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 Núcleo Urbano da Cidade de Tomar Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Núcleo urbano sede municipal.
Proteção: Inclui Igreja Paroquial de São João Baptista, Sinagoga, Fachada quinhentista do prédio da Rua Direita da Várzea Pequena, esquina da Rua dos Oleiros, Edifício do Turismo com Janela Quinhentista, Edifício dos Paços do Concelho, Convento e Igreja de Santa Iria, Arco das Freiras, Forum Romano, Edifício da Geradora. Parcialmente incluído nas Zonas de Proteção do Pelourinho, e dos Trechos arquitetónicos que restam dos edifícios dos Estaus, incorporados nos prédios que fazem esquina da Rua Torres Pinheiro para a dos Arcos e a da Saboaria.
Época de construção: Séc. 12.
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Centro Histórico de Tomar Cronologia: Séc.4 / 1 a.C. - existência de um núcleo urbano na margem esquerda do rio Nabão; séc.1 a.C. - ocupação romana com estabelecimento de um núcleo proto-urbano com fórum, denominado Sellium, na margem esquerda do rio Nabão; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Tomar e o Nabão (...) séc.3 a 6 - ocupação por suevos e visigodos, acabando os visigodos por dominar a região, o núcleo urbano passa a denominar-se Sílio e posteriormente Nabância; 712 (conjectural) - ocupação muçulmana, a cidade toma o nome de Nabância; 1137 - referência a Thomar na Chonica Gothorum de Portugaliac Monumenta Histórica; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Convento de Cristo e Castelo (...) séc.3 a 6 - ocupação por suevos e visigodos, acabando os visigodos por dominar a região, o núcleo urbano passa a denominar-se Sílio e posteriormente Nabância; 712 (conjectural) - ocupação muçulmana, a cidade toma o nome de Nabância; 1137 - referência a Thomar na Chonica Gothorum de Portugaliac Monumenta Histórica; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Tomar - O Nabão e a Ponte Velha (...) 1139 - conquista de Santarém aos mouros por D. Afonso Henriques, com o auxílio dos cavaleiros da ordem dos Templários, fixação da fronteira do país a norte do rio Tejo; 1159 - doação do Termo de Ceras à ordem dos Templários, pela sua prestação na conquista de Santarém; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 O Parque da Cidade (...) 1160 - início da construção do castelo, num monte com boa posição estratégica na margem direita do rio Nabão; provável edificação das muralhas da Alcáçova e da Almedina; 1162 - concessão de carta de foral por Gualdim Pais, mestre da ordem dos Templários; 1174 - concessão de segunda carta de foral; 1176 - concessão de terceira carta de foral; começam a surgir os arrabaldes de São Martinho e do Pé da Costa e da Ribeira; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Hotel dos Templários e o Rio Nabão (...) séc.13 - a área compreendida entre a Rua da Corredoura e a Riba Fria (actual Av. Cândido Madureira) é ocupada, organizando-se em ruas paralelas às duas primeiras, que estabeleciam a relação entre a Alcáçova, o Pé da Costa e a Ribeira; construção da casa da câmara, do pelourinho e dos celeiros da ordem, passando a Praça da Ribeira ou Chão de Pombal a ser o centro cívico da "vila de baixo"; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 The River Nabão (...) séc.14 - a instabilidade política e a extinção da ordem de Templo (1311) têm sérias consequências no desenvolvimento urbano de Tomar (manter-se-á até ao séc. 15 com a malha urbana do séc.13); 1319 - instituição da ordem de Cristo, ordem militar portuguesa, com sede em Castro Marim; 1357 - transferência da sede da ordem Tomar; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Parque da Ilha do Mouchão (...) 1384 - primeira referência à comuna de judeus de Tomar; 1417 - nomeação do Infante D. Henrique como governador e administrador apostólico da ordem de Cristo, passando a residir em Tomar; 1420 - carta de criação da feira franca para Tomar; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Parque da Ilha do Mouchão (...) 1449 - construção do Hospital de Santa Maria da Graça; durante a governação de D. Henrique, Tomar ganha novo impulso urbano, com desenvolvimento das instituições administrativas e do comércio; construção do Palácio Real da Ribeira ou Paços da Ribeira, Estaus e Bazar dos Judeus; fundação das saboarias nos edifícios dos antigos celeiros dos Templários; a vila estende-se para N. da Rua da Corredora até à Várzea Pequena, actual Lg. do Pelourinho; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Tomar (...) 1438 - D. Duarte morre nos Paços da Ribeira.; 1459 - última referencia documental à existência dos Paços da Ribeira; 1460 - morte do Infante D. Henrique, construção da sinagoga pela comunidade judaica; 1476 - fundação do Convento de Santa Iria; 1497 - expulsão dos judeus, com profundas consequências na sociedade e economia de Tomar; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Roda Hidráulica do Mouchão (...) 1510 - foral novo por D. Manuel; fundação da Santa Casa da Misericórdia de Tomar; 1520 - elevação da capela de São João Baptista a colegiada por D. Manuel I; 1527 - registo de 737 habitantes no cadastro da Extremadura; 1627 - instituição da feira de Santa Iria por D. Filipe III; 1635 - início da construção do convento de São Francisco; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Parque da Ilha do Mouchão (...) 1701 - Tomar contava com 900 habitantes; 1706 - cabeça de comarca; séc.18, meados - com o Marquês de Pombal, Tomar beneficia de um grande incremento industrial, com o fomento do artesanato das sedas, cuja origem data do final do séc. 16 e era propriedade da casa de Bragança; 1763 - Tomar era vila e sede de correição contando com cerca de 950 fogos e 2700 habitantes; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 O Rio Nabão e o Parque da Ilha do Mouchão (...) 1788 - fundação da fábrica de fiação de algodão e compra da fábrica das sedas por Jácome Ratton; séc.19 e 20 - desenvolvimento da indústria ligada à energia hidráulica gerada pelo rio Nabão; 1811 - Tomar é sede de Comarca e provedoria, com Juiz de Fora; 1821 - sede de concelho com 13 freguesias; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Parque da Ilha do Mouchão (...) 1840 - havia em Tomar sete fábricas de fiação, papel, curtumes, destilação e chapéus; 1844 - elevação a cidade; 1883 - construção da Rua do Marquês de Tomar, em zona onde existiam cais e a chamada "rua da estacada", saneamento da Várzea Grande, ligação da estrada de Tomar a Leiria com a estrada de Lisboa a Coimbra; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Conversas de Fim de Tarde (...) 1900 - início da construção do edifício da Central Eléctrica; 1901- início do fornecimento de energia eléctrica; 1903 - levantamento de uma primeira planta de cidade pelo município; marcação do alinhamento dos novos arruamentos de "Além-da-Ponte", que até então iam crescendo ao acaso e seguindo os limites de propriedades ainda rurais; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Parque da Ilha do Mouchão (...) 1905 - plantação do pinhal de Santa Bárbara, na cerca do convento de S. Francisco, formando a zona verde conhecida por Mata dos 7 Montes; 1917 - partida do Infantaria 15 para a Flandres; 1928 - ligação telefónica e inauguração do caminho-de-ferro; 1964 - elaboração do Plano Geral de Urbanização, 1967 - construção da ponte nova e da rotunda na zona do Chão de Pombal; (...)
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 O Nabão e a Ilha do Mouchão (...) 1981 - revisão do plano de pormenor; 1999, 7 outubro - declaração da área crítica de recuperação e reconversão urbanística (ACCRU) do núcleo histórico de Tomar, pelo Decreto n.º 38/99, DR n.º 234, 1.ª série-B; 2013, 28 janeiro - criação da União das Freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais por agregação das mesmas, pela Lei n.º 11-A/2013, DR, 1.ª série, n.º 19.
Marta Clemente (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6271
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 Roda Hidráulica do MouchãoTomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Modelo de roda hidráulica utilizada para irrigação dos campos ou para abastecimento de água a moinhos ou lagares.
Proteção: não atribuída.
Cronologia: 1906 - construção de uma roda para irrigação no Rio Nabão, junto ao Jardim Público da Várzea Pequena, pela Câmara, até a quantia de 50$000 (ROSA, IX, 122).
Isabel Mendonça e Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6413
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 Tomar |
 Tomar |
 Tomar |
 Tomar |
 Tomar |
 Praça da República |
 Rua Serpa Pinto |
 Rua Dr. Joaquim Jacinto |
 Tomar |
 Rua Mq. de Pombal |
 Rua Dr. Joaquim Jacinto |
 Edifício Belle Époque |
 Tomar |
 Tomar |
 Rua Serpa Pinto |
 Rua Serpa Pinto |
 Rua Serpa Pinto |
 Janelas de Tomar |
 A Zona Ribeirinha de Tomar |
 Ponte do Flecheiro |
 Ponte do Flecheiro |
 A Nova Ponte Sobre o Nabão |
 Ponte do Flecheiro |
 Edifício dos Paços do Concelho Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Câmara municipal quinhentista.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Época de construção: Séc. 16.
Paula Fihueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2034
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 Câmara Municipal de Tomar Autores - CANTEIRO: José Henriques (1812). CARPINTEIROS: Filipe de Sousa (1813); João da Silva (1811); José António Lopes (1821); José Pereira Prista (1817). FERREIRO: José Lourenço (1812, 1819). PEDREIROS: Domingos Rodrigues Freire (1769); José Miguel (1817); Manuel Antunes (1740).
Paula Fihueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2034
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 O Castelo de Tomar Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Fortificação românica construída no séc. 12, pela Ordem do Templo.
Proteção: Monumento Nacional.
Época Construção
Séc. 12.
Autores - ARQUEÓLOGA: Salete da Ponte (1985-1987). CARPINTEIRO: Gonçalo Rodrigues (séc. 16). EMPREITEIROS: Anselmo Costa (1965, 1973), Raul Marques da Graça (1939-1944).
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3390
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 The Castle of Tomar Cronologia: 1135 - a região de Tomar já se encontra na posse das forças cristãs, quando D. Afonso manda construir o castelo de Leiria, entre Santarém e Coimbra; 1159, fevereiro - D. Afonso Henriques doa o castelo de Ceras (antiga freguesia de Alviobeira, do concelho de Tomar), e seu território à Ordem do Templo, como contrapartida pela cedência destes na questão do Eclesiástico das Igrejas de Santarém; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3390
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 Castelo de Tomar (...) 1160, 01 março - início da construção do castelo de Tomar, segundo inscrição existente na torre de menagem, para sede da Ordem, tendo o mestre D. Gualdim Pais e os freires abandonando definitivamente a ideia de reconstruir o castelo de Ceras, visto Tomar ter melhores características geomorfológicas, ter uma povoação já fortificada, abundância de água e dominar as terras férteis envolventes; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3390
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 O Castelo de Tomar (...) 1162, novembro - D. Gualdim Pais outorga foral a Tomar, incentivando o povoamento da Almedina, ficando reservada a Alcáçova aos membros da Ordem; este diploma estabelece que, durante metade do ano, as atalaias fossem da responsabilidade dos freires Templários e, na outra metade do ano, fossem asseguradas pelos habitantes civis de Tomar; 1169, outubro - D. Afonso Henriques confirma a posse de Tomar aos Templários, doando-lhes ainda os castelos de Zêzere (Vila Nova da Barquinha), que confinava com o território de Ceras / Tomar, e o da Cardiga (Golegã); (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3390
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 Castelo de Tomar (...) 1190 - contra ofensiva Almohad, sob o comando do califa Abu Yaqub Al-Mansur; 05 julho - início do cerco Almohad de Yaqub Al-Mansur, que dura seis dias, causando grande destruição na zona extramuros e uma grave crise económica na região; os muçulmanos forçando a porta sul da Almedina conseguem penetrar na cerca exterior, passando a porta a ser conhecida como "Porta do Sangue"; 11 julho - Abu Yaqub Al-Mansur e as suas forças levanta o cerco e retira-se; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3390
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 Castelo de Tomar (...) 1309, 27 novembro - emissão de sentença real decidindo que os bens da Ordem do Templo sejam reintegrados na Coroa; 1311 - realização do Concilio de Viena, onde se tenta decidir o destino da Ordem do Templo; 1312, 22 março - extinção da Ordem do Tempo, pela bula "Vox clamantis"; 02 maio - bula "Ad Provirem" concede aos soberanos a posse interina dos bens da Ordem do Templo, até o conselho decidir o que fazer com eles; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3390
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 The Castle's Gardens (...) 1319, 14 março - bula "Ad ea Exquibus" de João XXII institui a Ordem de Cavalaria de Jesus Cristo, ou a Ordem de Cristo, para quem passam todos os bens e pertenças da Ordem do Templo: "outorgamos e doamos e ajuntamos e encorporamos e anexamos para todo o sempre, à dita Ordem de Jesus Cristo (...), Castelo Branco, Longroiva, Tomar, Almourol e todos os outros castelos, fortalezas e todos os outros bens, móveis e de raiz"; Castro Marim, do bispado de Silves, é doada à nova Ordem, que aí estabelece a sua primeira sede por ter "castello muy forte a que a desposiçom do lugar da seer defeso, que he na fronteyra dos dictos enmijgos e parte con eles" (Mon. Henr., doc. 62, p. 112); poucos meses depois, inicia-se o processo de entrega à Ordem de Cristo das terras que haviam pertencido aos Templários; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3390
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 The Templar Castle and the Convent of the Knights of Christ (...) 1523 - Gil Vicente representa nos Paços Mestrais, pela primeira vez, a Farsa de Inês Pereira, perante D. João III; 1533, cerca - D. Catarina faz obras de adaptação no interior da torre da Rainha, até então conhecida como "torre do relógio"; 1535 - início da construção da sala do capítulo sobre a muralha, subsistindo apenas vestígios de um troço na base oeste da mesma; 1536 - data inscrita na verga da porta da cisterna existente junto à torre da Rainha; 1551, 30 dezembro - só nesta data é reconhecida pelo papa a anexação dos mestrados das ordens militares à Coroa; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3390
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 Castelo de Tomar (...) 1808, junho - durante a Guerra Peninsular, Tomar é ocupado por tropas francesas; 1834 - extinção das Ordens Religiosas; 1810 - 1811 - parte do exército de Massena aloja-se, durante seis meses, no convento; 1837 - extinção das comendas, passando os seus bens para os Próprios Nacionais e depois vendidos em hasta pública; (...) 1844, 13 fevereiro - alvará de D. Maria II eleva a vila de Tomar a cidade.
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3390
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 O Castelo de Tomar |
 O Castelo de Tomar |
 O Nabão e o Castelo |
 Palácio dos Estaus Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Albergaria gótica.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Época de construção: Séc. 15.
Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2032
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 Palácio dos Estaus Cronologia: Séc. 15, 1ª metade - construção dos Estaus a mando do Infante D. Henrique; 1549 - em relação feita pelo Dr. Pedro Álvares de Freitas (ROSA, 1965) são referidas as alpendradas "sobradadas", sob as quais os mercadores armavam as suas tendas, e os aposentos dos Estaus, por cima. A R. de Christus (em 1549 já se chamava R. dos Arcos) ficava a meio dos 2 blocos, com 16 arcos abertos dos 2 lados.
Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2032
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 Palácio dos Estaus Descrição: 3 aduelas de arcos ogivais inscritos na fachada de casas na R. Torres Pinheiro, com vestígios de um pilar e pedestal; 3 outras aduelas e arranque de uma 4ª inscritos em prédios da R. dos Arcos, com vestígios de pilares e pedestais; no cunhal do prédio veem-se ainda silhares de cantaria inscritos; arco completo do lado oposto da R. dos Arcos, assente em pilares quadrangulares chanfrados nos cantos, apoiados em pedestais.
Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2032
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 Palácio dos Estaus |
 Palácio dos Estaus |
 Palácio dos Estaus |
 Palácio dos Estaus |
 Palácio dos Estaus |
 Portal e Capela Lateral da Igreja de Santa Iria (Monumento Nacional) Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais
Mosteiro de Clarissas manuelino, renascentista e maneirista, construído no local onde, segundo reza a tradição, Santa Iria terá sido degolada.
Proteção: Monumento Nacional (Portal e Capela dos Vales) / Imóvel de Interesse Público (Igreja, Arco das Freiras e Pego de Santa Iria).
Época de construção: Séc. 16.
Autores - ARQUITETO: João de Castilho (Portal de entrada); ESCULTOR: Oficina de João de Ruão (Capela dos Vales); PINTOR: Vieira Serrão (pinturas murais)
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3997
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 Portal e Capela Lateral da Igreja de Santa Iria Cronologia: Séc. VII - a patrologia do séc. XII assinala um convento nas imediações e no local onde hoje existe a Igreja de Santa Iria; 640 - fundação por São Frutuoso, Arcebispo de Braga, de dois mosteiros: um dos frades beneditinos, no local onde se situa a Igreja de Santa Maria do Olival e outro de religiosas onde mais tarde foi construído o Convento de Santa Clara, posteriormente de Santa Iria; 653 - governação da Nabância pelo Conde Castinaldo, pai de Britaldo, o jovem que terá mandado matar Iria, em 20 de Outubro, no local onde segundo a tradição se situa o Pego de Santa Iria, lançando-a ao rio tendo o corpo aparecido na actual Ribeira de Santarém. Iria era filha de Ermenegildo, descendente de Visigodos, e de Eugénia, descendente de romanos, sendo confiada aos cuidados de suas tias, Casta e Júlia, recolhidas ou professas no Convento; (...)
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3997
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 Portal da Igreja de Santa Iria (...) 1317 - existência de uma Capelinha de Santa Iria, mandada erigir sobre os túmulos de Casta e Júlia; 1467 - D. Mécia Vaz Queiroz (viúva do antigo vedor da fazenda do infante D. Henrique Pêro Vasques de Almeida) e suas filhas Maria, Brites e Marta de Almeida compram o sítio de Santa Iria, mandando construir casas e capela onde se recolhem (no local onde antes existiu uma capelinha ou mosteiro que tinha ardido); 1482 - reconhecimento do Recolhimento da Santa Iria pelo Prior de Tomar, D. Pedro, a pedido de Marta de Cristo (Marta de Almeida); 1523 - 27 de Outubro, o recolhimento de freiras clarissas de Santa Iria passa à observância franciscana, a pedido de D. Marta de Almeida, seguindo as regras de Santa Clara (existiam 15 freiras, em 1540 existiam 20 e anos mais tarde a 36), foi nomeada abadessa Mécia da Silveira, do Convento de Santa Clara da Guarda; (...)
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3997
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 Capela Lateral da Igreja de Santa Iria (...) 1536, c. de - reconstruída e aumentada a primitiva capela por Pedro Moniz da Silva, irmão de Frei António de Lisboa, Dom Prior do Convento de Tomar (de acordo com a lápide da Capela-mor e com a data inscrita na porta principal ); 1550, c. de - construção da Capela dos Vales, encomendada por Miguel do Valle; 1555 - 26 de Novembro, grande cheia que aluiu várias casas do Convento. As freiras vendem casas nobres que pertenciam ao Convento, a D. Isabel de Magalhães, que deixou a seu sobrinho Lourenço do Valle e depois, se incorporaram no Convento de Santa Iria; 1610 - D. Vitória de Vilhena, neta de Pedro Moniz, manda decorar a Capela-mor (pintura dos tetos e douradura); 1632 - morte do pintor tomarense Domingos Vieira Serrão (atribuição das pinturas decorativas do teto), sepultado no pavimento da nave; (...)
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3997
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 Igreja do Convento de Santa Iria(...) 1719 - 21 de Abril, por escritura incorporam-se no Convento duas moradias de casa, com um pedaço da Cerrada de João do Coito; 1775 - era Madre do Convento Sóror Felizarda Teresa de Jesus; 1791- era Madre do Convento das Religiosas de Santa Iria, D. Rita de Meneses Vasconcelos; 1810 - alegam-se prejuízos causados pelas tropas francesas de Massena; 1835 - morre a última freira do Convento; 1836 - o Convento de Santa Iria foi vendido em hasta pública a Nepomuceno de Freitas, que realizou grandes obras. Estas obras fizeram desaparecer os túmulos de Casta e Júlia; 1837 - a Igreja é adquirida por Tomé Rodrigues da Silva e seus descendentes; (...)
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3997
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 Capela Lateral da Igreja de Santa Iria(...) 1842 - 1 de Fevereiro de (lista nº 131 do D.G.), o Convento e a Igreja são postos em hasta pública, tendo sido vendidos em 20 de Dezembro a Thomé Rodrigues da Silva; terão a partir daqui vários proprietários e várias utilizações: armazém, hospedaria, fábrica de lanifícios de "mantas de cordão de lã e alforges" fundada por José António Nunes da Covilhã então pertença de D. Maria da Conceição Rodrigues Faria e Silva, e ainda Casa Bancária Pinto de Magalhães; a casa do capelão das freiras (actual edifício do Café de Santa Iria) foi vendida pelo filho de Thomé R. da Silva a Daniel Ribeiro dos Santos; 1872 - em sessão camarária, o vereador Macedo, tendo conhecimento de que se ia vender, em praça, a Igreja do extinto Convento de Santa Iria, pertencente ao menor Luís Rodrigues da Silva, filho de D. Maria C. R. F. e Silva, propõe a respectiva aquisição pela Câmara Municipal; (...)
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3997
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 Convento de Santa Iria(...) 1877 -a Igreja do extinto Convento já vendida, ao Arq. José Maria Nepomuceno que a pretendia restaurar o que nunca veio a acontecer. A sua viúva remove, para venda, alguns azulejos da parede oeste da nave; 1897 - após a morte de Nepomuceno a igreja é comprada pela condessa de Sarmento, passando depois ao sobrinho, João do Valle Mexia; séc. 19, finais do - a Igreja de Santa Iria teria já o aspecto actual. A janela renascentista, existente na fachada, encontrava-se anteriormente no coro alto, que foi cortado, tendo sido deslocada um pouco mais para a direita. Foi igualmente inutilizada parte do teto em caixotões, com ornamentos picturais de séc. 17; (...)
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3997
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 Arco das Freiras(...) 1905, 16 de Agosto 5 - incêndio que deflagrou na fábrica de lanifícios destrói a maior parte do edifício que volta a ser vendido; os novos proprietários (António Gonçalves da Silva, avô de Maria Ermelinda Batista Gonçalves da Silva) dividem então o convento em duas habitações e uma serração de madeira; 1920 - era proprietário da Igreja de Santa Iria o Dr. João do Valle e Sousa Menezes; 1947 - descoberta a laje tumular da casta e Júlia (tias de Iria) que tinha sido colocada, de reverso, na construção da fábrica de Fiação; (...)
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3997
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 Arco das Freiras(...) 1965 - Segundo o Tesoureiro da União dos Amigos dos Monumentos da Ordem de Cristo, encontravam-se no seu museu, no Convento de Cristo, 2 painéis de azulejos que eram pertença da Capela da Rua Peralves Sêco, em Tomar, e que o retábulo da capela foi aplicado na Igreja de santa Iria; 2000 - venda condicionada do Convento de Santa Iria à PZ - Sociedade Imobiliária, Ldª. pela proprietária Maria Ermelinda Batista Gonçalves da Silva ; 2003/4 - o convento volta a posse dos filhos dos antigos proprietários, Luís António Gonçalves da Silva Jardim Pereira e João Augusto Gonçalves da Silva Jardim Pereira; 2004 - Julho, a CMT exerce o direito de preferência e adquire o Convento.
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3997
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 Monumento a D. Gualdim PaisTomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Monumento escultórico efetuado na década de 30 do séc. 20 pelo escultor Macário Dinis, concretizando um sonho que Tomar arrastava desde o final do séc. 19.
Proteção: Abrangido pela Zona Especial de Proteção da Igreja Paroquial de São João Baptista e pela Zona Geral de Proteção da Câmara Municipal de Tomar.
Época de construção: Séc. 20.
ESCULTOR: Macário Dinis (1935).
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=36142
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 Gualdim Pais Cronologia: 1895 - pensa-se na construção de um monumento a Gualdim Pais, no âmbito das comemorações do centenário da morte do Mestre, presidida pelo conde de Tomar (FRANÇA, 29); 05 setembro - para tal, é iniciada uma subscrição pública, contribuindo a Câmara com o valor de 100$0000 e António de Almeida e Silva com 10$000 (ROSA, III, 359); 13 outubro - lançamento da primeira pedra do monumento na Praça D. Manuel (ROSA, III, 361); 1901, 20 junho - a Câmara pede que a instalação do arco voltaico fique longe da primeira pedra do monumento, no centro da praça (ROSA, IX, 21); 1920, 29 novembro - o deputado pelo Círculo, Raul Tamagnini informa que foi aprovado o projeto do monumento (ROSA, IX, 508);1933 - feitura da maqueta aprovada, pelo escultor Anjos Teixeira (FRANÇA, 29); 1935 - feitura da escultura por Macário Dinis (FRANÇA, 29); 1940, 09 julho - inauguração do monumento.
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=36142
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 The City Hall NON EXCLUSIVE LICENSE GRANTED TO "CASA EDITRICE BONECHI" (IT)
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 Casa Manuel Guimarães |
 Fachada quinhentista do prédio da Rua Direita da Várzea Pequena, esquina da Rua dos Oleiros |
 Casa Manuel Guimarães |
 Pelourinho de Tomar Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Pelourinho setecentista.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Época de construção: Séc. 18.
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1971
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 Pelourinho de Tomar 1162 - concessão de foral a Tomar pelo Mestre dos Templários; 1510, 01 Maio - D. Manuel I concede-lhe foral novo; provável colocação do Pelourinho na Praça de São João (DIAS, 18); 1623 - o Pelourinho está situado no fundo da Rua da Graça (ROSA, IV, 167); séc. 18, final - provável edificação do novo Pelourinho; (...) 1870, 25 fevereiro - em sessão de Câmara e mediante petição de vários munícipes, decide-se a demolição do Pelourinho, já muito mutilado (ROSA, III, 9); (...) 1912, 29 janeiro - o vogal Magalhães pede que se oficie à Misericórdia, para que seja devolvida o pedaço do antigo pelourinho que lhe havia sido cedido, para colocar no Museu Arqueológico, dando-se em troca uma das colunas da demolida capela de São Sebastião na Várzea Grande (ROSA, IX, 2585-286); 12 fevereiro - a Misericórdia concorda com a ideia (ROSA, IX; 287); 1939 - 1940 - reconstrução com aproveitamento de algumas peças originais.
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1971
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 Pelourinho de Tomar |
 Casa de Vieira Guimarães Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Casa abastada construída no início do séc. 20.
Proteção: Imóvel de Interesse Municipal.
Época de construção: Séc. 20.
Autores - CONSTRUTOR: Socolino (1992-1993).PROJETISTA: José Vieira da Silva Guimarães (1919).
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3359
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 Casa de Vieira Guimarães |
 Casa de Vieira Guimarães |
 Casa de Vieira Guimarães |
 Sinagoga (Beit Tefilah) |
 As Quatro Colunas / Matriarcas – Sara, Rebeca, Lea e Raquel. |
 As Matriarcas e as Tribos de Israel |
 Os Amplificadores Acústicos NON-EXCLUSIVE LICENSE GRANTED TO CIRCULO DE LEITORES - Coleção "Decifrar a Arte em Portugal - Vol. 2 - Idade Média" |
 Sinagoga de Tomar NON-EXCLUSIVE LICENSE GRANTED TO CIRCULO DE LEITORES - Coleção "Decifrar a Arte em Portugal - Vol. 2 - Idade Média" |
 Sinagoga de Tomar |
 Sinagoga de Tomar |
 Janela de Cunhal Quinhentista no Edifício do Turismo de Tomar Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Escola comercial e industrial revivalista de gosto neorrenascentista e tradicionalista do Estado Novo.
Proteção: Monumento Nacional (janelas de cunhal quinhentista).
Época de construção: Séc. 20.
Autores - Arq. José Vilaça; Ricardo Leone (Vitrais).
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3385
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 Janela de Cunhal Quinhentista Observações: Janela de cunhal quinhentista. A localização referida no diploma de classificação não coincide com a atual. A janela pertencia às casas que o D. Prior tinha na vila, cerca de 1920 foi salva de demolição pela União dos Amigos dos Monumentos da Ordem de Cristo, sendo integrada no edifício. (...)
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3385
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 Posto de Turismo de Tomar (...) O projeto de construção do Edifício da Comissão de Iniciativa e Turismo foi elaborado de acordo coma as diretrizes emanadas pela Comissão e na qual estabeleceu como princípio fundamental que deveriam fazer parte integrante do edifício alguns elementos arquitetónicos de edifícios demolidos na cidade tendo sido integrados os seguintes: a janela de cunhal que pertenceu à antiga capela do palácio do D. Prior (séc. 16, 1º terço); uma janela geminada da fachada principal (a outra é uma réplica), o portal geminado e a pedra de cunhal representando um anjo, todos provenientes do palácio do Duque de Aveiro, D. Luís de Lencastre (1560) demolido em 1922.
Isabel Mendonça e Salomé Batista (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3385
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 Posto de Turismo de Tomar |
 O Relógio de Sol |
 Igreja e Convento de São Francisco Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Convento franciscano construído ao longo do séc. 17, com interessante igreja maneirista, de fachada erudita, com pórtico clássico e estrutura tripartida.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Época de construção: Séc. 17.
ENGENHEIRO: José Correia Peres Pamplona (1868).
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2074
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 Igreja e Convento de São Francisco |
 Convento de São Francisco |
 Convento de São Francisco
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 Edifício da Geradora, em Tomar |
 Edifício da Geradora |
 Capela de São Lourenço e Padrão de D. João I Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Capela construída no início do séc. 16, a assinalar o local onde se encontraram as tropas de D. João I e as do Condestável, D. Nuno Álvares Pereira, a caminho do confronto decisivo em Aljubarrota, no dia 10 de agosto de 1385, dia de São Lourenço, quatro dias antes da batalha.
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2029
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 Capela de São Lourenço Proteção: Monumento Nacional.
Época de construção: Séc. 15.
Autores - EMPREITEIROS: Anselmo Costa, Lda. (1984); Raul Marques da Graça (1944). OFICINA DE PINTURA DE AZULEJO: Viúva Lamego (1948). PINTOR DE AZULEJO: Américo dos Santos (1948).
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2029
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 "Encontro do Mestre de Avis e D. Nun'Álvares Pereira |
 Capela de São Lourenço |
 Padrão de D. João I Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Padrão comemorativo construído no séc. 16, provavelmente no reinado de D. Manuel I, a assinalar o local onde se encontraram as tropas de Nuno Álvares Pereira e de D. João I, antes de rumarem à Batalha de Aljubarrota, em 1385.
Proteção: Monumento Nacional.
Época de construção: Séc. 16.
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1965
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 Monumentos comemorativos da passagem das tropas portuguesas para a Batalha de Aljubarrota |
 Fonte de São Lourenço e terreiro anexo Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Chafariz do tipo nicho.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Cronologia: Séc. 16 - construção da estrutura; 1712 - Carvalho da Costa refere a existência de três fontes na vila, a da Relva, a de São Gregório na Várzea Pequena e a de São Lourenço, de que não se bebe água, pois sofre muito com as constantes cheias do rio (COSTA, 153); (...)
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3405
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 Fonte de São Lourenço e terreiro anexo (...) 1714 - D. João V visita o convento e a vila de Tomar e terá ordenado obras na fonte; 1746 - acabam as obras de construção da fonte, segundo consta da inscrição que se lê no frontão, no 56º ano de vida de D. João V, sendo juiz de fora e Presidente da Câmara o Dr. Manuel Jacinto Leitão; 1817, 08 março - em sessão de Câmara decide-se mandar limpar a fonte (ROSA, II, 242); 1943, 07 julho - projeto da DGEMN para recuperação do chafariz (SIPA: TXT.01827873).
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3405
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 Fonte de São Lourenço e terreiro anexo |
 Fonte de São Lourenço e terreiro anexo |
 Ermida de N.Sª da Conceição Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Capela maneirista.
Proteção: Monumento Nacional.
Época de construção: Séc. 16.
ARQUITETOS: João de Castilho, Diogo de Torralva e Terzi.
Isabel Mendonça e Cecília Matias (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3354
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 Ermida de N.Sª da Conceição Cronologia: 1535, c. de - início da construção durante o priorado de Frei António de Lisboa; 1573, c. de - conclusão da obra durante o priorado de Frei Basílio; 1711 - Fr. Agostinho de Santa Maria faz referência à Ermida de Nossa Senhora da Conceição, no "Santuário Mariano(...)", *2; 1848 - data incisa numa lápide comemorativa referente a restauros efetuados na igreja; 1946 - foi elaborado o processo para definição da Zona Especial de Proteção, publicada em 1947; 1992, 01 junho - o imóvel é afeto ao Instituto Português do Património Arquitetónico, pelo Decreto-lei 106F/92, DR, 1.ª série A, n.º 126; 2001, 13 de Fevereiro - publicação no DR III Série, nº 37, do concurso público nº 306/IPPAR-L/E/2000, para adjudicação da empreitada «Convento de Cristo, Ermida da Imaculada Conceição - Obras de restauro e conservação».
Isabel Mendonça e Cecília Matias (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3354
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 Aqueduto dos Pegões
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 Aqueduto do Convento de Cristo |
 Aqueduto dos Pegões |
 The Christ Convent's Aqueduct |
 Aqueduto dos Pegões NON-EXCLUSIVE LICENSE GRANTED TO CIRCULO DE LEITORES - Coleção "Decifrar a Arte em Portugal - Vol. 3 - Renascimento"
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 Aqueduto dos Pegões |
 Ponte Velha de Tomar Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Ponte rodoviária e pedonal, do tipo arco.
Proteção: Parcialmente Abrangido pela Zona Geral de Proteção do Convento de Santa Iria.
Época de construção: Séc. 16.
PEDREIRO: Jorge Ferreira (1566).
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25013
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 Ponte Velha de Tomar Cronologia: 1219 - primeira referência à ponte (Portal do Arqueólogo); 1475 - obra no arco sobrea levada por ordem de D. Beatriz, que governa a Ordem de Cristo nesta data (ROSA, 1971, VII, 45); 1549 - a ponte é uma estrutura pública, para cuja reparação concorre a população da vila, sendo o primeiro arco, que serve a levada dos moinhos da Ordem, reparado pela Ordem (ROSA, 1971, VII, 320); (...)
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25013
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 Tomar (...) 1550, 26 novembro - uma cheia leva grande parte da ponte (ROSA, 1971, vol. VII, 311); 1562 - após ter lançado uma finta para a reconstrução da ponte da vila e faltando dinheiro para a sua construção, o rei D. Sebastião ordena que o prior do Convento de Tomar pague uma parte e o dinheiro dos Embargos o resto; é mestre da ponte Jorge Ferreira, que embarga a obra, por falta de pagamento (VITERBO, III, 318-324); (...)
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25013
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 Tomar (...) séc. 18, 1.ª metade - colocação na ponte de um São Cristóvão, cujo pó da pedra, era, segundo a crença popular, milagroso, sendo raspado frequentemente, o que ocasionou a sua ruína (GUIMARÃES, 236); 1712 - segundo o Padre Carvalho da Costa, existe, na ponte, uma tarja com inscrição em louvor da Imaculada Conceição (COSTA, 155); (...)
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25013
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 Ponte Velha de Tomar (...) 1721- segundo Manuel da Esperança, a ponte tem duas pirâmides, uma em memória do Santíssimo Sacramento do Altar e o outro à Imaculada Conceição (GUIMARÃES, 236); 1802, 22 outubro - por não aparecerem arrematantes para a obra dos talhamares de um dos pilares, que ameaçava ruína, a Câmara resolve fazer a obra por jorna, utilizando o dinheiro da arrematação das tabernas (ROSA, 1966, II, 16);(...)
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25013
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 O Nabão e a Ponte Velha (...) 1803, 15 junho - em reunião, decidem que algum do orçamento se deveria aplicar ao arranjo do pavimento da ponte (ROSA, 1966, II, 30); 1824, outubro - um carreteiro deita abaixo uma pirâmide da ponte, exigindo-se que ele a devolvesse para colocar no mesmo lugar (ROSA, 1966, II, 351); (...)
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25013
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 Ponte Velha de Tomar (...) 1837, 15 junho - resolve-se arrematar obras na ponte, com a feitura de passeios (ROSA, 1966, II, 458); 26 outubro - pagamento de 179$305 pelas obras da ponte (ROSA, 1966, II, 461); 1859, 28 janeiro - a Câmara decide levar a cabo obras, pois um exame aos talhamares verifica que a estrutura está arruinada (ROSA, 1940, I, 199); (...)
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25013
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 Tomar (...) 1876, 28 julho - considerando que a largura da ponte não segue a legislação em vigor, para integrar uma estrada real, é pedido ao Governo o alargamento da mesma, removendo-se as guardas de pedra e colocando guardas metálicas (ROSA, 1967, III, 112); 1877, 18 maio - a Direção de Obras Públicas de Santarém remete ao Ministério das Obras Públicas o projeto de ampliação da ponte (ROSA, 1967, III, 121); (...)
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25013
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 Tomar (...) 1885, 02 julho - arrematação das obras na ponte (ROSA, 1967, III, 238), colocando-se grades metálicas e removendo a estátua que se achava no lado sul, à entrada do caminho de Além da Ponte (SOUSA, 13); 1911, cerca - alargamento do tabuleiro da ponte sobre a Levada, sendo construído um arco em alvenaria de pedra para sustentar o tabuleiro (ROSA, 1991, 113); (...)
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25013
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 Tomar (...) 1919, 24 fevereiro - Câmara pede à Direcção das Obras Púlicas do distriro de Santarém para reparar os varões do gradeamento da ponte (ROSA, 1974, IX, 462); 1938 - 1940 -obras de alargamento da ponte, com a reparação e substituição das guardas metálicas por guardas de cantaria (ROSA, 1991, 121). (...)
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25013
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 Edifício, Igreja e Hospital da Santa Casa da Misericórdia Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Igreja e hospital de Misericórdia construídos na segunda metade do séc. 16 e reformados na segunda metade do séc. 18.
Proteção: não atribuída.
Época de construção: Séc. 16.
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6420
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 Portal da Igreja da Misericórdia Autores - ARQUITETOS: Amílcar Pinto (1927, 1930), José Manuel Rodrigues (2004). CARPINTEIROS: Francisco Roiz (1585-1586), Joaquim Henriques da Fonseca (1893), Miguel Mendes (1894). INDETERMINADO: António Rombo de Almeida (1566), Marcos Garcia (1585-1586), Miguel Mendes Tarracho (1900), Sebastião Rodrigues (1566). ORGANEIROS: Silvestre Sechiappo Pidro (1839-1840), Tommaso de Martino (1757). PEDREIRO: José Graça (1893). PINTORES: Estêvão de Abreu (1730-1731), Manuel da Silva Batista (1900), Mestre da Misericórdia de Abrantes (1545, cerca), Simão de Abreu (1566), Simão d'Abreu (1726-1727). RESTAURADORES: Cláudio Filipe Gonçalves (2005-2009), Fernandes Antunes (2005-2009), Instituto Politécnico de Tomar (1999-2007).
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6420
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 Moinhos e Lagares de El Rei Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Arquitetura agrícola. Conjunto de moinhos de água e lagares, assentes em plataforma sobre canal que desvia a água do rio Nabão.
Proteção: não atribuída.
Época de construção: Séc. 15.
Rosário Gordalina, Isabel Mendonça e Cecília Matias (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3386
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 Lagares de El Rei |
 Moinhos e Lagares de El Rei |
 Moinhos e Lagares de El Rei |
 Moinhos e Lagares de El Rei |
 Casa Havaneza Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Edifício residencial e comercial, construído no início do séc. 20.
Proteção: não atribuída.
Época de construção: 1912.
CONSTRUTOR: João Vicente Martinho.
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9574
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 Casa Havaneza |
 Casa Havaneza |
 Monumento ao Infante D. Henrique Tomar, União das freguesias de Tomar (São João Baptista) e Santa Maria dos Olivais.
Monumento escultórico.
Proteção: Abrangido pela Zona Geral de Proteção da janela do Posto de Turismo.
Época de construção: Séc. 20.
ESCULTOR: Henrique Moreira (1960-1961).
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=28874
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