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 Núcleo Urbano da Vila da Nazaré Nazaré, Nazaré.
Núcleo urbano sede municipal.
Proteção: Inclui Pelourinho da Pederneira, Igreja da Misericórdia da Pederneira, Santuário de Nossa Senhora da Nazaré e Ermida da Memória.
Época de construção: Séc. 16.
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 Nazaré Vista da Pederneira Cronologia: Séc. 12 - já existia a vila da Pederneira; séc. 14 - época provável da construção da capela da Memória; séc. 15 - o Sítio não é cultivável à volta do Santuário, hospedando-se os peregrinos na Pederneira; séc. 15, final / séc. 16, início - fundação da Pederneira, vila do couto de Alcobaça, pelos habitantes de Paredes que procuravam um local após o assoreamento que inutilizou o seu porto; séc. 16 - o Sítio é um local ermo, constituído pelos locais de culto mariano, casas do ermitão e os terrenos incultos o redor do Santuário; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 A Nazaré em 22 de Janeiro de 2003 (...) séc. 16, início - a praia, ou Ribeira da Pederneira, devia ainda estar ocupada pelas águas do oceano; só com o progressivo assoreamento da costa, a praia fica disponível; séc. 16, finais - até esta data não existem habitações de apoio ao santuário; o assoreamento do estreito da Barca impede definitivamente a passagem de navios de grande porte para o interior da Lagoa da Pederneira, ao mesmo tempo que fomenta a formação de baixios e montes de areia entre esse estreito e a ligação ao mar, mais salientes durante a maré baixa, no Vale da Perigosa e na Algerifeira; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 A Nazaré em 14 de janeiro de 2006 (...) 1593 - a partir desta data, a população deposita na praia as suas grandes embarcações, que então já não podem procurar refúgio no porto interior da lagoa da Pederneira; 1600 - o Sítio está desabitado ou pouco povoado e existe a Comenda na Abadia; 1608, antes - realização de primeiro grande arroteamento do matagal das cercanias do Santuário; 1608 - a povoação só viria a desenvolver-se graças ao esforço inicial do Padre Manuel de Brito Elão, administrador nomeado nesse ano, e da confraria, e graças ao apoio dos Filipes, o que obriga os moradores a reconhecerem por sua senhoria, a casa da Senhora da Nazaré e não o Mosteiro; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 A Nazaré em 18 de novembro de 2004 (...) séc. 17, antes - segundo Padre Manuel de Brito Alão, o Sítio é rodeado de "mattas, & brenhas intrataueis, & não vistas"; séc. 17 - ao que parece, só nesta altura o Sítio tem condições de alojar os visitantes do santuário; 1616 - a partir do Regimento da casa da confraria, seria fomentado o povoamento do Sítio; D. Filipe II ordena que o provedor da comarca assinale com "marcos altos", o território da Senhora, autorizando que a Casa o administrasse em seu nome; concede ainda à instituição a prerrogativa de aforar nesse espaço "chãos para vinhas, e outras benfeitorias", tal como dar "chãos para cazas aos que os pedirem, com foro acomodado, como athe ora se faz para que com mais povoação e vizinhança se ennobreça" o Sítio; como única condição estipula apenas que as habitações não se encostassem aos muros e cerca do templo da Senhora; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 Av. da República (...) 1628 - o Sítio, rodeado de mar, areias, pinhal e de alguns terrenos de cultivo, é apenas um pequeno aglomerado, com "sete cazais com suas famílias, hum ferreiro, hum tendeiro, & os mais vendeiros" que dam de comer e agasalham os romeiros; 1648 - fora do pátio a povoação tem já um conjunto assinalável de casas, pertencentes a cerca de 14 agregados familiares; séc. 17, 2.ª metade - crescimento da comunidade envolvente do santuário; 1694 - estabelecimento de açougue no Sítio, que é já "quase tamanho ou maior do que a villa da Pederneira"; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 Núcleo Urbano da Vila da Nazaré (...) 1628 - o Sítio, rodeado de mar, areias, pinhal e de alguns terrenos de cultivo, é apenas um pequeno aglomerado, com "sete cazais com suas famílias, hum ferreiro, hum tendeiro, & os mais vendeiros" que dam de comer e agasalham os romeiros; 1648 - fora do pátio a povoação tem já um conjunto assinalável de casas, pertencentes a cerca de 14 agregados familiares; séc. 17, 2.ª metade - crescimento da comunidade envolvente do santuário; 1694 - estabelecimento de açougue no Sítio, que é já "quase tamanho ou maior do que a villa da Pederneira"; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 A Nazaré em 1 de agosto de 2007 (...) séc. 18 - a povoação do Sítio cresce cada vez mais para N., levando ao arroteamento da Coutada da Légua; este crescimento descontrolado coloca em risco a povoação, visto que a redução de espaços verdes provoca o avanço das areias sobre o Sítio; 1740, década - para tentar resolver o problema do assoreamento, é construída uma muralha de proteção; 1744 - criação da parte N. do Santuário de "huma rua de logeas de taboado, cobertas"; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 The Elevator (...) 1750- conclusão da construção de muralha para tentar deter o avanço das areias sobre o Santuário (12 mil cruzados); 1751 - a confraria manda vir de Peniche o vedor Manuel Francisco Artilheiro para sondar e opinar sobre o local onde se encontrar água no Sítio, devido à sua falta; início dos trabalhos e escavação e abertura de valas, fazendo-se de novo a Fonte Nova, onde se gastou muito dinheiro, perfurando a couraça para colocar a dita fonte dentro da muralha; dirigiu os trabalhos o mestre António Alves; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 A Nazaré em 9 de abril de 2004 (...) 1752, 28 abril - início dos trabalhos de construção da fonte nova; 1755, 04 setembro - provisão régia autorizando haver no Sítio açougue; 01 novembro - o terramoto foi bastante forte no Sítio da Nazaré, causando o pânico entre a população, que "attonitos, e atemorizados (...) fugirão de suas casas, e por muitos tempos estiverão abarracados no terreiro, e campos vizinhos"; 1759 - volta-se a fazer grandes obras na fonte Nova e faz-se o poço (Poção) pegado à mesma, tendo-se intimidado mais de 1000 pessoas para ali irem trabalhar; execução do do muro do Penedo do Cavaleiro; 1760 - só havia na Praia 15 casas e no Sítio havia 30, sendo as mais antigas o palácio ou paços; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 A Nazaré em 9 de abril de 2004 (...) 1770 - afixação de azulejos com números, vindos das Caldas e lá feitos por Francisco José, em todas as propriedades do Sítio; 1789 - compra de um quintal murado com poço de água nativa, dentro do Sítio (o Poço da Cera) para benefício da Casa e principalmente de todo o povo do Sítio e sobretudo dos romeiros por haver necessidade de água, sobretudo no verão, por 70$000, a José Luís Carepa; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 Rua Adrião Batalha (...) 1808, 16 julho - levanta-se o povo do Sítio contra os franceses, que foram cercados no forte e havendo luta nas ruas; 1815 - durante a 2ª invasão francesa morreram no Sítio e Pederneira mais de 1000 pessoas; criação no Sítio de mercado, que prejudica o do Alcobaça; 1816 - feito o passeio com o nome de Mirante, onde iam os principais da terra passar às tardes; séc. 19 - aumento da população e desenvolvimento económico, relacionado com a atividade piscatória; pescadores de Ílhavo, Buarcos, Quiaios, Aveiro e Lavos deslocam-se para a Nazaré; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 A Nazaré em 21 de setembro de 2006 (...) 1818 - continuação da obra do passeio; 1825 - a pedido do Dr. Joaquim António de Sousa, começa a funcionar o correio, que vinha de Alcobaça para o Sítio duas vezes por semana; 1838 - execução de arranjos nas fontes Velha e Rio da Tapada; 1843 - segundo Salazar havia no Sítio 230 habitantes e 12 casas desabitadas; 1848, 17 agosto - início do funcionamento do mercado da Nazaré; 1850, cerca - primeiro desvio da foz do Alcoa, que vinha desaguar junto ao promontório; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 A Nazaré em 20 de novembro de 2006 (...) 1851, 15 junho - construção de um poço no Largo da Madeira (atual Praça Sousa Oliveira), para suprir a falta de água da população; 1855 - extinção do julgado judicial da Pederneira; 1861, 13 junho - inauguração da capela de Santo António da Nazaré; 1871 - abertura de uma escola criada pela Mesa da Real da Casa; 1874, setembro - grande incêndio quase destrói o Sítio; 1876, 21 outubro - decreto extingue a Misericórdia da Pederneira; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 A Nazaré em 17 de março de 2007 (...) 1897 - demarcação do terreno do Rio da Tapada para logradouro público; 1897 - demolição das dependências da Misericórdia da Pederneira; 1898, 3 junho - restauração do concelho da Pederneira; 1889, 28 julho - benção e inauguração do ascensor, denominado de Nossa Senhora da Nazaré, em homenagem à Virgem protetora da vila, movido a vapor, e com projeto do engenheiro Raul Mesnier de Ponsard; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 Rua Adrião Batalha (...) 1891 - o Ministério das Obras Públicas, a pedido da Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, manda o arquiteto Francisco da Silva Castro executar um projeto para a construção da atual Praça de Touros com lotação para cerca de 5000 espetadores; 1897 - inauguração da nova praça de touros no Sítio, com capacidade para 4500 espetadores, sendo da responsabilidade da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré; 1901 - construção do paredão ao longo da praia; (...)
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 Rua Adrião Batalha (...) 1906 - resolve-se ceder para escola a casa de José António do Carmo; escola oficial só havia na Pederneira para rapazes e uma feminina sustentada pela Casa da Nazaré, no Sítio, dando casa e pagando à professora; representação ao Governo Civil pedindo escolas no Sítio para ambos os sexos; 1907 - 1908 - construção do atual Teatro Chaby Pinheiro, junto ao Santuário, com projeto de Ernesto Korrodi; (...)
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 A Nazaré em 15 de junho de 2007 (...) 1907 - início das obras do edifício do posto de socorros a Naufragos da Nazaré; 1914 - aprovação da construção da estrada de acesso ao Sítio, e em 17 setembro estava pronto o primeiro troço; 1916 - construção do segundo lanço da estrada; 1937 - criação do Patronato com o auxílio de B. Bertha Lopes Monteiro, de Lisboa; 1939 - construção do padrão evocando a passagem de Vasco da Gama no Sítio; 1953 - obras e reabertura da casa dos pobres; arranjo das calçadas e dos candeeiros do pátio Salazar; (...)
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 A Nazaré em 15 de junho de 2007 (...) 1968, 01 abril - data da reabertura do ascensor, com novas e melhores condições e características, após acidente 5 anos antes; 2001 / 2002 - remodelação profunda e modernização do ascensor e dos dois terminais; 2012, 5 novembro - arquivamento do processo de classificação com o fundamento do parecer "de que o conjunto não justifica uma classificação de âmbito nacional", Anúncio n.º 13653/2012, DR, 2.ª série, n.º 213.
Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
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 A Nazaré em 15 de junho de 2007 |
 A Nazaré em 15 de junho de 2007
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 São Rafael |
 A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008 |
 A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008 |
 A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008 |
 A Nazaré em 25 de fevereiro de 2008 |
 A Nazaré em 9 de março de 2008 |
 A Nazaré em 9 de março de 2008 |
 A Nazaré em 20 de março de 2008 |
 A Nazaré em 20 de março de 2008 |
 A Nazaré em 24 de julho de 2008
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 A Nazaré em 24 de julho de 2008 |
 A Nazaré em 24 de julho de 2008 |
 A Nazaré em 23 de março de 2013 |
 A Nazaré em 23 de março de 2013 |
 A Nazaré em 14 de novembro de 2016 |
 Uma Cova num Cantinho |
 A Nazaré em 23 de outubro de 2020 |
 A Nazaré em 10 de dezembro de 2020 |
 A Nazaré em 10 de dezembro de 2020 |
 O Sítio em 10 de dezembro de 2020 |
 Teatro Chaby Pinheiro Nazaré, Nazaré.
Arquitetura recreativa, eclética.
Proteção: Interesse Municipal.
Época de construção: Séc. 20.
Autores - ARQUITETO: Ernesto Korrodi (1908). PINTOR: Frederico Ayres (1923).
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831
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 Teatro Chaby Pinheiro Cronologia: 1759 - feitura do tablado das comédias para o círio de Lisboa; 1770 - resolve-se fazer um teatro para as comédias do Círio de Lisboa; 1777 - resolve-se fazer o teatro para evitar os protestos dos romeiros de Lisboa; 1820 - colocação de candeeiros na casa da ópera; 1858 - iniciam-se leilões com prévia publicação nos jornais, referentes ao teatro; 1860 - anualmente o teatro rendia 12$250; 1906 - pensa-se reconstruir o teatro; 1907 - início das obras e construção; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831
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 Teatro Chaby Pinheiro (IIM)(...) 1908, 28 fevereiro - aprovação do projeto do novo teatro da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, da autoria de Ernesto Korrodi; 1920 - ainda decorriam as obras, procurando-se aprontá-lo; 1921 - forro do teto; 1923 - decoração pictórica do interior, nomeadamente da boca da cena, pelo pintor Frederico Aires, aluno de Carlos Reis e também cenógrafo; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831
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 Teatro Chaby Pinheiro (IIM)(...) 1926, 05 fevereiro - inauguração do teatro, com a presença do ator homenageado Chaby Pinheiro, a quem se deve o nome do teatro, sendo representadas duas peças, o "Leão da Estrela" e o "Conde Barão", da responsabilidade da Companhia Chaby Pinheiro; 1975 - formação de um grupo de trabalho com a missão de proceder ao restauro e direção do teatro Chaby Pinheiro, composto por um elemento de casa associação desportiva e cultural da Nazaré e por um membro da confraria de Nossa Senhora da Nazaré; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831
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 Teatro Chaby Pinheiro (IIM)(...) 1992 - Confraria faz estudo da situação do Teatro Chaby Pinheiro para concorrer a fundos comunitários tendo em vista a sua recuperação; 1994 - assinatura de protocolo para atribuição de subsídio destinado à conclusão das obras do teatro; 1996, 08 setembro - inauguração da exposição de pintura de Paul Girol no Teatro Chaby Pinheiro. (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831
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 Teatro Chaby Pinheiro (IIM) |
 Pelourinho da Pederneira (Imóvel de Interesse Público) Nazaré, Nazaré.
O pelourinho quinhentista era de bola, com plataforma octogonal de quatro degraus, plinto paralelepipédico e coluna de fuste facetado, de que resta apenas a plataforma, sobre a qual se ergue o tronco de árvore fossilizado com significado simbólico na povoação, a ponto de ser reaproveitado como memória do primitivo pelourinho da vila.
Época de construção: Séc. 16.
Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1774
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 Pelourinho da Pederneira (IIM) Cronologia: (...) 1855 - extinção do concelho da Pederneira devido ao declínio demográfico, sendo então anexado ao de Alcobaça; 13 janeiro - extinção do julgado judicial da Pederneira; 1876 - apeamento do pelourinho; 1886 - o tronco fossilizado de uma conífera cretácica é transportado do antigo cemitério, para a Praça Bastião Fernandes e colocado em frente da antiga câmara, em substituição do antigo pelourinho, como que apelando a um sentimento de autonomia; 1898, 3 junho - restaura-se o concelho da Pederneira; 1912 - criação do concelho da Nazaré, devido ao crescimento da povoação da Praia da Nazaré, onde é integrada a povoação da Pederneira; o fóssil é aproveitado como símbolo popular da soberania local; 1942 - a base e outros pedaços do antigo pelourinho guardam-se no Edifício dos Paços do Concelho.
Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1774
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 Antiga Casa da Câmara Nazaré, Nazaré.
Arquitetura político-administrativa, seiscentista e setecentista.
Proteção: Interesse Municipal.
Cronologia: 1514, 01 outubro - D. Manuel I concede foral novo à vila da Pederneira; séc. 16 - provável construção da Casa da Câmara; séc. 18 - reforma do edifício, com feitura do espaldar sobre o portal principal e da torre sineira; 1712 - Pederneira tem 250 vizinhos e é da comarca de Leiria; 1758, 01 julho - o pároco Inácio Barbosa de Sá nas Memórias Paroquiais da freguesia, refere que a povoação, com 171 fogos, integra os coutos do Mosteiro de Alcobaça, tem dois juízes ordinários e câmara; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3334
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 Antiga Casa da Câmara (...) 1855 - extinção do concelho da Pederneira devido ao declínio demográfico, sendo então anexado ao de Alcobaça; o edifício deixa de funcionar como Paços de Concelho, passando a ter diversas utilizações, como açougue, cadeia, tribunal e edifício da instrução primária; 1898, 3 junho - restaura-se o concelho da Pederneira; 1912 - criação do concelho da Nazaré, certamente devido à recente evolução da povoação da Praia da Nazaré, onde é integrada a povoação da Pederneira; 2005, 07 setembro - abertura do espaço cultural no edifício com a exposição "A Vila da Pederneira: Origens e Evolução", relatando a história da Pederneira desde a formação e transformação da Lagoa da Pederneira, até às convulsões sociais que culminam com a autonomia político-administrativa do concelho da Pederneira. (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3334
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 Igreja de Nossa Senhora das Areias Nazaré, Nazaré.
Arquitetura religiosa, maneirista, barroca.
Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Pelourinho da Pederneira.
Cronologia: 1514 - Pederneira, antiga vila dos D. Abades de Alcobaça, recebeu foral, nesta data, dado por D. Manuel; séc. 16 - construção do templo; 1637 - data do revestimento azulejar da igreja, segundo legenda existente num painel, junto do altar-mor; séc. 17 - data da talha do altares colaterais, dois laterais e altar-mor; Sé. 18 - data dos restantes altares.
Cecília Matias (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1421
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 Igreja da Misericórdia da Pederneira Nazaré, Nazaré.
Igreja de Misericórdia de fundação quinhentista, mas de estrutura maneirista.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Época de construção: Séc. 17.
Autores - ATELIER: Seminário Maior do Cristo Rei (1993-1994). OURIVES: António de Almeida (séc. 18). PINTOR: José da Cruz (1702); Pedro Peixoto (1737).
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
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 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP) Cronologia: 1561, 20 março - alvará de D. Catarina autoriza a anexação do hospital da Pederneira à Santa Casa da Misericórdia da Pederneira, onde se institui e implanta inicialmente a Irmandade (PAIVA, p. 297); séc. 17 - construção da igreja da Misericórdia; 1619 - 1620 - durante a crise de subsistência que afeta a Pederneira, inicia-se a realização da procissão dos Passos e Paixão de Cristo na vila, com passagem pelo Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, ganhando grande adesão; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
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 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)(...) 1702 - Misericórdia ordena grandes obras de decoração da capela-mor, que recebe retábulo e nas paredes laterais duas telas, representando "O Milagre das Rosas" e "Santo António e o lava-pés", pintados pelo pintor leiriense José da Cruz, da escola obidense, por 10$000; o pintor, acompanhado por dois ajudantes, encarrega-se ainda da pintura do teto da capela-mor, por 6$670; 1716 - data da lápide inscrita relativa às obrigações dos mesários; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
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 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)(...) 1721 - data inscrita na fachada principal, referente à remodelação da igreja e anexos, custeada por João de Almeida Salazar, que havia regressado do Brasil e entra na Congregação de São Filipe Nery, e sua mulher no Mosteiro da Rosa, em Lisboa; obtém breve papal para assistir aos doentes no hospital, mandado construir por ele, ao mesmo tempo que mantém o hábito (FIGUEIREDO, f. 30); 1737 - o pintor Pedro Peixoto, com a ajuda do filho, trabalha na decoração da capela-mor e do camarim; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
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 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)(...) 1737 - 1756 - feitura de um cálice em prata pelo ourives António de Almeida, por 17$000; 1778, abril - Misericórdia empresta a imagem de Cristo à Confraria de Nossa Senhora da Nazaré para a realização dos Passos no Sítio, nas tardes de domingo da Quaresma; 1876, 21 outubro - decreto extingue a Misericórdia da Pederneira, passando os seus bens para a Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, que funda um hospital no Sítio da Nazaré, para continuar a ação de assistência da Misericórdia; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
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 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)(...) 1897 - demolição das dependências da Misericórdia adossados à fachada O. da igreja; 1909 - data inscrita sobre o portal de acesso ao cemitério, relativo à sua ampliação; 1917 - assalto à Misericórdia; 1920, 05 julho - roubo do sino da Misericórdia; 1955, cerca - fotografia publicada por Gustavo de Matos Sequeira, documenta a existência de cadeiral de mesários em frente da tribuna lateral, com duas ordens de apainelados, o inferior formando losangos e o superior reticulado; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
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 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)(...) 1995, 31 janeiro - enviado à Comissão Europeia o Pedido de apoio a projeto-piloto de conservação do Património Arquitetónico Europeu; empréstimo das pinturas sobre a caridade cristã da Misericórdia da Pederneira para exposição "Arte sacra nos Antigos Cotos de Alcobaça, realizada pelo IPPAR; posteriormente procede-se à substituição dos três vãos que iluminavam a tribuna por vitrais.
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
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 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP) |
 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP) |
 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP) |
 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP) |
 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP) |
 Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP) |
 Um Puzzle Mal Resolvido |
 Ermida de N.Sª dos Anjos Nazaré, Nazaré.
Ermida simples, com cobertura em teto de madeira, antecedida por alpendre em madeira, que substituiu um outro apoiado em colunas.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Época de construção: Séc. 16.
Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1561
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 Fonte Antiga Nazaré, Nazaré.
Fonte de espaldar com três bicas e tanques ao nível do solo, de panos rectilíneos, animados por volutas, no topo superior.
Proteção: Interesse Municipal.
Cronologia: Séc. 18 - data provável de construção, aproveitando nascente existente no local onde, desde 1565, existia uma fonte, mandada fazer pelo Cardeal-Rei, reformada em 1716 (Figueiredo, 1780, f. 33) ou no sítio da fonte construída em 1622, 3 anos depois da 1ª procissão dos Passos, depois de uma grande estiagem, à qual se atribuíam propriedades milagrosas, associadas à Virgem da Nazaré(Alão, 1628).
Isabel Mendonça e Lurdes Perdigão (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4949
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 Fonte da Vila (IIM) |
 Caminho Real - troço sul (Sítio de Interesse Municipal) |
 Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM) |
 Caminho Real - troço sul (SIM) |
 Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM) |
 Caminho Real - troço sul (SIM) |
 Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM) |
 Caminho Real - troço sul (SIM) |
 Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM) |
 Caminho Real - troço sul (SIM) |
 Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM) |
 Capela de Santo António |
 Capela de Santo António |
 Capela de Santo António |
 Capela de Santo António |
 Capela de N.Sª dos Aflitos e Edifício da Capitania Nazaré, Nazaré.
Arquitetura de segurança, do séc. 20.
Proteção: não atribuída,
Época de construção: Séc. 20.
EMPREITEIROS: António da Costa Saraiva (1969-1972); José Anastácio (1953).
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20843
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 Capitania e Capela da Sª dos Aflitos Cronologia: 1895 - decreto da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e do Ultramar cria a Capitania do Porto da Nazaré, em reconhecimento da importância crescente da actividade piscatória e da praia de banhos existentes naquele local quase desabitado, em paralelo com o declínio dos vizinhos portos das Paredes, Pederneira e São Martinho do Porto; 1902 - construção da capela juntamente com o edifício; 1953 - devido ao rebaixamento do pavimento da rua do amparo pela Câmara Municipal, solicita-se que a Capitania providencie o rebaixamento da fossa que serve o edifício; 1969, 28 fevereiro - abalo sísmico provoca pequenos danos nas paredes e tetos do edifício, mas de maior monta nas coberturas, que já se encontram em mau estado; provoca ainda algumas fendas na capela; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20843
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 Palácio Real do Sítio da Nazaré Nazaré, Nazaré.
Palácio real construído no séc. 18 para acolher a corte aquando da sua deslocação ao Santuário da Nazaré.
Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré.
Época de construção: 1718 - construção do palácio, pelo administrador da Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, D. Nuno Álvares Pereira de Mello, Duque de Cadaval, com o objetivo de acomodar a Família Real aquando da sua deslocação às festividades do Sítio.
Autores - MESTRES: José Maria Soares (1823); Paulo Almeida Nazaré (1779). PINTOR: Duartet José Coelho (1832).
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7231
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 Palácio Real do Sítio da Nazaré |
 Ascensor da Nazaré Nazaré, Nazaré.
Arquitetura de transportes, oitocentista.
Proteção: não atribuída.
Época de construção: Séc. 19.
Autores - ENGENHEIRO: Raul Mesnier du Ponsard (1888). FÁBRICA: Esslingen-Machinen (1889).
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052
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 Ascensor da Nazaré Cronologia: 1888, 15 outubro - formação de uma parceria com objetivo de construir um ascensor na Nazaré, sediada em Lisboa, e composta por Tavares Crespo, Francisco Morais, Joaquim Carneiro D’Alcáçovas de Sousa Chicharro, José Eduardo Ferreira Pinheiro, Barão de Kessler e o engenheiro Raul Mesnier de Ponsard, autor do projeto; 1889, 28 julho - benção e inauguração do ascensor, pertencente ao Dr. António Lúcio Tavares Crespo, denominado de Nossa Senhora da Nazaré, em homenagem à Virgem protetora da vila, e com a presença do Ministro das Obras Públicas e o da Fazenda; (...)
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052
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 Ascensor da Nazaré(...) 1918 - cedência de lenha para o ascensor não parar; 1924, 01 outubro - aquisição do ascensor pela Real Casa, atualmente denominada Confraria da Nossa Senhora da Nazaré, com o objetivo de o explorar durante todo o ano; com isso, procura-se facilitar o acesso dos fiéis ao Santuário e angariar fundos para a manutenção do Hospital de Nossa Senhora da Nazaré; 1931 - data de um relatório ao Ministro pedindo autorização para vender à Câmara o ascensor e a central elétrica; 1932, 19 dezembro - venda do ascensor à Câmara Municipal da Nazaré, por 398.013$00 (398.031$850); (...)
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052
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 Ascensor da Nazaré(...) 1963, 15 fevereiro - grande acidente no asensor, devido à rutura do cabo, de que resulta dois mortos e cerca de 50 feridos; o ocorrido vai a julgamento, mas os arguidos acabam por ser absolvidos; segundo o administrador do serviço das águas na Câmara Municipal, o acidente deveu-se às infiltrações de água, a qual pingava constantemente na zona do cabo do elevador; (...)
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052
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 Ascensor da Nazaré(...) 1968, 01 abril - data da reabertura do ascensor, com novas e melhores condições e características; é então composto por um sistema de tração, com transmissão e acionamento elétrico, provido de um sistema triplo de travagem: automático, de pressão electro hidráulica e manual; 2001, setembro - encerramento do ascensor para obras; 2002, 24 junho - inauguração do ascensor da Nazaré, durante cada viagem cerca de 15 minutos.
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052
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 O Coreto do Sítio Nazaré, Nazaré.
Coreto construído em finais do séc. 19 pela Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, para apoio às festas do Santuário.
Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré.
Cronologia: 1897 - construção do coreto pela confraria de Nossa Senhora da Nazaré, pelo mestre Francisco da Silva Castro e por 58$000; a estrutura em ferro fundido, veio da Fundição Alliança de Massarelos, do Porto 08 setembro - data da inauguração do coreto; séc. 20 - época provável da colocação da atual guarda do coreto; 1997, 08 setembro - data da comemoração do centenário do coreto, assinalando o evento com a colocação de uma lápide; a partir desta data o espaço volta a ser utilizado para animação cultural, nomeadamente nos festejos em honra de Nossa Senhora da Nazaré.
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7216
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 Centro Cultural da Nazaré Nazaré, Nazaré.
Arquitetura industrial de novecentos.
Proteção: não atribuída.
Época de construção: Séc. 20.
Autores - Galhardo (Mosaicos) / Luísa Lino (GAT - obras de adaptação a Centro Cultural) / Fialho e Paulo LDA (construtora obras de adaptação a Centro Cultural)
Sónia Vazão (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20845
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 A Nazaré em 20 de março de 2008 Cronologia (...) 1985, 30 de Janeiro - foi deliberado em reunião camarária extraordinária solicitar a cedência do edifício da Lota para futura instalação do Posto de Turismo e para exposição das atividades tradicionais da Nazaré; 1987, 24 de Abril - inauguração da nova lota, junto do Porto de Abrigo da Nazaré; 1994 - obras de adaptação a centro cultural; 1995 - inauguração do espaço como centro cultural; 2001 /2002 - alargamento da sala de leitura da Biblioteca, espaço juvenil, colocação de vidraça no 1º piso, destruição do balcão para a criação do espaço Internet do rés-do-chão.
Sónia Vazão (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20845
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 Praça de Toiros da Nazaré Nazaré, Nazaré.
Arquitetura recreativa, revivalista.
Proteção: não atribuída.
Época de construção: Séc. 19.
Autores - ARQUITETO: Francisco da Silva Castro (1891). MESTRE: Domingos Manuel Gomes (1839).
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232
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 A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008 Cronologia (...) 1874, setembro - grande incêndio destrói a praça de touros, que depois é reconstruída em madeira; 1874, 08 setembro - realização de tourada muito concorrida na velha praça; 10 setembro - realização de uma outra tourada que fica na memória pela sua grande afluência; 11 setembro - poucas horas depois da tourada, dá-se um incêndio na praça que, apesar de todos os esforços e socorros das autoridades civis e administrativas e da população, a reduz a cinzas em 2 horas; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232
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 Praça de Toiros da Nazaré (...) 12 setembro - o governador civil, Peito de Carvalho, manda dar uma ração de vinho a toda a força armada e aos policias que prestaram serviços na ocasião do incêndio e anuncia a intenção de mandar reedificar a praça de touros, mas com mais segurança, fazendo-se toda de pedra e cal, pois até essa data só o era até à altura dos camarotes; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232
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 A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008 (...) 1891 - o Ministério das Obras Públicas, a pedido da Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, manda o arquiteto Francisco da Silva Castro executar um projeto para a construção da atual Praça de Touros com lotação para cerca de 5000 espetadores; 1897 - inauguração da nova praça de touros no Sítio, com capacidade para 4.500 espetadores, sendo da responsabilidade da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré; (...)
Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232
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 A Praça de Toiros |