(...) 1641 - D. João IV autoriza a demolição do aqueduto para construção da nova fortificação; Martinho Afonso de Melo, Conde de São Lourenço, propõe a construção de uma cisterna, mantendo o aqueduto; 1646 - queda de dois arcos na sequência de um temporal; 1644 - durante as invasões castelhanas, o aqueduto sofre alguns danos; 1648, maio - discussão sobre a necessidade de destruir o aqueduto, para defesa da cidade; 1652 - o Conde de Soure manda fazer um cano subterrâneo para que a água entrasse na cidade, sem prejudicar a Fortaleza, sendo derrubado parte do aqueduto; (...)