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Património no Concelho da Nazaré

Dias dos Reis

Ermida da Memória
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Forte de São Miguel Arcanjo
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Igreja de N.Sª da Nazaré
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O Molhe da Nazaré
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Azulejos da Nazaré
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Património em Famalicão da Nazaré
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Património em Valado dos Frades
<< Património em Valado dos Frades >>
 Nazaré, Nazaré.
 
Núcleo urbano sede municipal.

Proteção: Inclui Pelourinho da Pederneira, Igreja da Misericórdia da Pederneira, Santuário de Nossa Senhora da Nazaré e Ermida da Memória.

Época de construção: Séc. 16.

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
Núcleo Urbano da Vila da Nazaré

Nazaré, Nazaré.

Núcleo urbano sede municipal.

Proteção: Inclui Pelourinho da Pederneira, Igreja da Misericórdia da Pederneira, Santuário de Nossa Senhora da Nazaré e Ermida da Memória.

Época de construção: Séc. 16.

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

 Cronologia: Séc. 12 - já existia a vila da Pederneira; séc. 14 - época provável da construção da capela da Memória; séc. 15 - o Sítio não é cultivável à volta do Santuário, hospedando-se os peregrinos na Pederneira; séc. 15, final / séc. 16, início - fundação da Pederneira, vila do couto de Alcobaça, pelos habitantes de Paredes que procuravam um local após o assoreamento que inutilizou o seu porto; séc. 16 - o Sítio é um local ermo, constituído pelos locais de culto mariano, casas do ermitão e os terrenos incultos o redor do Santuário; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
Nazaré Vista da Pederneira

Cronologia: Séc. 12 - já existia a vila da Pederneira; séc. 14 - época provável da construção da capela da Memória; séc. 15 - o Sítio não é cultivável à volta do Santuário, hospedando-se os peregrinos na Pederneira; séc. 15, final / séc. 16, início - fundação da Pederneira, vila do couto de Alcobaça, pelos habitantes de Paredes que procuravam um local após o assoreamento que inutilizou o seu porto; séc. 16 - o Sítio é um local ermo, constituído pelos locais de culto mariano, casas do ermitão e os terrenos incultos o redor do Santuário; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...) séc. 16, início - a praia, ou Ribeira da Pederneira, devia ainda estar ocupada pelas águas do oceano; só com o progressivo assoreamento da costa, a praia fica disponível; séc. 16, finais - até esta data não existem habitações de apoio ao santuário; o assoreamento do estreito da Barca impede definitivamente a passagem de navios de grande porte para o interior da Lagoa da Pederneira, ao mesmo tempo que fomenta a formação de baixios e montes de areia entre esse estreito e a ligação ao mar, mais salientes durante a maré baixa, no Vale da Perigosa e na Algerifeira; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
A Nazaré em 22 de Janeiro de 2003

(...) séc. 16, início - a praia, ou Ribeira da Pederneira, devia ainda estar ocupada pelas águas do oceano; só com o progressivo assoreamento da costa, a praia fica disponível; séc. 16, finais - até esta data não existem habitações de apoio ao santuário; o assoreamento do estreito da Barca impede definitivamente a passagem de navios de grande porte para o interior da Lagoa da Pederneira, ao mesmo tempo que fomenta a formação de baixios e montes de areia entre esse estreito e a ligação ao mar, mais salientes durante a maré baixa, no Vale da Perigosa e na Algerifeira; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...)  1593 - a partir desta data, a população deposita na praia as suas grandes embarcações, que então já não podem procurar refúgio no porto interior da lagoa da Pederneira; 1600 - o Sítio está desabitado ou pouco povoado e existe a Comenda na Abadia; 1608, antes - realização de primeiro grande arroteamento do matagal das cercanias do Santuário; 1608 - a povoação só viria a desenvolver-se graças ao esforço inicial do Padre Manuel de Brito Elão, administrador nomeado nesse ano, e da confraria, e graças ao apoio dos Filipes, o que obriga os moradores a reconhecerem por sua senhoria, a casa da Senhora da Nazaré e não o Mosteiro; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
A Nazaré em 14 de janeiro de 2006

(...) 1593 - a partir desta data, a população deposita na praia as suas grandes embarcações, que então já não podem procurar refúgio no porto interior da lagoa da Pederneira; 1600 - o Sítio está desabitado ou pouco povoado e existe a Comenda na Abadia; 1608, antes - realização de primeiro grande arroteamento do matagal das cercanias do Santuário; 1608 - a povoação só viria a desenvolver-se graças ao esforço inicial do Padre Manuel de Brito Elão, administrador nomeado nesse ano, e da confraria, e graças ao apoio dos Filipes, o que obriga os moradores a reconhecerem por sua senhoria, a casa da Senhora da Nazaré e não o Mosteiro; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...)  séc. 17, antes - segundo Padre Manuel de Brito Alão, o Sítio é rodeado de mattas, & brenhas intrataueis, & não vistas; séc. 17 - ao que parece, só nesta altura o Sítio tem condições de alojar os visitantes do santuário; 1616 - a partir do Regimento da casa da confraria, seria fomentado o povoamento do Sítio; D. Filipe II ordena que o provedor da comarca assinale com marcos altos, o território da Senhora, autorizando que a Casa o administrasse em seu nome; concede ainda à instituição a prerrogativa de aforar nesse espaço chãos para vinhas, e outras benfeitorias, tal como dar chãos para cazas aos que os pedirem, com foro acomodado, como athe ora se faz para que com mais povoação e vizinhança se ennobreça o Sítio; como única condição estipula apenas que as habitações não se encostassem aos muros e cerca do templo da Senhora; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
A Nazaré em 18 de novembro de 2004

(...) séc. 17, antes - segundo Padre Manuel de Brito Alão, o Sítio é rodeado de "mattas, & brenhas intrataueis, & não vistas"; séc. 17 - ao que parece, só nesta altura o Sítio tem condições de alojar os visitantes do santuário; 1616 - a partir do Regimento da casa da confraria, seria fomentado o povoamento do Sítio; D. Filipe II ordena que o provedor da comarca assinale com "marcos altos", o território da Senhora, autorizando que a Casa o administrasse em seu nome; concede ainda à instituição a prerrogativa de aforar nesse espaço "chãos para vinhas, e outras benfeitorias", tal como dar "chãos para cazas aos que os pedirem, com foro acomodado, como athe ora se faz para que com mais povoação e vizinhança se ennobreça" o Sítio; como única condição estipula apenas que as habitações não se encostassem aos muros e cerca do templo da Senhora; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...) 1628 - o Sítio, rodeado de mar, areias, pinhal e de alguns terrenos de cultivo, é apenas um pequeno aglomerado, com sete cazais com suas famílias, hum ferreiro, hum tendeiro, & os mais vendeiros que dam de comer e agasalham os romeiros; 1648 - fora do pátio a povoação tem já um conjunto assinalável de casas, pertencentes a cerca de 14 agregados familiares; séc. 17, 2.ª metade - crescimento da comunidade envolvente do santuário; 1694 - estabelecimento de açougue no Sítio, que é já quase tamanho ou maior do que a villa da Pederneira;  (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
Av. da República

(...) 1628 - o Sítio, rodeado de mar, areias, pinhal e de alguns terrenos de cultivo, é apenas um pequeno aglomerado, com "sete cazais com suas famílias, hum ferreiro, hum tendeiro, & os mais vendeiros" que dam de comer e agasalham os romeiros; 1648 - fora do pátio a povoação tem já um conjunto assinalável de casas, pertencentes a cerca de 14 agregados familiares; séc. 17, 2.ª metade - crescimento da comunidade envolvente do santuário; 1694 - estabelecimento de açougue no Sítio, que é já "quase tamanho ou maior do que a villa da Pederneira"; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...) 1628 - o Sítio, rodeado de mar, areias, pinhal e de alguns terrenos de cultivo, é apenas um pequeno aglomerado, com sete cazais com suas famílias, hum ferreiro, hum tendeiro, & os mais vendeiros que dam de comer e agasalham os romeiros; 1648 - fora do pátio a povoação tem já um conjunto assinalável de casas, pertencentes a cerca de 14 agregados familiares; séc. 17, 2.ª metade - crescimento da comunidade envolvente do santuário; 1694 - estabelecimento de açougue no Sítio, que é já quase tamanho ou maior do que a villa da Pederneira;  (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
Núcleo Urbano da Vila da Nazaré

(...) 1628 - o Sítio, rodeado de mar, areias, pinhal e de alguns terrenos de cultivo, é apenas um pequeno aglomerado, com "sete cazais com suas famílias, hum ferreiro, hum tendeiro, & os mais vendeiros" que dam de comer e agasalham os romeiros; 1648 - fora do pátio a povoação tem já um conjunto assinalável de casas, pertencentes a cerca de 14 agregados familiares; séc. 17, 2.ª metade - crescimento da comunidade envolvente do santuário; 1694 - estabelecimento de açougue no Sítio, que é já "quase tamanho ou maior do que a villa da Pederneira"; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...)  séc. 18 - a povoação do Sítio cresce cada vez mais para N., levando ao arroteamento da Coutada da Légua; este crescimento descontrolado coloca em risco a povoação, visto que a redução de espaços verdes provoca o avanço das areias sobre o Sítio; 1740, década - para tentar resolver o problema do assoreamento, é construída uma muralha de proteção; 1744 - criação da parte N. do Santuário de huma rua de logeas de taboado, cobertas;  (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
A Nazaré em 1 de agosto de 2007

(...) séc. 18 - a povoação do Sítio cresce cada vez mais para N., levando ao arroteamento da Coutada da Légua; este crescimento descontrolado coloca em risco a povoação, visto que a redução de espaços verdes provoca o avanço das areias sobre o Sítio; 1740, década - para tentar resolver o problema do assoreamento, é construída uma muralha de proteção; 1744 - criação da parte N. do Santuário de "huma rua de logeas de taboado, cobertas"; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...)    1750- conclusão da construção de muralha para tentar deter o avanço das areias sobre o Santuário (12 mil cruzados); 1751 - a confraria manda vir de Peniche o vedor Manuel Francisco Artilheiro para sondar e opinar sobre o local onde se encontrar água no Sítio, devido à sua falta; início dos trabalhos e escavação e abertura de valas, fazendo-se de novo a Fonte Nova, onde se gastou muito dinheiro, perfurando a couraça para colocar a dita fonte dentro da muralha; dirigiu os trabalhos o mestre António Alves;  (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
The Elevator

(...) 1750- conclusão da construção de muralha para tentar deter o avanço das areias sobre o Santuário (12 mil cruzados); 1751 - a confraria manda vir de Peniche o vedor Manuel Francisco Artilheiro para sondar e opinar sobre o local onde se encontrar água no Sítio, devido à sua falta; início dos trabalhos e escavação e abertura de valas, fazendo-se de novo a Fonte Nova, onde se gastou muito dinheiro, perfurando a couraça para colocar a dita fonte dentro da muralha; dirigiu os trabalhos o mestre António Alves; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...)  1752, 28 abril - início dos trabalhos de construção da fonte nova; 1755, 04 setembro - provisão régia autorizando haver no Sítio açougue; 01 novembro - o terramoto foi bastante forte no Sítio da Nazaré, causando o pânico entre a população, que attonitos, e atemorizados (...) fugirão de suas casas, e por muitos tempos estiverão abarracados no terreiro, e campos vizinhos; 1759 - volta-se a fazer grandes obras na fonte Nova e faz-se o poço (Poção) pegado à mesma, tendo-se intimidado mais de 1000 pessoas para ali irem trabalhar; execução do do muro do Penedo do Cavaleiro; 1760 - só havia na Praia 15 casas e no Sítio havia 30, sendo as mais antigas o palácio ou paços;   (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
A Nazaré em 9 de abril de 2004

(...) 1752, 28 abril - início dos trabalhos de construção da fonte nova; 1755, 04 setembro - provisão régia autorizando haver no Sítio açougue; 01 novembro - o terramoto foi bastante forte no Sítio da Nazaré, causando o pânico entre a população, que "attonitos, e atemorizados (...) fugirão de suas casas, e por muitos tempos estiverão abarracados no terreiro, e campos vizinhos"; 1759 - volta-se a fazer grandes obras na fonte Nova e faz-se o poço (Poção) pegado à mesma, tendo-se intimidado mais de 1000 pessoas para ali irem trabalhar; execução do do muro do Penedo do Cavaleiro; 1760 - só havia na Praia 15 casas e no Sítio havia 30, sendo as mais antigas o palácio ou paços; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...)  1770 - afixação de azulejos com números, vindos das Caldas e lá feitos por Francisco José, em todas as propriedades do Sítio; 1789 - compra de um quintal murado com poço de água nativa, dentro do Sítio (o Poço da Cera) para benefício da Casa e principalmente de todo o povo do Sítio e sobretudo dos romeiros por haver necessidade de água, sobretudo no verão, por 70$000, a José Luís Carepa;   (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
A Nazaré em 9 de abril de 2004

(...) 1770 - afixação de azulejos com números, vindos das Caldas e lá feitos por Francisco José, em todas as propriedades do Sítio; 1789 - compra de um quintal murado com poço de água nativa, dentro do Sítio (o Poço da Cera) para benefício da Casa e principalmente de todo o povo do Sítio e sobretudo dos romeiros por haver necessidade de água, sobretudo no verão, por 70$000, a José Luís Carepa; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...)  1808, 16 julho - levanta-se o povo do Sítio contra os franceses, que foram cercados no forte e havendo luta nas ruas; 1815 - durante a 2ª invasão francesa morreram no Sítio e Pederneira mais de 1000 pessoas; criação no Sítio de mercado, que prejudica o do Alcobaça; 1816 - feito o passeio com o nome de Mirante, onde iam os principais da terra passar às tardes; séc. 19 - aumento da população e desenvolvimento económico, relacionado com a atividade piscatória; pescadores de Ílhavo, Buarcos, Quiaios, Aveiro e Lavos deslocam-se para a Nazaré;   (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
Rua Adrião Batalha

(...) 1808, 16 julho - levanta-se o povo do Sítio contra os franceses, que foram cercados no forte e havendo luta nas ruas; 1815 - durante a 2ª invasão francesa morreram no Sítio e Pederneira mais de 1000 pessoas; criação no Sítio de mercado, que prejudica o do Alcobaça; 1816 - feito o passeio com o nome de Mirante, onde iam os principais da terra passar às tardes; séc. 19 - aumento da população e desenvolvimento económico, relacionado com a atividade piscatória; pescadores de Ílhavo, Buarcos, Quiaios, Aveiro e Lavos deslocam-se para a Nazaré; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...)  1818 - continuação da obra do passeio; 1825 - a pedido do Dr. Joaquim António de Sousa, começa a funcionar o correio, que vinha de Alcobaça para o Sítio duas vezes por semana; 1838 - execução de arranjos nas fontes Velha e Rio da Tapada; 1843 - segundo Salazar havia no Sítio 230 habitantes e 12 casas desabitadas; 1848, 17 agosto - início do funcionamento do mercado da Nazaré; 1850, cerca - primeiro desvio da foz do Alcoa, que vinha desaguar junto ao promontório;   (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
A Nazaré em 21 de setembro de 2006

(...) 1818 - continuação da obra do passeio; 1825 - a pedido do Dr. Joaquim António de Sousa, começa a funcionar o correio, que vinha de Alcobaça para o Sítio duas vezes por semana; 1838 - execução de arranjos nas fontes Velha e Rio da Tapada; 1843 - segundo Salazar havia no Sítio 230 habitantes e 12 casas desabitadas; 1848, 17 agosto - início do funcionamento do mercado da Nazaré; 1850, cerca - primeiro desvio da foz do Alcoa, que vinha desaguar junto ao promontório; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...)  1851, 15 junho - construção de um poço no Largo da Madeira (atual Praça Sousa Oliveira), para suprir a falta de água da população; 1855 - extinção do julgado judicial da Pederneira; 1861, 13 junho - inauguração da capela de Santo António da Nazaré; 1871 - abertura de uma escola criada pela Mesa da Real da Casa; 1874, setembro - grande incêndio quase destrói o Sítio; 1876, 21 outubro - decreto extingue a Misericórdia da Pederneira; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
A Nazaré em 20 de novembro de 2006

(...) 1851, 15 junho - construção de um poço no Largo da Madeira (atual Praça Sousa Oliveira), para suprir a falta de água da população; 1855 - extinção do julgado judicial da Pederneira; 1861, 13 junho - inauguração da capela de Santo António da Nazaré; 1871 - abertura de uma escola criada pela Mesa da Real da Casa; 1874, setembro - grande incêndio quase destrói o Sítio; 1876, 21 outubro - decreto extingue a Misericórdia da Pederneira; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...)  1897 - demarcação do terreno do Rio da Tapada para logradouro público; 1897 - demolição das dependências da Misericórdia da Pederneira; 1898, 3 junho - restauração do concelho da Pederneira; 1889, 28 julho - benção e inauguração do ascensor, denominado de Nossa Senhora da Nazaré, em homenagem à Virgem protetora da vila, movido a vapor, e com projeto do engenheiro Raul Mesnier de Ponsard; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
A Nazaré em 17 de março de 2007

(...) 1897 - demarcação do terreno do Rio da Tapada para logradouro público; 1897 - demolição das dependências da Misericórdia da Pederneira; 1898, 3 junho - restauração do concelho da Pederneira; 1889, 28 julho - benção e inauguração do ascensor, denominado de Nossa Senhora da Nazaré, em homenagem à Virgem protetora da vila, movido a vapor, e com projeto do engenheiro Raul Mesnier de Ponsard; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

  (...)  1891 - o Ministério das Obras Públicas, a pedido da Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, manda o arquiteto Francisco da Silva Castro executar um projeto para a construção da atual Praça de Touros com lotação para cerca de 5000 espetadores; 1897 - inauguração da nova praça de touros no Sítio, com capacidade para 4500 espetadores, sendo da responsabilidade da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré; 1901 - construção do paredão ao longo da praia;  (...)

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Rua Adrião Batalha

(...) 1891 - o Ministério das Obras Públicas, a pedido da Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, manda o arquiteto Francisco da Silva Castro executar um projeto para a construção da atual Praça de Touros com lotação para cerca de 5000 espetadores; 1897 - inauguração da nova praça de touros no Sítio, com capacidade para 4500 espetadores, sendo da responsabilidade da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré; 1901 - construção do paredão ao longo da praia; (...)

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  (...)  1906 - resolve-se ceder para escola a casa de José António do Carmo; escola oficial só havia na Pederneira para rapazes e uma feminina sustentada pela Casa da Nazaré, no Sítio, dando casa e pagando à professora; representação ao Governo Civil pedindo escolas no Sítio para ambos os sexos; 1907 - 1908 - construção do atual Teatro Chaby Pinheiro, junto ao Santuário, com projeto de Ernesto Korrodi;   (...)

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Rua Adrião Batalha

(...) 1906 - resolve-se ceder para escola a casa de José António do Carmo; escola oficial só havia na Pederneira para rapazes e uma feminina sustentada pela Casa da Nazaré, no Sítio, dando casa e pagando à professora; representação ao Governo Civil pedindo escolas no Sítio para ambos os sexos; 1907 - 1908 - construção do atual Teatro Chaby Pinheiro, junto ao Santuário, com projeto de Ernesto Korrodi; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960


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  (...)  1907 - início das obras do edifício do posto de socorros a Naufragos da Nazaré; 1914 - aprovação da construção da estrada de acesso ao Sítio, e em 17 setembro estava pronto o primeiro troço; 1916 - construção do segundo lanço da estrada; 1937 - criação do Patronato com o auxílio de B. Bertha Lopes Monteiro, de Lisboa; 1939 - construção do padrão evocando a passagem de Vasco da Gama no Sítio; 1953 - obras e reabertura da casa dos pobres; arranjo das calçadas e dos candeeiros do pátio Salazar;  (...)

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A Nazaré em 15 de junho de 2007

(...) 1907 - início das obras do edifício do posto de socorros a Naufragos da Nazaré; 1914 - aprovação da construção da estrada de acesso ao Sítio, e em 17 setembro estava pronto o primeiro troço; 1916 - construção do segundo lanço da estrada; 1937 - criação do Patronato com o auxílio de B. Bertha Lopes Monteiro, de Lisboa; 1939 - construção do padrão evocando a passagem de Vasco da Gama no Sítio; 1953 - obras e reabertura da casa dos pobres; arranjo das calçadas e dos candeeiros do pátio Salazar; (...)

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960


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  (...) 1968, 01 abril - data da reabertura do ascensor, com novas e melhores condições e características, após acidente 5 anos antes; 2001 / 2002 - remodelação profunda e modernização do ascensor e dos dois terminais; 2012, 5 novembro - arquivamento do processo de classificação com o fundamento do parecer de que o conjunto não justifica uma classificação de âmbito nacional, Anúncio n.º 13653/2012, DR, 2.ª série, n.º 213.

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960
A Nazaré em 15 de junho de 2007

(...) 1968, 01 abril - data da reabertura do ascensor, com novas e melhores condições e características, após acidente 5 anos antes; 2001 / 2002 - remodelação profunda e modernização do ascensor e dos dois terminais; 2012, 5 novembro - arquivamento do processo de classificação com o fundamento do parecer "de que o conjunto não justifica uma classificação de âmbito nacional", Anúncio n.º 13653/2012, DR, 2.ª série, n.º 213.

Isabel Mendonça, Paula Noé e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5960

A Nazaré em 15 de junho de 2007
A Nazaré em 15 de junho de 2007

A Nazaré em 15 de junho de 2007

São Rafael
São Rafael
A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008
A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008
A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008
A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008
A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008
A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008
A Nazaré em 25 de fevereiro de 2008
A Nazaré em 25 de fevereiro de 2008
A Nazaré em 9 de março de 2008
A Nazaré em 9 de março de 2008
A Nazaré em 9 de março de 2008
A Nazaré em 9 de março de 2008
A Nazaré em 20 de março de 2008
A Nazaré em 20 de março de 2008
A Nazaré em 20 de março de 2008
A Nazaré em 20 de março de 2008

A Nazaré em 24 de julho de 2008

A Nazaré em 24 de julho de 2008
A Nazaré em 24 de julho de 2008
A Nazaré em 24 de julho de 2008
A Nazaré em 24 de julho de 2008
A Nazaré em 23 de março de 2013
A Nazaré em 23 de março de 2013
A Nazaré em 23 de março de 2013
A Nazaré em 23 de março de 2013
A Nazaré em 14 de novembro de 2016
A Nazaré em 14 de novembro de 2016
Uma Cova num Cantinho
Uma Cova num Cantinho
A Nazaré em 23 de outubro de 2020
A Nazaré em 23 de outubro de 2020
A Nazaré em 10 de dezembro de 2020
A Nazaré em 10 de dezembro de 2020
A Nazaré em 10 de dezembro de 2020
A Nazaré em 10 de dezembro de 2020
O Sítio em 10 de dezembro de 2020
O Sítio em 10 de dezembro de 2020
 Nazaré, Nazaré.
 
Arquitetura recreativa, eclética.

Proteção: Interesse Municipal.

Época de construção: Séc. 20.

Autores - ARQUITETO: Ernesto Korrodi (1908). PINTOR: Frederico Ayres (1923).

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831
Teatro Chaby Pinheiro

Nazaré, Nazaré.

Arquitetura recreativa, eclética.

Proteção: Interesse Municipal.

Época de construção: Séc. 20.

Autores - ARQUITETO: Ernesto Korrodi (1908). PINTOR: Frederico Ayres (1923).

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831

 Cronologia: 1759 - feitura do tablado das comédias para o círio de Lisboa; 1770 - resolve-se fazer um teatro para as comédias do Círio de Lisboa; 1777 - resolve-se fazer o teatro para evitar os protestos dos romeiros de Lisboa; 1820 - colocação de candeeiros na casa da ópera; 1858 - iniciam-se leilões com prévia publicação nos jornais, referentes ao teatro; 1860 - anualmente o teatro rendia 12$250; 1906 - pensa-se reconstruir o teatro; 1907 - início das obras e construção; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831
Teatro Chaby Pinheiro

Cronologia: 1759 - feitura do tablado das comédias para o círio de Lisboa; 1770 - resolve-se fazer um teatro para as comédias do Círio de Lisboa; 1777 - resolve-se fazer o teatro para evitar os protestos dos romeiros de Lisboa; 1820 - colocação de candeeiros na casa da ópera; 1858 - iniciam-se leilões com prévia publicação nos jornais, referentes ao teatro; 1860 - anualmente o teatro rendia 12$250; 1906 - pensa-se reconstruir o teatro; 1907 - início das obras e construção; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831

(...) 1908, 28 fevereiro - aprovação do projeto do novo teatro da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, da autoria de Ernesto Korrodi; 1920 - ainda decorriam as obras, procurando-se aprontá-lo; 1921 - forro do teto; 1923 - decoração pictórica do interior, nomeadamente da boca da cena, pelo pintor Frederico Aires, aluno de Carlos Reis e também cenógrafo;  (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831
Teatro Chaby Pinheiro (IIM)

(...) 1908, 28 fevereiro - aprovação do projeto do novo teatro da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, da autoria de Ernesto Korrodi; 1920 - ainda decorriam as obras, procurando-se aprontá-lo; 1921 - forro do teto; 1923 - decoração pictórica do interior, nomeadamente da boca da cena, pelo pintor Frederico Aires, aluno de Carlos Reis e também cenógrafo; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831

(...) 1926, 05 fevereiro - inauguração do teatro, com a presença do ator homenageado Chaby Pinheiro, a quem se deve o nome do teatro, sendo representadas duas peças, o Leão da Estrela e o Conde Barão, da responsabilidade da Companhia Chaby Pinheiro; 1975 - formação de um grupo de trabalho com a missão de proceder ao restauro e direção do teatro Chaby Pinheiro, composto por um elemento de casa associação desportiva e cultural da Nazaré e por um membro da confraria de Nossa Senhora da Nazaré;   (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831
Teatro Chaby Pinheiro (IIM)

(...) 1926, 05 fevereiro - inauguração do teatro, com a presença do ator homenageado Chaby Pinheiro, a quem se deve o nome do teatro, sendo representadas duas peças, o "Leão da Estrela" e o "Conde Barão", da responsabilidade da Companhia Chaby Pinheiro; 1975 - formação de um grupo de trabalho com a missão de proceder ao restauro e direção do teatro Chaby Pinheiro, composto por um elemento de casa associação desportiva e cultural da Nazaré e por um membro da confraria de Nossa Senhora da Nazaré; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831

(...)  1992 - Confraria faz estudo da situação do Teatro Chaby Pinheiro para concorrer a fundos comunitários tendo em vista a sua recuperação; 1994 - assinatura de protocolo para atribuição de subsídio destinado à conclusão das obras do teatro; 1996, 08 setembro - inauguração da exposição de pintura de Paul Girol no Teatro Chaby Pinheiro. (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831
Teatro Chaby Pinheiro (IIM)

(...) 1992 - Confraria faz estudo da situação do Teatro Chaby Pinheiro para concorrer a fundos comunitários tendo em vista a sua recuperação; 1994 - assinatura de protocolo para atribuição de subsídio destinado à conclusão das obras do teatro; 1996, 08 setembro - inauguração da exposição de pintura de Paul Girol no Teatro Chaby Pinheiro. (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1831

Teatro Chaby Pinheiro (IIM)
Teatro Chaby Pinheiro (IIM)
 Nazaré, Nazaré.
 
O pelourinho quinhentista era de bola, com plataforma octogonal de quatro degraus, plinto paralelepipédico e coluna de fuste facetado, de que resta apenas a plataforma, sobre a qual se ergue o tronco de árvore fossilizado com significado simbólico na povoação, a ponto de ser reaproveitado como memória do primitivo pelourinho da vila.

Época de construção: Séc. 16.

Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1774
Pelourinho da Pederneira (Imóvel de Interesse Público)

Nazaré, Nazaré.

O pelourinho quinhentista era de bola, com plataforma octogonal de quatro degraus, plinto paralelepipédico e coluna de fuste facetado, de que resta apenas a plataforma, sobre a qual se ergue o tronco de árvore fossilizado com significado simbólico na povoação, a ponto de ser reaproveitado como memória do primitivo pelourinho da vila.

Época de construção: Séc. 16.

Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1774

 Cronologia: (...) 1855 - extinção do concelho da Pederneira devido ao declínio demográfico, sendo então anexado ao de Alcobaça; 13 janeiro - extinção do julgado judicial da Pederneira; 1876 - apeamento do pelourinho; 1886 - o tronco fossilizado de uma conífera cretácica é transportado do antigo cemitério, para a Praça Bastião Fernandes e colocado em frente da antiga câmara, em substituição do antigo pelourinho, como que apelando a um sentimento de autonomia; 1898, 3 junho - restaura-se o concelho da Pederneira; 1912 - criação do concelho da Nazaré, devido ao crescimento da povoação da Praia da Nazaré, onde é integrada a povoação da Pederneira; o fóssil é aproveitado como símbolo popular da soberania local; 1942 - a base e outros pedaços do antigo pelourinho guardam-se no Edifício dos Paços do Concelho.

Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1774
Pelourinho da Pederneira (IIM)

Cronologia: (...) 1855 - extinção do concelho da Pederneira devido ao declínio demográfico, sendo então anexado ao de Alcobaça; 13 janeiro - extinção do julgado judicial da Pederneira; 1876 - apeamento do pelourinho; 1886 - o tronco fossilizado de uma conífera cretácica é transportado do antigo cemitério, para a Praça Bastião Fernandes e colocado em frente da antiga câmara, em substituição do antigo pelourinho, como que apelando a um sentimento de autonomia; 1898, 3 junho - restaura-se o concelho da Pederneira; 1912 - criação do concelho da Nazaré, devido ao crescimento da povoação da Praia da Nazaré, onde é integrada a povoação da Pederneira; o fóssil é aproveitado como símbolo popular da soberania local; 1942 - a base e outros pedaços do antigo pelourinho guardam-se no Edifício dos Paços do Concelho.

Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1774

 Nazaré, Nazaré.
 
Arquitetura político-administrativa, seiscentista e setecentista. 

Proteção: Interesse Municipal.

Cronologia: 1514, 01 outubro - D. Manuel I concede foral novo à vila da Pederneira; séc. 16 - provável construção da Casa da Câmara; séc. 18 - reforma do edifício, com feitura do espaldar sobre o portal principal e da torre sineira; 1712 - Pederneira tem 250 vizinhos e é da comarca de Leiria; 1758, 01 julho - o pároco Inácio Barbosa de Sá nas Memórias Paroquiais da freguesia, refere que a povoação, com 171 fogos, integra os coutos do Mosteiro de Alcobaça, tem dois juízes ordinários e câmara; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3334
Antiga Casa da Câmara

Nazaré, Nazaré.

Arquitetura político-administrativa, seiscentista e setecentista.

Proteção: Interesse Municipal.

Cronologia: 1514, 01 outubro - D. Manuel I concede foral novo à vila da Pederneira; séc. 16 - provável construção da Casa da Câmara; séc. 18 - reforma do edifício, com feitura do espaldar sobre o portal principal e da torre sineira; 1712 - Pederneira tem 250 vizinhos e é da comarca de Leiria; 1758, 01 julho - o pároco Inácio Barbosa de Sá nas Memórias Paroquiais da freguesia, refere que a povoação, com 171 fogos, integra os coutos do Mosteiro de Alcobaça, tem dois juízes ordinários e câmara; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3334

 (...) 1855 - extinção do concelho da Pederneira devido ao declínio demográfico, sendo então anexado ao de Alcobaça; o edifício deixa de funcionar como Paços de Concelho, passando a ter diversas utilizações, como açougue, cadeia, tribunal e edifício da instrução primária; 1898, 3 junho - restaura-se o concelho da Pederneira; 1912 - criação do concelho da Nazaré, certamente devido à recente evolução da povoação da Praia da Nazaré, onde é integrada a povoação da Pederneira; 2005, 07 setembro - abertura do espaço cultural no edifício com a exposição A Vila da Pederneira: Origens e Evolução, relatando a história da Pederneira desde a formação e transformação da Lagoa da Pederneira, até às convulsões sociais que culminam com a autonomia político-administrativa do concelho da Pederneira. (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3334
Antiga Casa da Câmara

(...) 1855 - extinção do concelho da Pederneira devido ao declínio demográfico, sendo então anexado ao de Alcobaça; o edifício deixa de funcionar como Paços de Concelho, passando a ter diversas utilizações, como açougue, cadeia, tribunal e edifício da instrução primária; 1898, 3 junho - restaura-se o concelho da Pederneira; 1912 - criação do concelho da Nazaré, certamente devido à recente evolução da povoação da Praia da Nazaré, onde é integrada a povoação da Pederneira; 2005, 07 setembro - abertura do espaço cultural no edifício com a exposição "A Vila da Pederneira: Origens e Evolução", relatando a história da Pederneira desde a formação e transformação da Lagoa da Pederneira, até às convulsões sociais que culminam com a autonomia político-administrativa do concelho da Pederneira. (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3334

 Nazaré, Nazaré.
 
Arquitetura religiosa, maneirista, barroca.

Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Pelourinho da Pederneira.

Cronologia: 1514 - Pederneira, antiga vila dos D. Abades de Alcobaça, recebeu foral, nesta data, dado por D. Manuel; séc. 16 - construção do templo; 1637 - data do revestimento azulejar da igreja, segundo legenda existente num painel, junto do altar-mor; séc. 17 - data da talha do altares colaterais, dois laterais e altar-mor; Sé. 18 - data dos restantes altares.

Cecília Matias (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1421
Igreja de Nossa Senhora das Areias

Nazaré, Nazaré.

Arquitetura religiosa, maneirista, barroca.

Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Pelourinho da Pederneira.

Cronologia: 1514 - Pederneira, antiga vila dos D. Abades de Alcobaça, recebeu foral, nesta data, dado por D. Manuel; séc. 16 - construção do templo; 1637 - data do revestimento azulejar da igreja, segundo legenda existente num painel, junto do altar-mor; séc. 17 - data da talha do altares colaterais, dois laterais e altar-mor; Sé. 18 - data dos restantes altares.

Cecília Matias (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1421

 Nazaré, Nazaré.
 
Igreja de Misericórdia de fundação quinhentista, mas de estrutura maneirista.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 17.

Autores - ATELIER: Seminário Maior do Cristo Rei (1993-1994). OURIVES: António de Almeida (séc. 18). PINTOR: José da Cruz (1702); Pedro Peixoto (1737).

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
Igreja da Misericórdia da Pederneira

Nazaré, Nazaré.

Igreja de Misericórdia de fundação quinhentista, mas de estrutura maneirista.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 17.

Autores - ATELIER: Seminário Maior do Cristo Rei (1993-1994). OURIVES: António de Almeida (séc. 18). PINTOR: José da Cruz (1702); Pedro Peixoto (1737).

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310

  Cronologia: 1561, 20 março - alvará de D. Catarina autoriza a anexação do hospital da Pederneira à Santa Casa da Misericórdia da Pederneira, onde se institui e implanta inicialmente a Irmandade (PAIVA, p. 297); séc. 17 - construção da igreja da Misericórdia; 1619 - 1620 - durante a crise de subsistência que afeta a Pederneira, inicia-se a realização da procissão dos Passos e Paixão de Cristo na vila, com passagem pelo Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, ganhando grande adesão; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)

Cronologia: 1561, 20 março - alvará de D. Catarina autoriza a anexação do hospital da Pederneira à Santa Casa da Misericórdia da Pederneira, onde se institui e implanta inicialmente a Irmandade (PAIVA, p. 297); séc. 17 - construção da igreja da Misericórdia; 1619 - 1620 - durante a crise de subsistência que afeta a Pederneira, inicia-se a realização da procissão dos Passos e Paixão de Cristo na vila, com passagem pelo Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, ganhando grande adesão; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310

(...) 1702 - Misericórdia ordena grandes obras de decoração da capela-mor, que recebe retábulo e nas paredes laterais duas telas, representando O Milagre das Rosas e Santo António e o lava-pés, pintados pelo pintor leiriense José da Cruz, da escola obidense, por 10$000; o pintor, acompanhado por dois ajudantes, encarrega-se ainda da pintura do teto da capela-mor, por 6$670; 1716 - data da lápide inscrita relativa às obrigações dos mesários; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)

(...) 1702 - Misericórdia ordena grandes obras de decoração da capela-mor, que recebe retábulo e nas paredes laterais duas telas, representando "O Milagre das Rosas" e "Santo António e o lava-pés", pintados pelo pintor leiriense José da Cruz, da escola obidense, por 10$000; o pintor, acompanhado por dois ajudantes, encarrega-se ainda da pintura do teto da capela-mor, por 6$670; 1716 - data da lápide inscrita relativa às obrigações dos mesários; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310

(...) 1721 - data inscrita na fachada principal, referente à remodelação da igreja e anexos, custeada por João de Almeida Salazar, que havia regressado do Brasil e entra na Congregação de São Filipe Nery, e sua mulher no Mosteiro da Rosa, em Lisboa; obtém breve papal para assistir aos doentes no hospital, mandado construir por ele, ao mesmo tempo que mantém o hábito (FIGUEIREDO, f. 30); 1737 - o pintor Pedro Peixoto, com a ajuda do filho, trabalha na decoração da capela-mor e do camarim;  (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)

(...) 1721 - data inscrita na fachada principal, referente à remodelação da igreja e anexos, custeada por João de Almeida Salazar, que havia regressado do Brasil e entra na Congregação de São Filipe Nery, e sua mulher no Mosteiro da Rosa, em Lisboa; obtém breve papal para assistir aos doentes no hospital, mandado construir por ele, ao mesmo tempo que mantém o hábito (FIGUEIREDO, f. 30); 1737 - o pintor Pedro Peixoto, com a ajuda do filho, trabalha na decoração da capela-mor e do camarim; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310

(...) 1737 - 1756 - feitura de um cálice em prata pelo ourives António de Almeida, por 17$000; 1778, abril - Misericórdia empresta a imagem de Cristo à Confraria de Nossa Senhora da Nazaré para a realização dos Passos no Sítio, nas tardes de domingo da Quaresma; 1876, 21 outubro - decreto extingue a Misericórdia da Pederneira, passando os seus bens para a Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, que funda um hospital no Sítio da Nazaré, para continuar a ação de assistência da Misericórdia; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)

(...) 1737 - 1756 - feitura de um cálice em prata pelo ourives António de Almeida, por 17$000; 1778, abril - Misericórdia empresta a imagem de Cristo à Confraria de Nossa Senhora da Nazaré para a realização dos Passos no Sítio, nas tardes de domingo da Quaresma; 1876, 21 outubro - decreto extingue a Misericórdia da Pederneira, passando os seus bens para a Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, que funda um hospital no Sítio da Nazaré, para continuar a ação de assistência da Misericórdia; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310

(...)  1897 - demolição das dependências da Misericórdia adossados à fachada O. da igreja; 1909 - data inscrita sobre o portal de acesso ao cemitério, relativo à sua ampliação; 1917 - assalto à Misericórdia; 1920, 05 julho - roubo do sino da Misericórdia; 1955, cerca - fotografia publicada por Gustavo de Matos Sequeira, documenta a existência de cadeiral de mesários em frente da tribuna lateral, com duas ordens de apainelados, o inferior formando losangos e o superior reticulado; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)

(...) 1897 - demolição das dependências da Misericórdia adossados à fachada O. da igreja; 1909 - data inscrita sobre o portal de acesso ao cemitério, relativo à sua ampliação; 1917 - assalto à Misericórdia; 1920, 05 julho - roubo do sino da Misericórdia; 1955, cerca - fotografia publicada por Gustavo de Matos Sequeira, documenta a existência de cadeiral de mesários em frente da tribuna lateral, com duas ordens de apainelados, o inferior formando losangos e o superior reticulado; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310

(...)  1995, 31 janeiro - enviado à Comissão Europeia o Pedido de apoio a projeto-piloto de conservação do Património Arquitetónico Europeu; empréstimo das pinturas sobre a caridade cristã da Misericórdia da Pederneira para exposição Arte sacra nos Antigos Cotos de Alcobaça, realizada pelo IPPAR; posteriormente procede-se à substituição dos três vãos que iluminavam a tribuna por vitrais. 

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)

(...) 1995, 31 janeiro - enviado à Comissão Europeia o Pedido de apoio a projeto-piloto de conservação do Património Arquitetónico Europeu; empréstimo das pinturas sobre a caridade cristã da Misericórdia da Pederneira para exposição "Arte sacra nos Antigos Cotos de Alcobaça, realizada pelo IPPAR; posteriormente procede-se à substituição dos três vãos que iluminavam a tribuna por vitrais.

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3310

Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Igreja da Misericórdia da Pederneira (IIP)
Um Puzzle Mal Resolvido
Um Puzzle Mal Resolvido
 Nazaré, Nazaré.
 
Ermida simples, com cobertura em teto de madeira, antecedida por alpendre em madeira, que substituiu um outro apoiado em colunas. 

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 16.

Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1561
Ermida de N.Sª dos Anjos

Nazaré, Nazaré.

Ermida simples, com cobertura em teto de madeira, antecedida por alpendre em madeira, que substituiu um outro apoiado em colunas.

Proteção: Imóvel de Interesse Público.

Época de construção: Séc. 16.

Isabel Mendonça (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1561

 Nazaré, Nazaré.
 
Fonte de espaldar com três bicas e tanques ao nível do solo, de panos rectilíneos, animados por volutas, no topo superior.

Proteção: Interesse Municipal.

Cronologia: Séc. 18 - data provável de construção, aproveitando nascente existente no local onde, desde 1565, existia uma fonte, mandada fazer pelo Cardeal-Rei, reformada em 1716 (Figueiredo, 1780, f. 33) ou no sítio da fonte construída em 1622, 3 anos depois da 1ª procissão dos Passos, depois de uma grande estiagem, à qual se atribuíam propriedades milagrosas, associadas à Virgem da Nazaré(Alão, 1628).

Isabel Mendonça e Lurdes Perdigão (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4949
Fonte Antiga

Nazaré, Nazaré.

Fonte de espaldar com três bicas e tanques ao nível do solo, de panos rectilíneos, animados por volutas, no topo superior.

Proteção: Interesse Municipal.

Cronologia: Séc. 18 - data provável de construção, aproveitando nascente existente no local onde, desde 1565, existia uma fonte, mandada fazer pelo Cardeal-Rei, reformada em 1716 (Figueiredo, 1780, f. 33) ou no sítio da fonte construída em 1622, 3 anos depois da 1ª procissão dos Passos, depois de uma grande estiagem, à qual se atribuíam propriedades milagrosas, associadas à Virgem da Nazaré(Alão, 1628).

Isabel Mendonça e Lurdes Perdigão (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4949

Fonte da Vila (IIM)
Fonte da Vila (IIM)
Caminho Real - troço sul (Sítio de Interesse Municipal)
Caminho Real - troço sul (Sítio de Interesse Municipal)
Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM)
Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM)
Caminho Real - troço sul (SIM)
Caminho Real - troço sul (SIM)
Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM)
Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM)
Caminho Real - troço sul (SIM)
Caminho Real - troço sul (SIM)
Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM)
Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM)
Caminho Real - troço sul (SIM)
Caminho Real - troço sul (SIM)
Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM)
Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM)
Caminho Real - troço sul (SIM)
Caminho Real - troço sul (SIM)
Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM)
Troço do Caminho Real da Pederneira, situado junto à Ponte das Barcas (SIM)
Capela de Santo António
Capela de Santo António
Capela de Santo António
Capela de Santo António
Capela de Santo António
Capela de Santo António
Capela de Santo António
Capela de Santo António
 Nazaré, Nazaré.
 
Arquitetura de segurança, do séc. 20.

Proteção: não atribuída,

Época de construção: Séc. 20.

EMPREITEIROS: António da Costa Saraiva (1969-1972); José Anastácio (1953).

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20843
Capela de N.Sª dos Aflitos e Edifício da Capitania

Nazaré, Nazaré.

Arquitetura de segurança, do séc. 20.

Proteção: não atribuída,

Época de construção: Séc. 20.

EMPREITEIROS: António da Costa Saraiva (1969-1972); José Anastácio (1953).

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20843

 Cronologia: 1895 - decreto da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e do Ultramar cria a Capitania do Porto da Nazaré, em reconhecimento da importância crescente da actividade piscatória e da praia de banhos existentes naquele local quase desabitado, em paralelo com o declínio dos vizinhos portos das Paredes, Pederneira e São Martinho do Porto; 1902 - construção da capela juntamente com o edifício; 1953 - devido ao rebaixamento do pavimento da rua do amparo pela Câmara Municipal, solicita-se que a Capitania providencie o rebaixamento da fossa que serve o edifício; 1969, 28 fevereiro - abalo sísmico provoca pequenos danos nas paredes e tetos do edifício, mas de maior monta nas coberturas, que já se encontram em mau estado; provoca ainda algumas fendas na capela;  (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20843
Capitania e Capela da Sª dos Aflitos

Cronologia: 1895 - decreto da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e do Ultramar cria a Capitania do Porto da Nazaré, em reconhecimento da importância crescente da actividade piscatória e da praia de banhos existentes naquele local quase desabitado, em paralelo com o declínio dos vizinhos portos das Paredes, Pederneira e São Martinho do Porto; 1902 - construção da capela juntamente com o edifício; 1953 - devido ao rebaixamento do pavimento da rua do amparo pela Câmara Municipal, solicita-se que a Capitania providencie o rebaixamento da fossa que serve o edifício; 1969, 28 fevereiro - abalo sísmico provoca pequenos danos nas paredes e tetos do edifício, mas de maior monta nas coberturas, que já se encontram em mau estado; provoca ainda algumas fendas na capela; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20843

 Nazaré, Nazaré.
 
Palácio real construído no séc. 18 para acolher a corte aquando da sua deslocação ao Santuário da Nazaré.

Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré.

Época de construção: 1718 - construção do palácio, pelo administrador da Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, D. Nuno Álvares Pereira de Mello, Duque de Cadaval, com o objetivo de acomodar a Família Real aquando da sua deslocação às festividades do Sítio.

Autores - MESTRES: José Maria Soares (1823); Paulo Almeida Nazaré (1779). PINTOR: Duartet José Coelho (1832).

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7231
Palácio Real do Sítio da Nazaré

Nazaré, Nazaré.

Palácio real construído no séc. 18 para acolher a corte aquando da sua deslocação ao Santuário da Nazaré.

Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré.

Época de construção: 1718 - construção do palácio, pelo administrador da Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, D. Nuno Álvares Pereira de Mello, Duque de Cadaval, com o objetivo de acomodar a Família Real aquando da sua deslocação às festividades do Sítio.

Autores - MESTRES: José Maria Soares (1823); Paulo Almeida Nazaré (1779). PINTOR: Duartet José Coelho (1832).

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7231

Palácio Real do Sítio da Nazaré
Palácio Real do Sítio da Nazaré
 Nazaré, Nazaré.
 
Arquitetura de transportes, oitocentista.

Proteção: não atribuída.

Época de construção: Séc. 19.

Autores - ENGENHEIRO: Raul Mesnier du Ponsard (1888). FÁBRICA: Esslingen-Machinen (1889).

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052
Ascensor da Nazaré

Nazaré, Nazaré.

Arquitetura de transportes, oitocentista.

Proteção: não atribuída.

Época de construção: Séc. 19.

Autores - ENGENHEIRO: Raul Mesnier du Ponsard (1888). FÁBRICA: Esslingen-Machinen (1889).

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052

  Cronologia: 1888, 15 outubro - formação de uma parceria com objetivo de construir um ascensor na Nazaré, sediada em Lisboa, e composta por Tavares Crespo, Francisco Morais, Joaquim Carneiro D’Alcáçovas de Sousa Chicharro, José Eduardo Ferreira Pinheiro, Barão de Kessler e o engenheiro Raul Mesnier de Ponsard, autor do projeto; 1889, 28 julho - benção e inauguração do ascensor, pertencente ao Dr. António Lúcio Tavares Crespo, denominado de Nossa Senhora da Nazaré, em homenagem à Virgem protetora da vila, e com a presença do Ministro das Obras Públicas e o da Fazenda; (...)

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052
Ascensor da Nazaré

Cronologia: 1888, 15 outubro - formação de uma parceria com objetivo de construir um ascensor na Nazaré, sediada em Lisboa, e composta por Tavares Crespo, Francisco Morais, Joaquim Carneiro D’Alcáçovas de Sousa Chicharro, José Eduardo Ferreira Pinheiro, Barão de Kessler e o engenheiro Raul Mesnier de Ponsard, autor do projeto; 1889, 28 julho - benção e inauguração do ascensor, pertencente ao Dr. António Lúcio Tavares Crespo, denominado de Nossa Senhora da Nazaré, em homenagem à Virgem protetora da vila, e com a presença do Ministro das Obras Públicas e o da Fazenda; (...)

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052

(...) 1918 - cedência de lenha para o ascensor não parar; 1924, 01 outubro - aquisição do ascensor pela Real Casa, atualmente denominada Confraria da Nossa Senhora da Nazaré, com o objetivo de o explorar durante todo o ano; com isso, procura-se facilitar o acesso dos fiéis ao Santuário e angariar fundos para a manutenção do Hospital de Nossa Senhora da Nazaré; 1931 - data de um relatório ao Ministro pedindo autorização para vender à Câmara o ascensor e a central elétrica; 1932, 19 dezembro - venda do ascensor à Câmara Municipal da Nazaré, por 398.013$00 (398.031$850);  (...)

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052
Ascensor da Nazaré

(...) 1918 - cedência de lenha para o ascensor não parar; 1924, 01 outubro - aquisição do ascensor pela Real Casa, atualmente denominada Confraria da Nossa Senhora da Nazaré, com o objetivo de o explorar durante todo o ano; com isso, procura-se facilitar o acesso dos fiéis ao Santuário e angariar fundos para a manutenção do Hospital de Nossa Senhora da Nazaré; 1931 - data de um relatório ao Ministro pedindo autorização para vender à Câmara o ascensor e a central elétrica; 1932, 19 dezembro - venda do ascensor à Câmara Municipal da Nazaré, por 398.013$00 (398.031$850); (...)

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052

(...)  1963, 15 fevereiro - grande acidente no asensor, devido à rutura do cabo, de que resulta dois mortos e cerca de 50 feridos; o ocorrido vai a julgamento, mas os arguidos acabam por ser absolvidos; segundo o administrador do serviço das águas na Câmara Municipal, o acidente deveu-se às infiltrações de água, a qual pingava constantemente na zona do cabo do elevador; (...)

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052
Ascensor da Nazaré

(...) 1963, 15 fevereiro - grande acidente no asensor, devido à rutura do cabo, de que resulta dois mortos e cerca de 50 feridos; o ocorrido vai a julgamento, mas os arguidos acabam por ser absolvidos; segundo o administrador do serviço das águas na Câmara Municipal, o acidente deveu-se às infiltrações de água, a qual pingava constantemente na zona do cabo do elevador; (...)

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052

(...) 1968, 01 abril - data da reabertura do ascensor, com novas e melhores condições e características; é então composto por um sistema de tração, com transmissão e acionamento elétrico, provido de um sistema triplo de travagem: automático, de pressão electro hidráulica e manual; 2001, setembro - encerramento do ascensor para obras; 2002, 24 junho - inauguração do ascensor da Nazaré, durante cada viagem cerca de 15 minutos.

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052
Ascensor da Nazaré

(...) 1968, 01 abril - data da reabertura do ascensor, com novas e melhores condições e características; é então composto por um sistema de tração, com transmissão e acionamento elétrico, provido de um sistema triplo de travagem: automático, de pressão electro hidráulica e manual; 2001, setembro - encerramento do ascensor para obras; 2002, 24 junho - inauguração do ascensor da Nazaré, durante cada viagem cerca de 15 minutos.

http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=35052

 Nazaré, Nazaré.
 
Coreto construído em finais do séc. 19 pela Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, para apoio às festas do Santuário. 

Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré.

Cronologia: 1897 - construção do coreto pela confraria de Nossa Senhora da Nazaré, pelo mestre Francisco da Silva Castro e por 58$000; a estrutura em ferro fundido, veio da Fundição Alliança de Massarelos, do Porto 08 setembro - data da inauguração do coreto; séc. 20 - época provável da colocação da atual guarda do coreto; 1997, 08 setembro - data da comemoração do centenário do coreto, assinalando o evento com a colocação de uma lápide; a partir desta data o espaço volta a ser utilizado para animação cultural, nomeadamente nos festejos em honra de Nossa Senhora da Nazaré.

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7216
O Coreto do Sítio

Nazaré, Nazaré.

Coreto construído em finais do séc. 19 pela Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, para apoio às festas do Santuário.

Proteção: Incluído na Zona de Proteção do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré.

Cronologia: 1897 - construção do coreto pela confraria de Nossa Senhora da Nazaré, pelo mestre Francisco da Silva Castro e por 58$000; a estrutura em ferro fundido, veio da Fundição Alliança de Massarelos, do Porto 08 setembro - data da inauguração do coreto; séc. 20 - época provável da colocação da atual guarda do coreto; 1997, 08 setembro - data da comemoração do centenário do coreto, assinalando o evento com a colocação de uma lápide; a partir desta data o espaço volta a ser utilizado para animação cultural, nomeadamente nos festejos em honra de Nossa Senhora da Nazaré.

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7216

 Nazaré, Nazaré.
 
Arquitetura industrial de novecentos.

Proteção: não atribuída.

Época de construção: Séc. 20.

Autores - Galhardo (Mosaicos) / Luísa Lino (GAT - obras de adaptação a Centro Cultural) / Fialho e Paulo LDA (construtora obras de adaptação a Centro Cultural)

Sónia Vazão (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20845
Centro Cultural da Nazaré

Nazaré, Nazaré.

Arquitetura industrial de novecentos.

Proteção: não atribuída.

Época de construção: Séc. 20.

Autores - Galhardo (Mosaicos) / Luísa Lino (GAT - obras de adaptação a Centro Cultural) / Fialho e Paulo LDA (construtora obras de adaptação a Centro Cultural)

Sónia Vazão (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20845

 Cronologia (...) 1985, 30 de Janeiro - foi deliberado em reunião camarária extraordinária solicitar a cedência do edifício da Lota para futura instalação do Posto de Turismo e para exposição das atividades tradicionais da Nazaré; 1987, 24 de Abril - inauguração da nova lota, junto do Porto de Abrigo da Nazaré; 1994 - obras de adaptação a centro cultural; 1995 - inauguração do espaço como centro cultural; 2001 /2002 - alargamento da sala de leitura da Biblioteca, espaço juvenil, colocação de vidraça no 1º piso, destruição do balcão para a criação do espaço Internet do rés-do-chão.

Sónia Vazão (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20845
A Nazaré em 20 de março de 2008

Cronologia (...) 1985, 30 de Janeiro - foi deliberado em reunião camarária extraordinária solicitar a cedência do edifício da Lota para futura instalação do Posto de Turismo e para exposição das atividades tradicionais da Nazaré; 1987, 24 de Abril - inauguração da nova lota, junto do Porto de Abrigo da Nazaré; 1994 - obras de adaptação a centro cultural; 1995 - inauguração do espaço como centro cultural; 2001 /2002 - alargamento da sala de leitura da Biblioteca, espaço juvenil, colocação de vidraça no 1º piso, destruição do balcão para a criação do espaço Internet do rés-do-chão.

Sónia Vazão (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20845

 Nazaré, Nazaré.
 
Arquitetura recreativa, revivalista.

Proteção: não atribuída.

Época de construção: Séc. 19.

Autores - ARQUITETO: Francisco da Silva Castro (1891). MESTRE: Domingos Manuel Gomes (1839).

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232
Praça de Toiros da Nazaré

Nazaré, Nazaré.

Arquitetura recreativa, revivalista.

Proteção: não atribuída.

Época de construção: Séc. 19.

Autores - ARQUITETO: Francisco da Silva Castro (1891). MESTRE: Domingos Manuel Gomes (1839).

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232

 Cronologia (...) 1874, setembro - grande incêndio destrói a praça de touros, que depois é reconstruída em madeira; 1874, 08 setembro - realização de tourada muito concorrida na velha praça; 10 setembro - realização de uma outra tourada que fica na memória pela sua grande afluência; 11 setembro - poucas horas depois da tourada, dá-se um incêndio na praça que, apesar de todos os esforços e socorros das autoridades civis e administrativas e da população, a reduz a cinzas em 2 horas; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232
A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008

Cronologia (...) 1874, setembro - grande incêndio destrói a praça de touros, que depois é reconstruída em madeira; 1874, 08 setembro - realização de tourada muito concorrida na velha praça; 10 setembro - realização de uma outra tourada que fica na memória pela sua grande afluência; 11 setembro - poucas horas depois da tourada, dá-se um incêndio na praça que, apesar de todos os esforços e socorros das autoridades civis e administrativas e da população, a reduz a cinzas em 2 horas; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232

 (...) 12 setembro - o governador civil, Peito de Carvalho, manda dar uma ração de vinho a toda a força armada e aos policias que prestaram serviços na ocasião do incêndio e anuncia a intenção de mandar reedificar a praça de touros, mas com mais segurança, fazendo-se toda de pedra e cal, pois até essa data só o era até à altura dos camarotes; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232
Praça de Toiros da Nazaré

(...) 12 setembro - o governador civil, Peito de Carvalho, manda dar uma ração de vinho a toda a força armada e aos policias que prestaram serviços na ocasião do incêndio e anuncia a intenção de mandar reedificar a praça de touros, mas com mais segurança, fazendo-se toda de pedra e cal, pois até essa data só o era até à altura dos camarotes; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232

 (...)  1891 - o Ministério das Obras Públicas, a pedido da Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, manda o arquiteto Francisco da Silva Castro executar um projeto para a construção da atual Praça de Touros com lotação para cerca de 5000 espetadores; 1897 - inauguração da nova praça de touros no Sítio, com capacidade para 4.500 espetadores, sendo da responsabilidade da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré;  (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232
A Nazaré em 20 de fevereiro de 2008

(...) 1891 - o Ministério das Obras Públicas, a pedido da Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, manda o arquiteto Francisco da Silva Castro executar um projeto para a construção da atual Praça de Touros com lotação para cerca de 5000 espetadores; 1897 - inauguração da nova praça de touros no Sítio, com capacidade para 4.500 espetadores, sendo da responsabilidade da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré; (...)

Paula Noé (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7232

A Praça de Toiros
A Praça de Toiros