(...) 1896 - Augusto Lacerda, através do despacho ministerial de 2 de Junho, é autorizado a celebrar um contrato com Manini que é convidado a regressar a Portugal; Manini assina um contrato com a Administração da Mata que lhe dava a direção arquitetónica das obras, declarando que se obrigava a fazer todos os projetos e detalhes necessários para a conclusão do hotel e acabamento harmónico das edificações construídas do lado sul do convento, tudo pela quantia de 10.000 francos, pagos em três prestações; a portaria de 18 de Agosto insiste na urgência das obras e Manini inicia nova remessa de desenhos de pormenor para o interior do edifício, estando em 18 de Dezembro prontos os desenhos para a construção do vestíbulo; inicia-se o processo administrativo para os novos concursos públicos das empreitadas; Manuel Francisco, António de Sousa Lemos, Manoel Cardozo e António Joaquim, esculpiam as peças para a galeria; Anacleto Garcia e José Barata terminavam o ornato do "gigante"; continuam as obras da floreira; (...)