
GRANTED TO
"OCEÂNICO GROUP" (PT)

Docas
Docas
Docas
Docas
 NON-EXCLUSIVE LICENSE GRANTED TO NUCLEUS (UK) ORIENT-EXPRESS HOTELS (UK) LAPA PALACE HOTEL (PT)
Docas

NON-EXCLUSIVE LICENSE
GRANTED TO "NUCLEUS" (UK)
"ORIENT-EXPRESS HOTELS" (UK)
"LAPA PALACE HOTEL" (PT)

 A Porta dos Catraieiros refere-se à zona histórica de embarque e à atividade dos catraieiros — os barqueiros tradicionais que operavam as catraias (pequenas embarcações de boca aberta) para o transporte de passageiros, tripulações e mercadorias entre a margem e os navios fundeados em portos como o do Porto de Lisboa (no rio Tejo).

CATRAIAS: Barcos a remos ou à vela ágeis, usados para manobrar em zonas de forte corrente ou junto a grandes embarcações comerciais.

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A Porta dos Catraeiros

A Porta dos Catraieiros refere-se à zona histórica de embarque e à atividade dos catraieiros — os barqueiros tradicionais que operavam as catraias (pequenas embarcações de boca aberta) para o transporte de passageiros, tripulações e mercadorias entre a margem e os navios fundeados em portos como o do Porto de Lisboa (no rio Tejo).

CATRAIAS: Barcos a remos ou à vela ágeis, usados para manobrar em zonas de forte corrente ou junto a grandes embarcações comerciais.

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