![Mêda, Marialva.
Núcleo urbano sede de freguesia.
Proteção: Em vias de classificação. Inclui Castelo de Marialva, recinto urbano muralhado, Pelourinho e Igreja de São Pedro.
Início da construção: Séc. 14.
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/174819521.1279fe3c.JPEG) Núcleo urbano da vila de Marialva Mêda, Marialva.
Núcleo urbano sede de freguesia.
Proteção: Em vias de classificação. Inclui Castelo de Marialva, recinto urbano muralhado, Pelourinho e Igreja de São Pedro.
Início da construção: Séc. 14.
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![Época romana: 31 a. C. - cunhagem de um denário de prata de Marco António encontrado em Marialva (RODRIGUES 1983: 88); 119 - inscrição dedicada ao imperador Adriano pela comunidade dos Aravi a qual se lia numa lápide referenciada em Marialva desde 1587. Idade Média - origens: 1145 - Fernão Mendes II, cunhado do rei D. Afonso Henriques, doa à Ordem do Templo o castelo de Longroiva que diz ter povoado na Extrematura, entre os castelos de Numão e Marialva e o rio Côa (doc. in VITERBO 1965-6: II, 587, nota 1); (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118767895.727f076c.JPEG) Marialva Época romana: 31 a. C. - cunhagem de um denário de prata de Marco António encontrado em Marialva (RODRIGUES 1983: 88); 119 - inscrição dedicada ao imperador Adriano pela comunidade dos Aravi a qual se lia numa lápide referenciada em Marialva desde 1587. Idade Média - origens: 1145 - Fernão Mendes II, cunhado do rei D. Afonso Henriques, doa à Ordem do Templo o castelo de Longroiva que diz ter povoado na "Extrematura", entre os castelos de Numão e Marialva e o rio Côa (doc. in VITERBO 1965-6: II, 587, nota 1); (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...) entre 1157 e 1169 - D. Afonso Henriques concede carta de foral às vilas de Trancoso, Marialva, Aguiar da Beira, Celorico da Beira e Moreira de Rei. Idade Média - expansão: 1286 - D. Dinis autorizou a realização de uma feira mensal de três dias (RAU 1982: 112); 1297 - doação da igreja de São João à Ordem do Hospital; séc. 14 (em data indeterminada) - construção da cerca urbana; 1320-1321 - o Catálogo das Igrejas regista três igrejas paroquiais em Marialva a que correspondiam distintos rendimentos: Santiago com 80 libras, São João com 150 libras e São Pedro com 160 libras (ALMEIDA 1967: IV, 117-8). (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/158694988.9bcf49e6.JPEG) Marialva (...) entre 1157 e 1169 - D. Afonso Henriques concede carta de foral às vilas de Trancoso, Marialva, Aguiar da Beira, Celorico da Beira e Moreira de Rei. Idade Média - expansão: 1286 - D. Dinis autorizou a realização de uma feira mensal de três dias (RAU 1982: 112); 1297 - doação da igreja de São João à Ordem do Hospital; séc. 14 (em data indeterminada) - construção da cerca urbana; 1320-1321 - o Catálogo das Igrejas regista três igrejas paroquiais em Marialva a que correspondiam distintos rendimentos: Santiago com 80 libras, São João com 150 libras e São Pedro com 160 libras (ALMEIDA 1967: IV, 117-8). (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...) Baixa Idade Média - crise e influência da nobreza local: séc. 15 (em data indeterminada) - a diminuição da população condicionou uma reorganização paroquial, tendo a paróquia de São João sido anexada à de São Pedro (GOMES 1995 e COSTA 1977-1984); 1404 - o Concelho contesta a compra de bens por Gonçalo Vasques Coutinho, na altura alcaide do castelo de Marialva, cabeça da família que assumirá lugar de relevo na vila sendo a um seu descendente, Vasco Fernandes Coutinho, que o rei D. Afonso V concederá em 1440 o título de Conde de Marialva, título que entraria posteriormente na Casa Real por via do casamento do infante D. Fernando, filho do rei D. Manuel, com a filha e herdeira do 4ª Conde de Marialva (cf. GOMES 1995); (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770019.c738125b.JPEG) Marialva (...) Baixa Idade Média - crise e influência da nobreza local: séc. 15 (em data indeterminada) - a diminuição da população condicionou uma reorganização paroquial, tendo a paróquia de São João sido anexada à de São Pedro (GOMES 1995 e COSTA 1977-1984); 1404 - o Concelho contesta a compra de bens por Gonçalo Vasques Coutinho, na altura alcaide do castelo de Marialva, cabeça da família que assumirá lugar de relevo na vila sendo a um seu descendente, Vasco Fernandes Coutinho, que o rei D. Afonso V concederá em 1440 o título de Conde de Marialva, título que entraria posteriormente na Casa Real por via do casamento do infante D. Fernando, filho do rei D. Manuel, com a filha e herdeira do 4ª Conde de Marialva (cf. GOMES 1995); (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...) 1406, 25 de Março - confirmação régia de uma reserva ou couto constituído por um perímetro que, partindo da igreja, passava pelo Outeiro da Porta, Portela do Poço, Outeiro dos Ramos, Eira das Velhas, Pedras dos Cordiais, Forca da Devesa até à igreja de Santa Maria, envolvendo a colina e o sítio da Devesa, no interior do qual era proibido, sob pena de multa, a passagem ou alimentação de gados transumantes a fim de proteger hortas e campos cultivados junto às muralhas (COSTA 1977-1984: II, 266; GOMES 1995); (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770025.0903b4a3.JPEG) Aldeias Históricas de Portugal Marialva (...) 1406, 25 de Março - confirmação régia de uma reserva ou couto constituído por um perímetro que, partindo da igreja, passava pelo Outeiro da Porta, Portela do Poço, Outeiro dos Ramos, Eira das Velhas, Pedras dos Cordiais, Forca da Devesa até à igreja de Santa Maria, envolvendo a colina e o sítio da Devesa, no interior do qual era proibido, sob pena de multa, a passagem ou alimentação de gados transumantes a fim de proteger hortas e campos cultivados junto às muralhas (COSTA 1977-1984: II, 266; GOMES 1995); (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...)1422 - no Rol dos Besteiros, existe a referência a 2982 habitantes; 1437 - o Concelho da vila pedia a intervenção do rei D. Duarte porque havia doze anos que a feira tinha deixado de se realizar e a vila se despovoava (RAU 1982: 112); 1447 - fundação do Convento de São Francisco de Villares da Ordem Terceira de São Francisco dedicado a Nossa Senhora dos Remédios (ALMEIDA 1967: I, 331 e II, 155); 1468 - o Concelho pediu ao rei a diminuição dos besteiros do conto, no que foi atendido, face à diminuição da população a qual havia caído dos 800 moradores para 150; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/174819065.a10b0555.JPEG) Marialva (...)1422 - no Rol dos Besteiros, existe a referência a 2982 habitantes; 1437 - o Concelho da vila pedia a intervenção do rei D. Duarte porque havia doze anos que a feira tinha deixado de se realizar e a vila se despovoava (RAU 1982: 112); 1447 - fundação do Convento de São Francisco de Villares da Ordem Terceira de São Francisco dedicado a Nossa Senhora dos Remédios (ALMEIDA 1967: I, 331 e II, 155); 1468 - o Concelho pediu ao rei a diminuição dos besteiros do conto, no que foi atendido, face à diminuição da população a qual havia caído dos 800 moradores para 150; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...) 1496 - viviam na vila e termo 270 vizinhos; séc. 15 (final) - numerosas famílias de judeus fixam-se em Marialva (TAVARES 1984: II, 264); séc. 15 (final) - o rendimento da judiaria de Marialva foi avaliado em 30.000 réis (TAVARES 1984: II, 756). Idade Moderna (séc. 16 e 1ª metade séc. 17) - reorganização e nova expansão: 1512, 14 de Setembro - D. Manuel concede foral novo a Marialva; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770027.e0c7ea70.JPEG) Marialva (...) 1496 - viviam na vila e termo 270 vizinhos; séc. 15 (final) - numerosas famílias de judeus fixam-se em Marialva (TAVARES 1984: II, 264); séc. 15 (final) - o rendimento da judiaria de Marialva foi avaliado em 30.000 réis (TAVARES 1984: II, 756). Idade Moderna (séc. 16 e 1ª metade séc. 17) - reorganização e nova expansão: 1512, 14 de Setembro - D. Manuel concede foral novo a Marialva; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...) 1527-32 - no Numeramento não é mencionado o lugar da Devesa e a vila tinha mais moradores no arrabalde (73) do que intra-muros (68), existindo entre os 7 lugares e 5 quintas do seu termo a aldeia de Vale de Ladrões (depois chamada Vale Flor), que era mais povoada do que a vila somada ao arrabalde: 171 moradores para 141 (COLLAÇO 1934: 116); 1527 - no Numeramento, é referida a existência de 548 habitantes; 1537 - o Prior do Convento de São Francisco de Vilares dava a conhecer a pobreza em que vivia aquela comunidade religiosa; 1559 - conclusão de obras, iniciadas cerca de 1530, nas fortificações da vila pelo ainda infante D. Sebastião durante a regência de D. Catarina; 1585 - data inscrita junto da porta travessa da igreja de São Tiago indiciando a realização de obras; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/174818961.08cacf6c.JPEG) Aldeias Históricas de Portugal Marialva (...) 1527-32 - no Numeramento não é mencionado o lugar da Devesa e a vila tinha mais moradores no arrabalde (73) do que intra-muros (68), existindo entre os 7 lugares e 5 quintas do seu termo a aldeia de Vale de Ladrões (depois chamada Vale Flor), que era mais povoada do que a vila somada ao arrabalde: 171 moradores para 141 (COLLAÇO 1934: 116); 1527 - no Numeramento, é referida a existência de 548 habitantes; 1537 - o Prior do Convento de São Francisco de Vilares dava a conhecer a pobreza em que vivia aquela comunidade religiosa; 1559 - conclusão de obras, iniciadas cerca de 1530, nas fortificações da vila pelo ainda infante D. Sebastião durante a regência de D. Catarina; 1585 - data inscrita junto da porta travessa da igreja de São Tiago indiciando a realização de obras; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...) 1732 - segundo o Tombo da Comenda de São Pedro, havia na vila de Marialva hum sitio que se chama a daveza onde asistem alguns moradores (...) o qual sitio esta donde chamão o mercado indiciando o início do desenvolvimento da aldeia da Devesa para onde já se deveria ter transferido a feira mensal; 1736 - a paróquia de São Pedro tinha 76 moradores enquanto na de São Tiago moravam 34 (LIMA, 1736), mostrando um ligeiro acréscimo da população total (110), sobretudo devido ao crescimento do arrabalde de São Pedro, ao mesmo tempo que continuava o esvaziamento da área intramuros. (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/174818926.e1191096.JPEG) Marialva (...) 1732 - segundo o Tombo da Comenda de São Pedro, "havia na vila de Marialva hum sitio que se chama a daveza onde asistem alguns moradores (...) o qual sitio esta donde chamão o mercado" indiciando o início do desenvolvimento da aldeia da Devesa para onde já se deveria ter transferido a feira mensal; 1736 - a paróquia de São Pedro tinha 76 moradores enquanto na de São Tiago moravam 34 (LIMA, 1736), mostrando um ligeiro acréscimo da população total (110), sobretudo devido ao crescimento do arrabalde de São Pedro, ao mesmo tempo que continuava o esvaziamento da área intramuros. (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...) Idade Moderna (2ª metade do séc. 18 e séc. 19) - desenvolvimento da aldeia da Devesa: 1758 - segundo as Memórias Paroquiais, moravam em São Tiago 40 vizinhos, sendo apenas 8 intra-muros, enquanto os restantes 32 moravam no sítio da Deveza onde se realizava a feira mensal; a paróquia de São Pedro mostrava também um decréscimo populacional, com 70 vizinhos, indiciando que o futuro crescimento demográfico centrar-se-ia a partir de agora não no arrabalde mas na aldeia da Devesa (RODRIGUES 1983: 208-215). 1759 - a partir desta data a feira anual passa a efectuar-se a 25 de Julho, em honra de São Tiago, realizando-se intra-muros, junto da capela de Nossa Senhora de Mileus, mas também teria passado a realizar-se na Devesa, onde desde o início do século já tinha lugar a feira mensal;(...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770006.af49dfe5.JPEG) Aldeias Históricas de Portugal Marialva (...) Idade Moderna (2ª metade do séc. 18 e séc. 19) - desenvolvimento da aldeia da Devesa: 1758 - segundo as Memórias Paroquiais, moravam em São Tiago 40 vizinhos, sendo apenas 8 intra-muros, enquanto os restantes 32 moravam no sítio da Deveza onde se realizava a feira mensal; a paróquia de São Pedro mostrava também um decréscimo populacional, com 70 vizinhos, indiciando que o futuro crescimento demográfico centrar-se-ia a partir de agora não no arrabalde mas na aldeia da Devesa (RODRIGUES 1983: 208-215). 1759 - a partir desta data a feira anual passa a efectuar-se a 25 de Julho, em honra de São Tiago, realizando-se intra-muros, junto da capela de Nossa Senhora de Mileus, mas também teria passado a realizar-se na Devesa, onde desde o início do século já tinha lugar a feira mensal;(...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...) séc. 18 (finais) - já não havia habitantes intra-muros, tendo o orago de Nossa Senhora de Mileus sido transferido para a capela da Devesa, aonde se faz feira todas as segundas feiras do segundo domingo do mez (AZEVEDO, Porto, 1877). 1836 (depois de) - com a extinção do convento de Vilares, o respetivo orago de Nossa Senhora dos Remédios teria passado para a capela da Devesa, que deixaria de ser designada por Nossa Senhora de Mileu; 1855 - extinção do concelho de Marialva e sua integração no de Vila Nova de Foz Côa; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/174818983.34712981.JPEG) Marialva (...) séc. 18 (finais) - já não havia habitantes intra-muros, tendo o orago de Nossa Senhora de Mileus sido transferido para a capela da Devesa, "aonde se faz feira todas as segundas feiras do segundo domingo do mez" (AZEVEDO, Porto, 1877). 1836 (depois de) - com a extinção do convento de Vilares, o respetivo orago de Nossa Senhora dos Remédios teria passado para a capela da Devesa, que deixaria de ser designada por Nossa Senhora de Mileu; 1855 - extinção do concelho de Marialva e sua integração no de Vila Nova de Foz Côa; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...) 1862 - inauguração do cemitério localizado na área intra-muros; 1872 - Marialva passa a integrar o concelho da Meda; 1898 - levantamento da Fortificação de Marialva realizado por Gaspar Pereira de Castro, tenente de engenharia do Quartel de Aveiro, visando um programa de obras no castelo e muralhas que não chegaria a concretizar-se; 1947 - construção da atual Capela de Nossa Senhora dos Remédios na Devesa, substituindo a anterior que se havia arruinado, a qual dominava o núcleo original da Devesa sobre um promontório granítico localizado junto do atual cemitério; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/174816603.03989212.JPEG) Aldeias Históricas de Portugal Marialva (...) 1862 - inauguração do cemitério localizado na área intra-muros; 1872 - Marialva passa a integrar o concelho da Meda; 1898 - levantamento da Fortificação de Marialva realizado por Gaspar Pereira de Castro, tenente de engenharia do Quartel de Aveiro, visando um programa de obras no castelo e muralhas que não chegaria a concretizar-se; 1947 - construção da atual Capela de Nossa Senhora dos Remédios na Devesa, substituindo a anterior que se havia arruinado, a qual dominava o núcleo original da Devesa sobre um promontório granítico localizado junto do atual cemitério; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...) 2002, 18 Fevereiro - inauguração do Centro de Acolhimento e Interpretação pelo Ministro da Cultura, Augusto Santos Silva, e o Secretário de Estado Adjunto da Ministra do Planeamento, Ricardo Magalhães; 2005 - um grupo de investigadores, empresários e cidadãos criou a Associação para a Promoção e Preservação do Património de Marialva, com o objetivo de preservar o património arqueológico do local e criar um museu; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/174816621.5d379572.JPEG) Marialva (...) 2002, 18 Fevereiro - inauguração do Centro de Acolhimento e Interpretação pelo Ministro da Cultura, Augusto Santos Silva, e o Secretário de Estado Adjunto da Ministra do Planeamento, Ricardo Magalhães; 2005 - um grupo de investigadores, empresários e cidadãos criou a Associação para a Promoção e Preservação do Património de Marialva, com o objetivo de preservar o património arqueológico do local e criar um museu; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![(...) 2021, 28 março - Despacho do subdiretor-geral da DGPC a determinar a abertura de procedimento de classificação da Zona Histórica da Vila de Marialva de âmbito nacional; 29 junho - publicação da abertura de procedimento de classificação da Zona Histórica da Vila de Marialva, em Anúncio n.º 141/2021, DR, 2.ª série, n.º 124.
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118767887.f11587db.JPEG) Marialva (...) 2021, 28 março - Despacho do subdiretor-geral da DGPC a determinar a abertura de procedimento de classificação da Zona Histórica da Vila de Marialva de âmbito nacional; 29 junho - publicação da abertura de procedimento de classificação da Zona Histórica da Vila de Marialva, em Anúncio n.º 141/2021, DR, 2.ª série, n.º 124.
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1328 )
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![Mêda, Marialva.
Castelo e cerca urbana muralhada.
Proteção: Monumento Nacional.
Época de construção: Séc. 12.
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770036.304523ad.JPEG) Castelo de Marialva, incluindo não só a torre de menagem, como todas as muralhas, portas e demais vestígios existentes. Mêda, Marialva.
Castelo e cerca urbana muralhada.
Proteção: Monumento Nacional.
Época de construção: Séc. 12.
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)
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![Cronologia: Idade do Ferro - existência de castro dos Aravos, tribo lusitana; séc. 2 / 4 d.C. - reconstrução da cidade de Aravor pelos Imperadores Adriano e Trajano na zona baixa da Devesa; séc. 4 / 5 - construção de fortaleza no local do castro; 960 - surge referido no testamento de D. Flâmula, tendo sido doado ao mosteiro de Guimarães; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770030.21300b7f.JPEG) Porta do Anjo da Guarda Cronologia: Idade do Ferro - existência de castro dos Aravos, tribo lusitana; séc. 2 / 4 d.C. - reconstrução da cidade de Aravor pelos Imperadores Adriano e Trajano na zona baixa da Devesa; séc. 4 / 5 - construção de fortaleza no local do castro; 960 - surge referido no testamento de D. Flâmula, tendo sido doado ao mosteiro de Guimarães; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)
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![(...) 997 - foi tomado por Almançor; 1063 - reconquista por Fernando Magno de Leão; 1179 - concessão de foral por D. Afonso Henriques; 1200 - reedificação do castelo por D. Sancho I; 1217, Novembro - confirmação do foral por D. Afonso II; 1286 - criação da feira por D. Dinis, que teria reedificado o castelo;(...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770031.84e2974a.JPEG) Castelo de Marialva (...) 997 - foi tomado por Almançor; 1063 - reconquista por Fernando Magno de Leão; 1179 - concessão de foral por D. Afonso Henriques; 1200 - reedificação do castelo por D. Sancho I; 1217, Novembro - confirmação do foral por D. Afonso II; 1286 - criação da feira por D. Dinis, que teria reedificado o castelo;(...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)
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![(...) 1422 - no Rol dos Besteiros, existe a referência a 2982 habitantes; 1440 - concessão do título de Conde de Marialva a D. Vasco Fernandes Coutinho, pelo regente D. Pedro; 1496 - na Inquirição, existe a referência a 276 habitantes; 1512, 15 Dezembro - concessão de foral por D. Manuel, que teria mandado fazer obras na fortaleza; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770032.18c45658.JPEG) Castelo de Marialva (...) 1422 - no Rol dos Besteiros, existe a referência a 2982 habitantes; 1440 - concessão do título de Conde de Marialva a D. Vasco Fernandes Coutinho, pelo regente D. Pedro; 1496 - na Inquirição, existe a referência a 276 habitantes; 1512, 15 Dezembro - concessão de foral por D. Manuel, que teria mandado fazer obras na fortaleza; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)
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![(...) 1527 - no Numeramento, existe a referência a 548 habitantes; 1559 - obras de reparação no castelo durante a Regência de D. Catarina, conforme inscrição na muralha; séc. 17 - construção de um baluarte; 1663 - concessão do título de Marquês de Marialva a D. António Luís de Menezes, por D. Afonso VI; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770001.505f60c9.JPEG) Torre da Relação e Torre do Monte (...) 1527 - no Numeramento, existe a referência a 548 habitantes; 1559 - obras de reparação no castelo durante a Regência de D. Catarina, conforme inscrição na muralha; séc. 17 - construção de um baluarte; 1663 - concessão do título de Marquês de Marialva a D. António Luís de Menezes, por D. Afonso VI; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)
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![(...) 1758 - ainda se conservava intacta a cintura muralhada, era alcaide-mor o Marquês de Távora; séc. 18, 2ª metade - o castelo teria começado a cair em ruínas e ter-se-ia iniciado o progressivo abandono do espaço habitado, facto atribuível á condenação dos Távoras em 1759; 1855, 24 Outubro - extinção do estatuto concelhio e integração no município de Vila Nova de Foz Côa; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770010.eb543193.JPEG) Torre do Relógio (...) 1758 - ainda se conservava intacta a cintura muralhada, era alcaide-mor o Marquês de Távora; séc. 18, 2ª metade - o castelo teria começado a cair em ruínas e ter-se-ia iniciado o progressivo abandono do espaço habitado, facto atribuível á condenação dos Távoras em 1759; 1855, 24 Outubro - extinção do estatuto concelhio e integração no município de Vila Nova de Foz Côa; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)
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 Castelo de Marialva |
![(...) 1872 - integração no município de Mêda; 2001, 27 de Janeiro - parte da muralha que envolvia a torre de menagem ruiu, devido às fortes chuvadas; 2006 - parte de uma das muralhas ruiu; 2007, 20 dezembro - o imóvel é afeto à Direção Regional da Cultura do Centro, pela Portaria n.º 1130/2007, DR, 2.ª série, n.º 245.
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770034.1e1f3ec5.JPEG) Torres do Relógio, do Monte e dos Namorados (...) 1872 - integração no município de Mêda; 2001, 27 de Janeiro - parte da muralha que envolvia a torre de menagem ruiu, devido às fortes chuvadas; 2006 - parte de uma das muralhas ruiu; 2007, 20 dezembro - o imóvel é afeto à Direção Regional da Cultura do Centro, pela Portaria n.º 1130/2007, DR, 2.ª série, n.º 245.
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5931)
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 Castelo de Marialva. |
 Castelo de Marialva. |
 Torre de Menagem |
 Aldeias Históricas de Portugal Marialva. |
 Castelo de Marialva. |
 Torre de Menagem. |
 Castelo de Marialva. |
![Mêda, Marialva.
Pelourinho quinhentista.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Época de construção: Séc. 15 (conjetural).
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1492 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770002.dcc4d24d.JPEG) Pelourinho de Marialva Mêda, Marialva.
Pelourinho quinhentista.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Época de construção: Séc. 15 (conjetural).
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1492 )
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![Cronologia: Idade do Ferro - castro dos Aravos; séc. 02 / 04 d.C. - reconstrução romana da cidade de Aravor na zona da Devesa; séc. 04 / 05 - construção de fortaleza no local do castro; 1063 - reconquista por Fernando, o Magno, de Leão; 1157-1769 - concessão de foral por D. Afonso I; 1200 - D. Sancho I concluiu as obras de reedificação da fortaleza (ALMEIDA, J.); 1217, Novembro - confirmação do foral por D. Afonso II; 1286 - criação da feira por D. Dinis, que reedificou o castelo; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1492 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770049.c6b1011c.JPEG) Pelourinho de Marialva Cronologia: Idade do Ferro - castro dos Aravos; séc. 02 / 04 d.C. - reconstrução romana da cidade de Aravor na zona da Devesa; séc. 04 / 05 - construção de fortaleza no local do castro; 1063 - reconquista por Fernando, o Magno, de Leão; 1157-1769 - concessão de foral por D. Afonso I; 1200 - D. Sancho I concluiu as obras de reedificação da fortaleza (ALMEIDA, J.); 1217, Novembro - confirmação do foral por D. Afonso II; 1286 - criação da feira por D. Dinis, que reedificou o castelo; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1492 )
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![(...) 1340 - é Senhor de Marialva Vasco Fernandes Coutinho, Senhor do Couto de Leomil; 1440 - concessão do título de Conde de Marialva a D. Vasco Fernandes Coutinho pelo Regente D. Pedro; séc. 15, fins - provável edificação do pelourinho; 1512, 15 Dezembro - concessão de foral por D. Manuel, que mandou fazer obras na fortaleza; 1527 - referidos 68 habitantes intramuros e 73 no arrabalde; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1492 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770009.beff7eb3.JPEG) Pelourinho de Marialva (...) 1340 - é Senhor de Marialva Vasco Fernandes Coutinho, Senhor do Couto de Leomil; 1440 - concessão do título de Conde de Marialva a D. Vasco Fernandes Coutinho pelo Regente D. Pedro; séc. 15, fins - provável edificação do pelourinho; 1512, 15 Dezembro - concessão de foral por D. Manuel, que mandou fazer obras na fortaleza; 1527 - referidos 68 habitantes intramuros e 73 no arrabalde; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1492 )
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![(...) 1559 - obras de reparação no castelo durante a Regência de D. Catarina; 1661, 11 Junho - concessão do título de Marquês de Marialva a D. António Luis de Menezes por D. Afonso VI; 1758 - ainda se conservava intacta a cintura muralhada; era alcaide-mor o Marquês de Távora; 20 Abril - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco Bernardo José Cardoso Meneses, é referido que a povoação é do rei e da Comarca de Pinhel, tendo pertencido, anteriormente, ao Marquês de Marialva; tem 70 vizinhos e juiz ordinário, câmara e ouvidor, constituindo um concelho autónomo; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1492 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770007.bc4d8a0b.JPEG) Pelourinho de Marialva (...) 1559 - obras de reparação no castelo durante a Regência de D. Catarina; 1661, 11 Junho - concessão do título de Marquês de Marialva a D. António Luis de Menezes por D. Afonso VI; 1758 - ainda se conservava intacta a cintura muralhada; era alcaide-mor o Marquês de Távora; 20 Abril - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco Bernardo José Cardoso Meneses, é referido que a povoação é do rei e da Comarca de Pinhel, tendo pertencido, anteriormente, ao Marquês de Marialva; tem 70 vizinhos e juiz ordinário, câmara e ouvidor, constituindo um concelho autónomo; (...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1492 )
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![(...) séc. 18, 2.ª metade - início de progressivo abandono do espaço habitado, facto atribuível à condenação dos Távoras em 1759; 1855 - extinção do estatuto concelhio e integração no município de Vila Nova de Foz Côa; nessa data possuía, além de juiz, um médico, boticário, farmácia, advogado e notário, estalagens e feira; 1872 - integração no município da Mêda; conserva-se o edifício da Antiga Casa da Câmara, Tribunal e Cadeia; é ainda referenciado o Sítio da Força, a N. da Porta do Monte.(...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1492 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770048.9f794098.JPEG) O Pelourinho e a Cisterna (...) séc. 18, 2.ª metade - início de progressivo abandono do espaço habitado, facto atribuível à condenação dos Távoras em 1759; 1855 - extinção do estatuto concelhio e integração no município de Vila Nova de Foz Côa; nessa data possuía, além de juiz, um médico, boticário, farmácia, advogado e notário, estalagens e feira; 1872 - integração no município da Mêda; conserva-se o edifício da Antiga Casa da Câmara, Tribunal e Cadeia; é ainda referenciado o Sítio da Força, a N. da Porta do Monte.(...)
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1492 )
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 A Cisterna. |
 Castelo de Marialva . |
 Castelo de Marialva |
 Câmara Municipal, Tribunal e Cadeia de Marialva Mêda, Marialva.
Arquitetura administrativa e política, arquitetura judicial e arquitetura prisional, vernácula.
Proteção: Incluido na Zona de Proteção do Castelo de Marialva.
Época de construção: Séc. 17 (conjetural).
( Margarida Conceição [excertos}, in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2929 )
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 Câmara Municipal, Tribunal e Cadeia de Marialva |
 Casa da Câmara. |
 Casa da Câmara |
 Castelo de Marialva . |
 Castelo de Marialva |
 Aldeias Históricas de Portugal Marialva. |
 Castelo de Marialva . |
![Mêda, Marialva.
Arquitetura religiosa, maneirista e barroca.
Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Castelo de Marialva.
Início da construção: Séc. 17.
( Margarida Conceição e Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3088 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770038.d42768b0.JPEG) Igrejas da Misericórdia e de Santiago Mêda, Marialva.
Arquitetura religiosa, maneirista e barroca.
Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Castelo de Marialva.
Início da construção: Séc. 17.
( Margarida Conceição e Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3088 )
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![Cronologia: 1585 - instituição da Misericórdia (Neves, p. 55); séc. 17 - época provável da construção da atual capela; séc. 18 - execução do retábulo-mor; séc. 18 / 19 - época provável da feitura da varanda de Pilatos; 1945 - data inscrita numa das cruzes da Santa Missão; 1961 / 1962 - datas inscritas numa das cruzes da santa Missão.
( Margarida Conceição e Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3088 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770046.eda3813c.JPEG) Capela do Senhor dos Passos Cronologia: 1585 - instituição da Misericórdia (Neves, p. 55); séc. 17 - época provável da construção da atual capela; séc. 18 - execução do retábulo-mor; séc. 18 / 19 - época provável da feitura da "varanda de Pilatos"; 1945 - data inscrita numa das cruzes da Santa Missão; 1961 / 1962 - datas inscritas numa das cruzes da santa Missão.
( Margarida Conceição e Paula Noé [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3088 )
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![Mêda, Marialva.
Igreja paroquial quinhentista e barroca.
Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Castelo de Marialva.
Época de construção: Séc. 16.
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1374 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770045.dda28960.JPEG) Igreja de Santiago Mêda, Marialva.
Igreja paroquial quinhentista e barroca.
Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Castelo de Marialva.
Época de construção: Séc. 16.
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1374 )
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![Cronologia: 1320, 23 maio - bula do Papa João XXII concedendo a D. Dinis, por três anos, para subsídio de guerra contra os mouros, a décima de todas as rendas eclesiásticas do reino, sendo a igreja taxada em 80 libras; integra o bispado de Lamego; 1585 - edificação do atual templo; 1595 - data incisa no fecho do arco da porta lateral; Séc. 18 - era Reitoria da Comenda da Ordem de Cristo; colocação dos elementos decorativos de talha; séc. 20, 1ª metade - substituição da cobertura por telha marselha da responsabilidade do pároco António Pereira Amante.
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1374 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770004.12a5c553.JPEG) Igreja de Santiago Cronologia: 1320, 23 maio - bula do Papa João XXII concedendo a D. Dinis, por três anos, para subsídio de guerra contra os mouros, a décima de todas as rendas eclesiásticas do reino, sendo a igreja taxada em 80 libras; integra o bispado de Lamego; 1585 - edificação do atual templo; 1595 - data incisa no fecho do arco da porta lateral; Séc. 18 - era Reitoria da Comenda da Ordem de Cristo; colocação dos elementos decorativos de talha; séc. 20, 1ª metade - substituição da cobertura por telha marselha da responsabilidade do pároco António Pereira Amante.
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1374 )
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![Mêda, Marialva.
Igreja de construção primitiva românica, de que não existem quaisquer vestígios, mas de que subsiste o cemitério no adro envolvente, sendo a estrutura actual quinhentista e seiscentista, com a capela-mor e nave rematada por cachorrada simples e com vestígios dos antigos muros góticos.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Início da construção. Séc. 15.
Arquiteto: Manuel Machado (atr., séc. 18).
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11073 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770057.40e428c4.JPEG) Igreja Paroquial de São Pedro de Marialva Mêda, Marialva.
Igreja de construção primitiva românica, de que não existem quaisquer vestígios, mas de que subsiste o cemitério no adro envolvente, sendo a estrutura actual quinhentista e seiscentista, com a capela-mor e nave rematada por cachorrada simples e com vestígios dos antigos muros góticos.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Início da construção. Séc. 15.
Arquiteto: Manuel Machado (atr., séc. 18).
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11073 )
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![Cronologia: Séc. 11 / 12 - enterramentos nas sepulturas do adro; 1320, 23 maio - bula do Papa João XXII concedendo a D. Dinis, por três anos, para subsídio de guerra contra os mouros, a décima de todas as rendas eclesiásticas do reino, sendo a igreja taxada em 160 libras; integra o bispado de Lamego; a igreja de São João é taxada em 150 libras; séc. 15 / 16 - enterramentos no local; séc. 16 - existência do campanário; decoração do interior do templo com pintura; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11073 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770055.437294b4.JPEG) Igreja de São PedroCronologia: Séc. 11 / 12 - enterramentos nas sepulturas do adro; 1320, 23 maio - bula do Papa João XXII concedendo a D. Dinis, por três anos, para subsídio de guerra contra os mouros, a décima de todas as rendas eclesiásticas do reino, sendo a igreja taxada em 160 libras; integra o bispado de Lamego; a igreja de São João é taxada em 150 libras; séc. 15 / 16 - enterramentos no local; séc. 16 - existência do campanário; decoração do interior do templo com pintura; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11073 )
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![(...) 1515 - criação da Comenda de São Pedro de Marialva, da Ordem de Cristo; provável edificação da actual igreja; 1574 - a igreja pertence ao padroado real e integra o território da Diocese de Lamego; 1591 - primeiro assento de óbito; séc. 17 - ampliação do imóvel, com construção do corpo alpendrado e da cobertura da sineira, bem como o cruzeiro da parede S.; 1634 - Beatriz da Fonseca foi sepultada no meio da nave; sepultura de António Pais junto ao altar de Nossa Senhora; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11073 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770056.f2cdf61d.JPEG) Igreja de São Pedro(...) 1515 - criação da Comenda de São Pedro de Marialva, da Ordem de Cristo; provável edificação da actual igreja; 1574 - a igreja pertence ao padroado real e integra o território da Diocese de Lamego; 1591 - primeiro assento de óbito; séc. 17 - ampliação do imóvel, com construção do corpo alpendrado e da cobertura da sineira, bem como o cruzeiro da parede S.; 1634 - Beatriz da Fonseca foi sepultada no meio da nave; sepultura de António Pais junto ao altar de Nossa Senhora; (...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11073 )
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![(...) 1659 - data inscrita no corpo da sacristia, correspondendo, provavelmente, à sua construção; séc. 18 - renovação da decoração da cobertura da nave com caixotões e construção dos retábulos de talha da nave e capela-mor, atribuíveis a Manuel Machado, a trabalhar na Capela de São João; pintura da cobertura da capela-mor; séc. 19 - prolongamento das paredes da nave para permitir a construção do coro-alto, implicando o apeamento e reconstrução da fachada principal; cobertura do teto com madeira pintada de verde, decorada, ao centro, por escudo real e a cruz de Cristo; pintura das paredes da capela-mor com cena de caça;(...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11073 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/118770021.9db27cfd.JPEG) Igreja de São Pedro(...) 1659 - data inscrita no corpo da sacristia, correspondendo, provavelmente, à sua construção; séc. 18 - renovação da decoração da cobertura da nave com caixotões e construção dos retábulos de talha da nave e capela-mor, atribuíveis a Manuel Machado, a trabalhar na Capela de São João; pintura da cobertura da capela-mor; séc. 19 - prolongamento das paredes da nave para permitir a construção do coro-alto, implicando o apeamento e reconstrução da fachada principal; cobertura do teto com madeira pintada de verde, decorada, ao centro, por escudo real e a cruz de Cristo; pintura das paredes da capela-mor com cena de caça;(...)
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11073 )
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![(...) 1862, 13 Janeiro - inauguração do cemitério, terminando os enterramentos no templo; séc. 20 - abertura da porta travessa virada a S.; 1996, Março - intervenção arqueológica no adro, da responsabilidade do Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra, dirigido por Maria Antónia Amaral.
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11073 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/156879161.17e81e90.JPEG) Igreja de São Pedro(...) 1862, 13 Janeiro - inauguração do cemitério, terminando os enterramentos no templo; séc. 20 - abertura da porta travessa virada a S.; 1996, Março - intervenção arqueológica no adro, da responsabilidade do Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra, dirigido por Maria Antónia Amaral.
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11073 )
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![Mêda, Marialva.
Capela seiscentista, de planta retangular simples.
Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Castelo de Marialva.
Época de construção: Séc. 17 (conjetural).
PINTOR: Carlos Massa (1842-1926).
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3074 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/156868046.7e3105b8.JPEG) Capela de Nossa Senhora de Lourdes Mêda, Marialva.
Capela seiscentista, de planta retangular simples.
Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Castelo de Marialva.
Época de construção: Séc. 17 (conjetural).
PINTOR: Carlos Massa (1842-1926).
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3074 )
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![Cronologia: Séc. 17 - provável edificação do templo; séc. 18 - introdução dos elementos decorativos de talha dourada e policromada; 1760 / 1869 / 1871 - datas em ex-votos, executadas pelo pintor de Sernancelhe Carlos Massa; séc. 19 - colocação de nova cobertura interior cobrindo a anterior pintada com motivos vegetalistas.
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3074 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/174819629.6ef1e6c9.JPEG) Capela de Nossa Senhora de Lourdes Cronologia: Séc. 17 - provável edificação do templo; séc. 18 - introdução dos elementos decorativos de talha dourada e policromada; 1760 / 1869 / 1871 - datas em ex-votos, executadas pelo pintor de Sernancelhe Carlos Massa; séc. 19 - colocação de nova cobertura interior cobrindo a anterior pintada com motivos vegetalistas.
( Margarida Conceição [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3074 )
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 Capela de Nossa Senhora de Lourdes |
![Mêda, Marialva.
Arquitetura religiosa, maneirista.
Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Castelo de Marialva.
Época de construção: Séc. 16.
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11461 )](https://a4.pbase.com/g13/21/4921/3/174819590.58d29d00.JPEG) Cruzeiro em Marialva Mêda, Marialva.
Arquitetura religiosa, maneirista.
Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Castelo de Marialva.
Época de construção: Séc. 16.
( Paulo Dordio [excertos], in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=11461 )
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Cronologia: Séc. 17 - provável edificação do templo; séc. 18 - introdução dos elementos decorativos de talha dourada e poli |

Cronologia: Séc. 17 - provável edificação do templo; séc. 18 - introdução dos elementos decorativos de talha dourada e poli |