Cronologia: 2.ª Metade do Séc. XVII: Construção do palácio inicial fundindo duas estruturas urbanas barrocas.
1669–1672: O palácio serve de residência principal a D. Francisco de Sousa, embaixador de Portugal em Roma e 1.º Marquês das Minas.
Finais do Séc. XVII: Instalação dos primeiros revestimentos de azulejos monocromáticos figurativos na imponente escadaria de acesso.
1755: O Grande Terramoto de Lisboa causa danos estruturais significativos no edifício, forçando obras de restauro.
Finais do Séc. XVIII: Conclusão da colocação dos célebres silhares de azulejos azuis e brancos com painéis de cenas galantes que ornamentam o átrio e o andar nobre.
Período das Invasões Francesas: A proprietária institui no local um Recolhimento para Órfãs de Militares falecidos em combate.
Meados do Séc. XIX: O espaço é formalmente integrado na rede estatal dos Recolhimentos do Reino.
1928 (23 de Julho): Por decreto legal, a tutela do imóvel e da instituição social é transferida para a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Meados do Séc. XX: Funciona a tempo inteiro como o Pensionato da Rua da Rosa, acolhendo jovens estudantes deslocadas.
Finais do Séc. XX: Transforma-se no Lar de Nossa Senhora do Amparo, servindo como estrutura residencial de apoio social.
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