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Minha mãe gostava da camisa 9. Jogou com esse número na maioria das equipes por onde passou. Em função disso, e apenas por causa disto, tudo o que fiz mais tarde em esporte teve alguma ligação com o número 9. Era minha homenagem solitária à minha mãe. Corri no Carioca de Kart com o 33. No Brasileito de Motociclismo também usei o 33. Era curioso porque eu olhava para o kart, olhava para a moto, e sabia que minha mãe estava comigo lá, de alguma forma. O 33 pintado na carenagem não me deixava dúvidas. No ano seguinte, quis o destino que eu recebesse a ordem da Confederação Brasileira de Motociclismo para correr com número 6, que nada mais é do que um 9 invertido.
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