(...) 1758 - nas Memórias Paroquiais, assinadas por Diogo de Sousa Tavares, é referido que a vila tinha um ouvidor, um juiz de fora, 3 vereadores, um procurador escrivão, 3 tabeliães, um inquiridor, contador, distribuidor, um alcaide, um escrivão da correição e um meirinho, um juiz de órfãos com um escrivão, um almoxarife e juiz dos direitos reais; 1980 - reconstrução do pelourinho, por iniciativa da Câmara Municipal.