 Marvão na Serra de São Mamede |
 Marvão |
 O Castelo de Marvão Marvão, Santa Maria de Marvão.
Fortificação de construção medieval.
Proteção: Monumento Nacional.
Época de construção: Séc. 13.
ENGENHEIROS MILITARES:: João Miguel da Silva (1801), luís Serrão Pimentel (1662), Manuel Azevedo Fortes (1710), Nicolau de Langres (1644, c.).
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
*
NON EXCLUSIVE LICENSE GRANTED TO "VIRTUAL NET" (PT), "BES" (PT) AND "MADE IN LISBON" (PT)
|
 O Castelo de Marvão Cronologia: 876 - 877 - Ibn Maruán instala-se na fortaleza; séc. 10 - primeira referência a Marvão pelo historiador cordovês Isa Fbn Ahmad al-Rázi, como Amaia de Ibn Maruán e por fortaleza de Amaia, constituindo "um monte alto e inexpugnável"; 1160 - 1166 - conquista cristã; 1217 - D. Afonso II doa o reguengo de Aramenha, existente no termo de Marvão, ao Convento de Alcobaça e ao seu abade Pedro; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 Porta de Ródão (...) 1226 - concessão do primeiro foral por D. Sancho II, segundo o modelo de Évora, nele se estipulando que duas partes dos cavaleiros fossem a fossado e fizessem uma incursão por ano e a terceira parte ficasse na vila para a proteger; os soldados, que não acudissem ao alarme, exceto os que estivessem ao "serviço alheio", pagariam de multa dez soldos, no caso dos cavaleiros, ou cinco, caso fossem peões; concessão de carta do termo de Marvão; D. Afonso III terá doado a povoação fortificada à Ordem do Hospital; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 Porta de Ródão (...) 1271 - D. Afonso III, juntamente com a rainha D. Beatriz, doa as "os meus castelos e as minhas vilas de Marvão, Portalegre e de Arronches" a seu filho D. Afonso; 1299 - D. Dinis conquista o castelo e confirma foral; 1300, 01 julho - D. Dinis e a rainha D. Isabel doam ao Infante D. Afonso, seu irmão e respetivos sucessores, os castelos e as vilas de Ourém e de Sintra, em escambo com os castelos e vilas de Marvão e Portalegre; provável reconstrução da fortificação existente; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 Marvão (...) 1361 - estando a vila "mui despovoada e minguada de campanhas", bem como "de servidores de fora", D. Pedro manda que os moradores não sejam constrangidos a irem servir ao Algarve, "nem aduas nem outros lugares nenhuns" e que os mancebos e servidores de fora da vila de Marvão e seu termo que "forem constrangidos para servir e fugirem a seus amos para a dita vila e aí quiserem morar por suas soldadas costumadamente, que não sejam presos nem enviados aos lugares de onde fugiram" (BUCHO: 2001, p. 34); (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
![(...) 1378 - estabelecimento de couto de homiziados ataa duzentas pessoas; 1397 - numa carta de mercê de D. João I a Martim Gonçalves de Tavares, coudel de Marvão, refere-se que o dito lugar foi muito danado por azo da guerra, permitindo-se que tenham todos bestas e folhas [espadas] para defesa da terra (BUCHO: 2002, p. 38); séc. 14, finais - séc. 15, início - época provável da construção das barbacãs e das cisternas do castelo; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234](https://a4.pbase.com/g12/21/4921/3/77370825.X770DpIp.jpg) Marvão (...) 1378 - estabelecimento de couto de homiziados "ataa duzentas pessoas"; 1397 - numa carta de mercê de D. João I a Martim Gonçalves de Tavares, coudel de Marvão, refere-se que "o dito lugar foi muito danado por azo da guerra", permitindo-se que "tenham todos bestas e folhas [espadas] para defesa da terra" (BUCHO: 2002, p. 38); séc. 14, finais - séc. 15, início - época provável da construção das barbacãs e das cisternas do castelo; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 Marvão (...) 1407 / 1436 / 1497 - privilégios vários, potenciadores do povoamento do lugar; 1443 - Diogo Álvares, escudeiro do condestável D. Pedro, dá 3000 reais a Vasco Martins, morador em Marvão, para despender nas obras do muro; séc. 15 / 16 - época provável do reforço da fortificação, reforma da torre de menagem; 1527 - segundo o Numeramento, vivem na vila de Marvão 363 fogos, incluindo 11 clérigos de missa e 69 viúvas; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 As Muralhas de Marvão (...) 1641 - ataque e cerco espanhol à fortificação de Marvão; provável adaptação do castelo e cerca urbana à artilharia e construção de obras abaluartadas para reforço das portas e das zonas mais fragilizadas; segundo informação dos procuradores de Marvão nas Cortes, os moradores da vila "se querem mudar para outros lugares do sertão com suas famílias, e com efeito de um ano a esta parte se tem mudado mais de vinte" (BUCHO: 2001, p. 45), alertando que todos se desviariam se o rei não lhes acudisse com pão de munição, o que seria uma grande perda visto ser terra raiana; a partir desta data, o abade D. João Dama consegue meter no castelo uma companhia de mais de 50 homens, pagos à sua custa, com os quais assistiu de guarda durante dois meses, até se repararem as suas ruínas; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 Marvão na Serra de São Mamede (...) 1644 - data da praça de Marvão, por Nicolau de Langres, a mais antiga até agora conhecida; 1644 - 1660 - segundo relata Nicolau de Langres a guarnição de infantaria de Marvão saía da do Castelo de Castelo de Vide, aí servindo também uma campanha de cavalaria, que tem de soldo apenas a subsistência dos seus cavalos e o pão da ração; a praça de Marvão tem então 400 habitantes; torna-se uma fortificação da primeira linha defensiva; 1648 - ataque espanhol sob o comando do Marquês de Laganes; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 The Walls of Marvão (...) 1662, até - o abade D. João Dama "manda reconstruir, à sua custa, um lanço de muralha, algumas barbacãs que estavam em ruína, portas do castelo e mandando fazer também outros concertos necessários à conservação e defesa da vila" (BUCHO: 2002, p. 46); 1662 - obras nas muralhas por Luís Serrão Pimentel; 1664 - ainda decorrem obras, atualmente já desaparecidas, fazendo-se da parte de Valença uma estrada coberta com sua estacada e três meias luas, não estando ainda na sua perfeição; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 Marvão (...) 1704 - tomada da fortificação pelo exército franco espanhol comandado pelo Duque de Berwick; 1705 - rendição da praça ao exército português comandado pelo Conde de São João; 1710 - Manuel Azevedo Fortes faz transportar a célebre porta de Aramenha para Castelo de Vide, onde é reconstruída; 1712 / 1713, cerca - abertura de um poço no terreiro, por altura de uma grande seca, mas que nunca teve água suficiente para abastecer uma fonte, acabando por ser entulhado; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 Marvão (...) 1755 - planta da praça de Marvão, de Miguel Luís Jacob, representando-se o acesso à mesma pela Estrada de Portalegre, desenvolvida a partir da sua Portagem, pela Estrada do Castelo de Vide que, a partir das Portas de Rodão se dirigia para norte, e que passaria pela Escuda, e ainda pelo caminho que saindo das Portas da Vila passa a noroeste do Convento de Nossa Senhora da Estrela e se dirigia para Valência, designada por Estrada de Valência; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 Marvão (...) 01 novembro - o terramoto causa susto a muitos mas não provoca acidentes; nos edifícios principais e templos provoca algumas fendas, mas pouco percetíveis, enquanto os prédios rústicos ficam com as paredes quase todas por terera, por serem a maior parte delas de pedra seca, sem cal, nem barro; 1758 - segundo o prior frei Miguel Viegas Bravo, nas Memórias Paroquiais da freguesia, é a "praça de armas, a mais inconquistável de todo o Reino; da parte do sul é inacessível, de tal sorte que só aos pássaros permite entrada, porque em todo o comprimento é contínuo, e continuado o despenhadeiro de vivos penhos em tanta altura, que as aves de mais elevados voos, dele se deixam ver pelas costas (...) o qual muro, serve mais para não deixar os de dentro, do que impedir a entrada aos de fora, e por isso em muitas partes é este muro baixo (...) sendo certo que esta praça ou presídio não pode ter contra si em tempo bélico mais que a falta de água. Tem mais contra si esta praça ou presídio a retirada, que seus moradores vão fazendo dela para os seus campos, (...), em que os moradores excedem grandemente na quantidade aos moradores da vila, e esta fugida é por estarem na sua liberdade, e não estarem fechados de noite, de que nasce que dentro dos muros, toda a casa que uma vez caiu, nunca mais se levantou; e muito mais sendo casas vinculadas de sorte que se acham já caídas quarenta e seis moradas de casas antes mais do que menos (BUCHO: 2001, pp. 54-55); (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 O Castelo de Marvão (MN) (...) 1762, novembro - no âmbito da Guerra Fantástica (1762-1763), a praça sofre um ataque surpresa pelo exército espanhol, que é repelido pela guarnição anglo-lusa comandada pelo capitão Brown; 1772 - o exército espanhol ataca Marvão; 1801 - no âmbito da Guerra das Laranjas, a praça é atacada pelo exército espanhol, no dia do Corpo de Deus, conseguindo resistir, graças à defesa comandada pelo sargento-mor de engenheiros João Miguel da Silva, que ali havia realizado obras de fortificação e que havia assumido o comando devido à avançada idade do governador; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 The Castle of Marvão (...) 1808, 25 junho - governada pelos franceses, a praça sofre assalto vitorioso por parte de um grupo de voluntários de Valência de Alcântara, instigados pelo juiz de fora da vila de Marvão, e comandados pelo tenente-coronel D. Vicente Perez (espanhol) e pelo tenente-coronel, graduado de milícias, D. Pedro de Mascarenhas; 1811 - referência à praça ter duas portas, uma chamada da Vila e a outra do Ródão, no entanto, como tinha então uma pequena guarnição, a do Ródão mantinha-se fechada; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 O Castelo de Marvão (...) 1812 - segundo o general John Aitchison G. C. B., a força da sua fortificação reside na sua implantação, sendo acedida por estrada estreita, muitíssimo íngreme e em muitas zonas quase impraticável; "As fortificações são, na maioria, mouriscas, e em alguns locais tão baixas que facilmente seriam escaladas se não estivessem defendidas por uma poderosa guarnição que eu contabilizo em cerca de 2000 homens. As defesas, contudo, têm sido melhoradas por contraguardas que flanqueiam os velhos muros, de modo que, no presente, as consideraria inexpugnáveis. Ataques de surpresa ou fomes são os únicos modos de obter a sua posse. Não tem poços, mas é bem fornecida de água (particularmente o castelo) armazenada em cisternas" (BUCHO: 2001, p. 72); (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 O Castelo de Marvão (...) 1828, junho - orçamento das obras necessárias para adaptação de uma casa da torre de menagem a paiol permanente, pelo Real Corpo de Engenheiros; nele diz-se que "(...) a escada que nesta há e dá acesso ao terraço deve tapar-se com parede a fim de ficar independente esta serventia para o terraço da Casa da entrada, e deve então demolir-lhe parte da muralha, construir-se a escada; devem também, na Casa, reduzir-se a ventiladores as frestas; finalmente devem construir-se três portas novas (...)" (BUCHO: 2001, p. 43); (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 O Castelo de Marvão (...) 1831 - projeta-se a construção de um telhado sobre o terraço da abóbada da torre de menagem, devido à infiltração das águas da chuva "na casa destinada a paiol permanente", referindo-se que as muralhas que a constituem têm "(...) 10 a 12 palmos acima da abóbada e existindo no seu cume uma banqueta e parapeito (...)", devendo ainda construir-se dois algerozes para escoar as águas do telhado, rebocar todas as paredes que dão para a abóbada, ladrilhar o plano superior das banquetas e abrir bueiros no parapeito (BUCHO: 2001, p. 44); (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 O Castelo de Marvão (...) 1833, junho - julho - a praça comandada pelo miguelista coronel Francisco da Silva Lobo, resiste às intimidações de rendição feitas pela guerrilha constitucional comandada pelo antigo coronel do exército espanhol, D. Manuel Martini; 12 dezembro - tomada da praça de Marvão pelas tropas liberais, reunidas sob a designação da Legião Patriótica do Alentejo, com ajuda de tropas espanholas e com cumplicidade de elementos do interior da fortificação; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 O Castelo de Marvão (...) 1833, dezembro - 1834, março - cerco pelas tropas miguelistas, sob o comando do brigadeiro António José Doutel; 1847, 23 - 25 julho - a praça é ocupada pelas tropas do general Concha, no âmbito das rebeliões da Patuleia; 1861 - documento militar refere que "dentro do Castelo há um paiol, uma cisterna (outrora a Mesquita dos Árabes) e alguns armazéns" (in BUCHO: 2001, p. 29); (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 O Castelo de Marvão (...) 1891 - demolição da porta de Aramenha primitivamente construída em Marvão mas transferida para a fortificação de Castelo de Vide; 1945, 22 fevereiro - auto de cedência do castelo à Câmara Municipal de Marvão; 1960, 21 outubro - fixação da Zona Especial de Proteção e Zona non aedificandi, em Portaria publicada no DG, 2.ª série, n.º 246, que seria revogada pela Portaria de 1962; (...)
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 O Castelo de Marvão (...) 1984 - anulação do auto de cedência do castelo à Câmara Municipal, pela Direção-Geral do Património, ficando o IPPAR como organismo gestor do mesmo; 1997 - raio atinge a guarita do lado sul, perto do jardim parque infantil, destruindo-a quase integralmente; 2013 - o Centro Cultural de Marvão vence o concurso promovido pela autarquia para concessão de exploração do imóvel.
Paula Noé (excertos9; in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3234
|
 O Castelo de Marvão |
 O Castelo de Marvão |
 O Castelo de Marvão |
 O Castelo de Marvão |
 Marvão |
 O Castelo de Marvão |
 O Castelo de Marvão |
 O Castelo de Marvão |
 Paisagens de Marvão |
 São Salvador da Aramenha |
 Igreja de Santiago |
 Castelo de Marvão e Igreja de Santiago NON EXCLUSIVE LICENSE GRANTED TO "PORTUGAL VISITOR" (JP) |
 Igreja de Santa Maria Marvão, Santa Maria de Marvão.
Igreja paroquial de fundação medieval.
Proteção: Incluído na Zona Especial de Proteção do Castelo de Marvão e Incluído na Área Protegida da Serra de São Mamede.
Época de construção: Séc. 14.
Paula Figueiredo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=15859
*
NON EXCLUSIVE LICENSE GRANTED TO "PORTUGAL VISITOR" (JP) |
 St. Mary's Church |
 Convento de N.Sª da Estrela Marvão, Santa Maria de Marvão.
Convento franciscano fundado no séc. 13, sendo o edifício atual quatrocentista, adaptado a Hospital de Misericórdia no séc. 19.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Época de construção: Séc. 15.
Rosário Gordalina, Helena Mantas e Marta Gama (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1859
|
 Cruzeiro da Estrela Marvão, Santa Maria de Marvão.
Cruzeiro conventual.
Proteção: Monumento Nacional.
Cronologia: Séc. 16 - provável construção do cruzeiro conventual, apesar de alguns autores referirem que poderá ser do final da centúria anterior (KEIL); 1967 - consolidação do cruzeiro e recolocação no terreiro do convento.
Rosário Gordalina (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3215
|
 Cruzeiro da Estrela (MN) |
 Marvão |
 Largo da Igreja |
 Núcleo Urbano da Vila de Marvão Marvão, Santa Maria de Marvão.
Núcleo urbano sede municipal.
Proteção: Imóvel de Interesse Público.
Época de construção: Séc. 14.
Rosário Gordalina, Domingos Bucho e Anouk Costa (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3222
|
 Conjunto Urbano de Marvão |
 Rua do Calvário |
 Conjunto Urbano de Marvão |
 Marvão |
 Alameda dos Freixos (Árvore de Interesse Público) |
 A Estrada de Marvão |
 Santo António das Areias |
 Santo António das Areias |
 Igreja de Santo António das Areias |
 Santo António das Areias |
 Marvão |
 Beirã |
 Casas Típicas de Beirã |
 Estação Ferroviária de Marvão - Beirã Marvão, Beirã.
Arquitetura de transportes, do Séc. 20.
Proteção: Incluído na Área Protegida da Serra de São Mamede.
Época de construção: Séc. 20.
Autores - ARQUITETO: Cottinelli Telmo (vedações); PINTOR DE AZULEJOS: Jorge Colaço.
Paula Azevedo (excertos), in http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=34643
|
 Os Azulejos da Estação de Marvão
|
 Campos do Alentejo |